Cotidiano
Com 209 novos casos, Acre registra 675 mortes por Covid-19 e 29.272 mil casos da doença
Ao todo, 10 exames aguardam resultado, segundo o boletim. Taxa de ocupação na UTI é de 27%.

Com 209 casos, Acre registra 675 mortes por Covid-19 e 29.272 mil casos da doença — Foto: Reprodução
Por Janine Brasil
Com apenas 209 novos casos de Covid-19 registrados nas últimas 24 horas, o Acre contabiliza agora 29.272 infectados, segundo o boletim da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) desta terça-feira (13). Antes, o número de infectados era de 29.063.
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O número der mortes continua o mesmo, 675 vítimas.
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Há ainda 10 casos aguardando análise nos laboratórios de Rio Branco. Ao todo, 27.355 pessoas já receberam alta médica da doença.
O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, com uma taxa de incidência de 3.347,7 casos para cada 100 mil habitantes e a de mortalidade é de 77,2 para o mesmo grupo. Já a letalidade está em 2,3%.
Nesta terça, a taxa de ocupação dos leitos de UTI caiu em relação a sábado e atinge 27%, uma vez que dos 90 leitos de UTI específicos para casos graves de pacientes com Covid-19, 25 estão ocupados. Os leitos de UTI estão concentrados em Rio Branco, com 70 vagas, e Cruzeiro do Sul, com 20.
Mortes por cidades
| Cidades com óbitos | Óbitos totais | Novos registros |
| Acrelândia | 10 | 0 |
| Assis Brasil | 9 | 0 |
| Brasileia | 19 | 0 |
| Bujari | 7 | 0 |
| Capixaba | 8 | 0 |
| Cruzeiro do Sul | 61 | 0 |
| Epitaciolândia | 14 | 0 |
| Feijó | 20 | 0 |
| Jordão | 1 | 0 |
| Mâncio Lima | 13 | 0 |
| Marechal Thaumaturgo | 1 | 0 |
| Plácido de Castro | 8 | 0 |
| Porto Acre | 15 | 0 |
| Porto Walter | 2 | 0 |
| Rio Branco | 422 | 0 |
| Rodrigues Alves | 7 | 0 |
| Santa Rosa do Purus | 2 | 0 |
| Sena Madureira | 14 | 0 |
| Tarauacá | 14 | 0 |
| Xapuri | 13 | 0 |
| Senador Guiomard | 13 | 0 |
| Manoel Urbano | 2 | 0 |
| Total | 675 | 0 |
Números
Das 675 mortes registradas até este domingo 451 apresentavam algum tipo de comorbidade, segundo a Saúde. Já 224 das vítimas não tinham outras doenças. Do total de mortos, 408 eram homens e 267 mulheres. Do total de vítimas, 474 tinham acima de 60 anos.
O Acre já fez 76.043 exames, dos quais 29.272 foram confirmados. Outros 46.761 casos suspeitos foram descartados.
Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes:
- Assis Brasil – 877
- Xapuri – 692
- Tarauacá – 611
- Mâncio Lima – 585
- Santa Rosa do Purus – 561
- Brasileia – 441
- Cruzeiro do Sul – 402
- Manoel Urbano – 397
- Porto Walter – 388
Casos de Covid-19 por cidades
| Cidades | Total | Casos novos |
| Acrelândia | 478 | 0 |
| Assis Brasil | 650 | 1 |
| Brasileia | 1.161 | 2 |
| Bujari | 388 | 2 |
| Capixaba | 255 | 0 |
| Cruzeiro do Sul | 3.552 | 15 |
| Epitaciolândia | 517 | 1 |
| Feijó | 1.281 | 2 |
| Jordão | 210 | 0 |
| Mâncio Lima | 1.061 | 50 |
| Manoel Urbano | 314 | 4 |
| Marechal Thaumaturgo | 592 | 9 |
| Plácido de Castro | 417 | 2 |
| Porto Acre | 520 | 0 |
| Porto Walter | 317 | 0 |
| Rio Branco | 10.846 | 39 |
| Rodrigues Alves | 166 | perdeu um caso |
| Santa Rosa do Purus | 367 | 0 |
| Sena Madureira | 1.656 | 27 |
| Senador Guiomard | 528 | 2 |
| Tarauacá | 2.604 | 14 |
| Xapuri | 1.339 | 40 |
| Total | 29.272 | 209 |
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Acre registra aumento de hospitalizações por influenza A, aponta Fiocruz
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. Foto: captada
O Acre continua registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira, 22.
O avanço dos casos no estado vem sendo impulsionado principalmente pela influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações em crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.
A análise tem como base a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também aponta situação semelhante no Amazonas. Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus foi de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.
Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas de proteção pela população, como o uso de máscaras em postos de saúde e em locais fechados com grande circulação de pessoas. Ela também reforça a importância da vacinação.
“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.
Situação em outros estados e capitais
Em estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe, as hospitalizações por influenza A apresentam sinal de interrupção do crescimento ou início de queda. Na Paraíba, há um leve aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório, ainda sem reflexo no crescimento de casos de SRAG em crianças pequenas.
Até a Semana Epidemiológica 2, apenas três das 27 capitais brasileiras apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).
Incidência, mortalidade e dados de 2026
Em nível nacional, os dados indicam estabilidade ou leve queda dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, associadas à baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios. A exceção é a influenza A, que, apesar de apresentar baixa circulação na maior parte do país, tem impulsionado o aumento dos casos no Acre e no Amazonas.
A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm maior impacto nos extremos etários. A incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre os idosos. Casos associados à influenza A e ao Sars-CoV-2 apresentam maior incidência em crianças pequenas e idosos, com mortalidade mais acentuada na população idosa.
Em relação ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 1.765 casos de SRAG no país. Desses, 399 (22,6%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 611 (34,6%) apresentaram resultado negativo e 615 (34,8%) ainda aguardam resultado.
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Menino de 6 anos aguarda há mais de 2 semanas por otorrino no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul
Criança tem infecção com pus e dor constante; mãe denuncia que, mesmo com especialista no hospital, atendimento só tem sido feito por clínico geral

De acordo com a mãe da criança, o ouvido do menino apresenta pus visível, dor constante e não responde aos medicamentos prescritos por médicos clínicos gerais. Foto: captada
Há mais de duas semanas, um menino de 6 anos enfrenta uma infecção no ouvido com pus, dor persistente e sem resposta ao tratamento prescrito por clínicos gerais no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. A mãe da criança denuncia que, apesar de várias idas à UPA e ao hospital, o garoto ainda não foi avaliado por um médico otorrinolaringologista.
Segundo ela, o quadro não melhora com os medicamentos receitados, e os pedidos por um especialista foram respondidos com a informação de que “o atendimento não funciona dessa forma”. Na última quarta-feira, a criança passou a tarde inteira no hospital sem ser atendida pelo otorrino, mesmo havendo um profissional disponível na unidade.
A família teme o agravamento da infecção e busca visibilidade para o caso na expectativa de que a criança receba o atendimento especializado necessário. A Secretaria de Saúde do Acre ainda não se pronunciou sobre a situação.
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Lucas Sanchez sofre fratura e está fora do Campeonato Estadual

Foto Glauber Lima: O prazo de recuperação para Lucas Sanchez é de 45 dias
O atacante Lucas Sanchez, do Santa Cruz, sofreu uma fratura na clavícula esquerda durante o confronto contra o Humaitá nessa quinta, 22, na Arena da Floresta, e está fora do Campeonato Estadual Sicredi de 2026.
O atleta foi atendido no Pronto Socorro de Rio Branco e o prazo de recuperação para a lesão é de 45 dias.
Volta aos treinos
O elenco do Santa Cruz volta aos treinos nesta sexta, 23, no CT do Cupuaçu, para um trabalho de recuperação física e inicia a preparação para o confronto contra o Vasco programado para o dia 31, no Tonicão.
Aumentar a pressão
A derrota para o Humaitá deve aumentar a pressão no Santa Cruz para o duelo da 3ª rodada. A equipe ainda não venceu no Estadual e ganhar do Vasco transformou-se em obrigação para manter as boas chances de classificação para as semifinais.

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