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Polícia Civil reforça investigações em Plácido de Castro com entrega de drone

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Nesta sexta-feira, 27, a Polícia Civil do Acre realizou a entrega de um drone à equipe de investigadores da Delegacia-Geral de Plácido de Castro, reforçando a estrutura de trabalho da unidade no interior do estado. O equipamento foi entregue pelo delegado-geral, José Henrique Maciel, que destacou a importância do investimento em tecnologia para fortalecer as ações de investigação e combate à criminalidade no município.

Novo drone vai reforçar diligências e operações da Polícia Civil em Plácido de Castro. Foto: Emerson Lima/PCAC

Durante a entrega, o delegado-geral ressaltou que a modernização das delegacias é uma das prioridades da atual gestão. “Estamos investindo continuamente em tecnologia e equipamentos que ampliem a capacidade operacional dos nossos policiais. Esse drone será uma ferramenta estratégica para apoiar diligências, levantamentos em áreas de difícil acesso e operações que exijam maior precisão nas ações”, afirmou José Henrique Maciel.

O delegado titular de Plácido de Castro, Leandro Lucas Barreto, agradeceu o reforço e destacou o impacto positivo do equipamento na rotina da unidade. “O drone vai contribuir significativamente com o nosso trabalho investigativo, especialmente em áreas rurais e locais de mata, comuns na nossa região. É um recurso que proporciona mais segurança às equipes e mais eficiência nas apurações”, pontuou.

A iniciativa integra o conjunto de investimentos que vêm sendo realizados pela Polícia Civil para fortalecer as delegacias do interior, garantindo melhores condições de trabalho aos servidores e ampliando a capacidade de resposta às demandas da população. A expectativa é que o novo equipamento passe a ser utilizado imediatamente nas operações e diligências conduzidas pela equipe de Plácido de Castro.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Foragido por estupro de vulnerável contra duas crianças é preso pela Polícia Civil

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A Polícia Civil do Acre (PCAC) prendeu nesta sexta-feira, 27, o foragido da Justiça identificado pelas iniciais J.B.S. O homem estava com mandado de prisão em aberto pelo crime de estupro de vulnerável, praticado contra duas sobrinhas, de 9 e 12 anos de idade. As investigações foram conduzidas pela equipe de oficiais de polícia da Delegacia de Acrelândia.

Foragido por estupro de vulnerável, cometido contra duas crianças, é preso pela Polícia Civil do Acre. Foto: cedida

De acordo com as investigações, os crimes teriam sido cometidos no ano de 2025, no município de Acrelândia. Após a expedição do mandado judicial, o suspeito passou à condição de foragido.

As diligências realizadas pela equipe policial levaram à localização do acusado na Fundação Hospitalar do Acre, em Rio Branco, onde ele foi capturado e recebeu voz de prisão.

“A prisão é resultado do trabalho contínuo de investigação e monitoramento realizado pela delegacia local, que atuou para garantir o cumprimento da ordem judicial e a responsabilização do investigado”, declarou a delegada Jade Dene.

Foragido por estupro de vulnerável, cometido contra duas crianças, é preso pela Polícia Civil do Acre. Foto: cedida

O homem foi conduzido à unidade policial e permanece à disposição da Justiça. O caso segue sob os cuidados das autoridades competentes.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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Acre entra em decreto federal de emergência ambiental por risco de incêndios em 2026

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Medida assinada por Marina Silva abrange Vale do Acre e Vale do Juruá entre maio e dezembro

O estado do Acre foi incluído em decreto federal que declara situação de emergência ambiental em razão do risco de incêndios florestais ao longo de 2026. A medida consta na Portaria GM/MMA nº 1.623, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (27), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

De acordo com o documento, o estado de emergência ambiental no Acre abrange as mesorregiões do Vale do Acre e do Vale do Juruá, no período de maio a dezembro de 2026 — intervalo que coincide com os meses de estiagem mais intensa na região.

A portaria é assinada pela ministra Marina Silva e tem como objetivo reforçar ações preventivas e de combate aos incêndios florestais, diante do aumento do risco durante a estação seca.

No Acre, o período estabelecido cobre praticamente toda a temporada de seca, quando há redução significativa das chuvas, aumento das temperaturas e queda na umidade relativa do ar. Esses fatores favorecem a propagação do fogo, especialmente em áreas de floresta e pastagem.

Com a declaração de emergência ambiental, o governo federal pode intensificar medidas como contratação temporária de brigadistas, mobilização de equipes de fiscalização, reforço em operações de prevenção e ampliação da estrutura de monitoramento.

Embora a portaria contemple diversos estados brasileiros e diferentes períodos ao longo de 2026 e início de 2027, no caso do Acre a emergência é válida especificamente para todo o território das duas mesorregiões que compõem o estado.

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MPF denuncia dois homens por invasão e crimes ambientais na Resex Chico Mendes; gado apreendido ultrapassou 1,4 mil cabeças

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Investigação apura ocupação ilegal, desmatamento e criação irregular de gado em unidade de conservação; outros três investigados firmaram acordos de reparação ambiental

Além dos dois denunciados, outros três investigados firmaram acordos de não persecução penal com o MPF. Foto: captada 

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou dois homens por uma série de crimes ambientais cometidos durante a ocupação irregular de áreas dentro da Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre. A ação é resultado de uma das fases da investigação que apura invasões na unidade de conservação .

Durante as apurações, a Polícia Federal deflagrou a Operação Mezenga, que resultou na apreensão de mais de 1.400 cabeças de gado dentro da reserva e em áreas próximas, evidenciando a exploração irregular da região.

Crimes apurados

Segundo a denúncia, os investigados teriam cometido diversas irregularidades, entre elas:

  • Invasão de terras da União dentro da Resex;

  • Inserção de informações falsas em cadastro ambiental;

  • Desmatamento e uso de fogo;

  • Criação irregular de gado em área protegida.

O MPF também solicitou à Justiça Federal que determine a desocupação imediata das áreas invadidas, além de proibir os denunciados de exercer atividades econômicas incompatíveis com a finalidade da reserva, como a pecuária.

Acordos de reparação

Além dos dois denunciados, outros três investigados firmaram acordos de não persecução penalcom o MPF. Eles confessaram participação nos fatos e se comprometeram a adotar medidas de reparação ambiental.

Entre as obrigações assumidas estão:

  • Adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA);

  • Apresentação de projetos de recuperação de áreas degradadas (PRADA);

  • Recomposição de áreas de preservação permanente e reserva legal;

  • Cumprimento de termos ambientais firmados com o estado;

  • Entrega de bens no valor de R$ 250 mil ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela gestão da unidade.

Estratégia de responsabilização

De acordo com o MPF, a adoção dos acordos faz parte de uma estratégia que busca garantir a reparação efetiva dos danos ambientais, sem deixar de responsabilizar os envolvidos judicialmente quando necessário.

A atuação do órgão tem como objetivo reforçar a proteção de áreas especialmente protegidas da Amazônia e assegurar o cumprimento da legislação ambiental, diante do avanço de ocupações ilegais e atividades econômicas irregulares na região.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Mezenga, que resultou na apreensão de mais de 1.400 cabeças de gado dentro da reserva e em áreas próximas. Foto: captada

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