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Fundhacre atualiza equipamento para diagnosticar doenças do fígado

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A Fundação Hospital do Estado do Acre (Fundhacre) adquiriu uma atualização do sistema utilizado na realização do exame de elastografia hepática, responsável por medir o grau de fibrosidade do fígado dos pacientes. O objetivo foi torná-lo mais preciso para o diagnóstico. O médico infectologista e hepatologista, Thor Dantas, explicou sobre a modernização realizada recentemente.

“A máquina precisava ser atualizada para que ela pudesse continuar dando o diagnóstico de forma precisa”, explica Thor.

Fundhacre realiza atualização de equipamento para favorecer a população que necessita do exame de elastografia hepática. Foto: cedida

Ter o maquinário atualizado é de suma importância, já que o número de pacientes com problemas no fígado no estado do Acre é elevado. Com esse incremento, serão três gerações de máquinas fazendo esse exame no estado. “É um avanço, onde podemos otimizar o serviço de maneira muito inteligente. A gestão está de parabéns em se empenhar nessa atualização tão relevante, pois são poucos os estados do Brasil que têm um equipamento desse no Sistema Único de Saúde”, revela o hepatologista.

A aquisição do novo software ocorreu por meio de recursos próprios e deve começar a atender a população em breve. Foto: Gleison Luz

A aquisição do novo software, que ocorreu por meio de recursos próprios no montante de R$ 24 mil, deve começar a atender a população em breve. O presidente da Fundhacre, João Paulo Silva, falou sobre a relevância do exame. “A atualização é importante para podermos atender todos os pacientes com boa qualidade técnica, em especial àqueles que possuem mais dificuldades de examinar”, ressaltou o presidente.

O exame é usado para o diagnóstico e avaliação da gravidade dessas e outras patologias, e pode substituir a biópsia, que requer a retirada de uma parte do fígado do paciente. Foto: cedida

Entenda o exame

A elastografia hepática é um exame de imagem, realizado para observar as fibroses do fígado, que são as cicatrizes derivadas de lesões contínuas, que podem surgir no órgão, devido a diversas situações como hepatite, gordura no fígado, cirrose e câncer no fígado, por exemplo. O exame é usado para o diagnóstico e avaliação da gravidade dessas e outras patologias, e pode substituir a biópsia, que requer a retirada de uma parte do fígado do paciente.

O processo se assemelha a um ultrassom abdominal, e leva em torno de 30 minutos para a sua realização, sendo necessários um jejum de 6 horas, e a não ingestão de cafeína e bebidas alcoólicas 24 horas antes da realização do exame. Os seus principais benefícios são os seguintes: não provoca dor, não oferece riscos à saúde, não é invasivo e não existem contraindicações ao método.

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Independência terá mudanças contra o São Francisco

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Foto Sueli Rodrigues: O atacante Kaike(bola) confia em uma grande atuação contra o São Francisco

Independência e São Francisco fazem neste sábado, 24, a partir das 15 horas, na Arena da Floresta, mais uma partida da 2ª rodada da fase de classificação do Campeonato Estadual Sicredi de 2026. As duas equipes irão em busca da primeira vitória na competição e terão mudanças.

Independência

No Independência, o técnico Ivan Mazzuia confirmou as entradas do lateral direito Rafael França, do zagueiro Bruno Santos e do atacante Pitel na equipe titular.

“Realizamos as alterações para deixar o time mais forte. Essa variação de atletas de um jogo para outro é natural e a ideia é sempre tirar o máximo do grupo”, explicou o comandante do Tricolor.

São Francisco

O atacante Adriano, com uma lesão no tornozelo, será o desfalque do São Francisco. O técnico Daniel Pereira vai promover a estreia do lateral esquerdo Gustavo, mas a definição dos titulares vai ocorrer somente na Arena.

Trio definido

Fábio Santos apita Independência e São Francisco. Verônica Severino e Douglas Santos serão os auxiliares.

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Vasco e Adesg terão estreias em um duelo importante

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Foto Sueli Rodrigues: Manga reestreia no Vasco com a missão de aumentar a criatividade

Vasco e Adesg fecham neste sábado, 24, a partir das 17 horas, na Arena da Floresta, a 2ª rodada da fase de classificação do Campeonato Estadual Sicredi de 2026. Os dois times terão mudanças e irão tentar a primeira vitória no torneio.

Vasco

Depois da derrota para o Rio Branco na estreia, o técnico Erick Rodrigues resolveu promover mudanças no Vasco. O volante Zueirinha e o meia Manga serão as novidades e a equipe da Fazendinha será ofensiva.

Adesg

O técnico Rodrigo Deião ganhou reforços na Adesg e resolveu mudar o time. Breno e Gabriel entram nas vagas de Daniel e Thalis e a ideia é tornar o Leão mais ofensivo para conquistar o primeiro triunfo.

No apito

O jogo Vasco e Adesg terá o comando de Marcos Santos. Rodrigo Sousa e Jackson da Silva serão os auxiliares.

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Acre registra aumento de hospitalizações por influenza A, aponta Fiocruz

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Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. Foto: captada 

O Acre continua registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira, 22.

O avanço dos casos no estado vem sendo impulsionado principalmente pela influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações em crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.

A análise tem como base a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também aponta situação semelhante no Amazonas. Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus foi de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.

Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas de proteção pela população, como o uso de máscaras em postos de saúde e em locais fechados com grande circulação de pessoas. Ela também reforça a importância da vacinação.

“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.

Situação em outros estados e capitais

Em estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe, as hospitalizações por influenza A apresentam sinal de interrupção do crescimento ou início de queda. Na Paraíba, há um leve aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório, ainda sem reflexo no crescimento de casos de SRAG em crianças pequenas.

Até a Semana Epidemiológica 2, apenas três das 27 capitais brasileiras apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).

Incidência, mortalidade e dados de 2026

Em nível nacional, os dados indicam estabilidade ou leve queda dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, associadas à baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios. A exceção é a influenza A, que, apesar de apresentar baixa circulação na maior parte do país, tem impulsionado o aumento dos casos no Acre e no Amazonas.

A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm maior impacto nos extremos etários. A incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre os idosos. Casos associados à influenza A e ao Sars-CoV-2 apresentam maior incidência em crianças pequenas e idosos, com mortalidade mais acentuada na população idosa.

Em relação ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 1.765 casos de SRAG no país. Desses, 399 (22,6%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 611 (34,6%) apresentaram resultado negativo e 615 (34,8%) ainda aguardam resultado.

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