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Vídeo: Guerra entre facções provoca série de incêndios criminosos no Segundo Distrito de Rio Branco
Disputa por território entre Comando Vermelho e Bonde dos 13 já resultou em cinco casas incendiadas nos bairros Belo Jardim I, II e III
Uma sequência de incêndios criminosos ligados à disputa entre facções tem provocado medo e tensão no Segundo Distrito de Rio Branco. Somente entre segunda (5) e terça-feira (6), cinco residências foram incendiadas nos bairros Belo Jardim I, II e III, segundo informações das forças de segurança.
Na tarde desta terça-feira (6), duas casas foram incendiadas na Rua 25 de Dezembro, no bairro Belo Jardim II. Conforme a Polícia, a ação teria sido praticada por integrantes da facção Bonde dos 13, em represália a ataques ocorridos no dia anterior.
Na segunda-feira (5), membros do Comando Vermelho teriam invadido uma área dominada pela facção rival e ateado fogo em pelo menos três residências. Após o crime, os suspeitos fugiram do local.
A Polícia afirma que as duas organizações criminosas ainda atuam nos bairros da região e mantêm confrontos frequentes, principalmente por controle territorial, o que eleva o risco de novos episódios violentos.
A Polícia Militar, por meio do 2º Batalhão, foi acionada para atender às ocorrências, isolar as áreas e realizar buscas, mas até o momento ninguém foi preso. O Corpo de Bombeiros Militar também foi mobilizado nas duas datas para controlar as chamas e realizar o rescaldo dos imóveis atingidos.
Ao todo, cinco incêndios criminosos estão sob investigação da Polícia Civil, que busca identificar os autores, esclarecer a dinâmica dos ataques e evitar novos confrontos na região.
As forças de segurança informaram que o policiamento foi reforçado no Segundo Distrito como forma de prevenir novos crimes e garantir a segurança dos moradores.
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Justiça pronuncia três pessoas a júri pela morte de jovem de 21 anos após abordagem policial em Cruzeiro do Sul
João Vitor foi morto em suposta retaliação por ter ajudado a imobilizar suspeito; vídeo de chamada foi usado como prova pela acusação

A Polícia Civil confirmou na terça-feira (27) que 15 pessoas já foram presas na investigação e, ao todo, mais de 17 pessoas participaram do homicídio. Foto: captada
Três pessoas foram pronunciadas a júri popular pela morte de João Vitor da Silva Borges, de 21 anos, ocorrida em 8 de março de 2025 em Cruzeiro do Sul, no Acre. A decisão da 1ª Vara Criminal do município determinou que os acusados respondam por homicídio qualificado.
Segundo a investigação, o crime foi motivado por uma abordagem policial um mês antes, quando João Vitor ajudou a imobilizar um homem durante ação da PM no Centro da cidade. Imagens do episódio teriam causado revolta em uma facção criminosa, que teria ordenado sua execução. O jovem foi levado por uma amiga até o bairro Cohab, onde foi julgado via videochamada por integrantes da organização e morto.
O corpo foi encontrado três dias depois às margens do Rio Juruá. Os três réus seguem presos, e a decisão abre prazo para recursos do MP e das defesas. O caso expõe a atuação de facções no interior do estado e o uso de meios digitais para coordenar crimes.
Mãe Maria Verônica se prepara para o júri
A auxiliar de serviços gerais Maria Verônica Borges da Silva, mãe de João Vitor, disse que se prepara psicologicamente para participar do júri popular. Após quase um ano, Maria Verônica contou que pensa no filho diariamente e espera que os suspeitos sejam condenados.

João Vitor desapareceu no dia 8 de março de 2025, após sair de casa sem avisar para onde ia, em Cruzeiro do Sul. O corpo foi encontrado três dias depois as margens do Rio Juruá. Foto: captada
O corpo do jovem foi localizado durante a Operação Oráculo, conduzida pela Polícia Militar com o objetivo de esclarecer o paradeiro da vítima. Devido ao avançado estado de decomposição, o corpo foi encaminhado diretamente do Instituto Médico Legal para o Cemitério Jardim da Paz, sem passar pelo necrotério.
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Ação rápida da Polícia Civil liberta motorista refém e recupera produtos furtados em Cruzeiro do Sul
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Núcleo Especializado de Investigação de Crimes Patrimoniais (Nepatri), em Cruzeiro do Sul, realizou uma ação rápida na madrugada de terça-feira, 28, que resultou na libertação de um motorista de aplicativo mantido como refém, além da recuperação integral de diversos produtos furtados de um estabelecimento comercial no município.

Diante da situação flagrancial, um oficial investigador de polícia realizou intervenção imediata e tentou abordar os suspeitos. Ao perceberem a presença policial, os criminosos empreenderam fuga utilizando um veículo, dando início a um acompanhamento tático por parte da equipe, seguindo rigorosamente os protocolos operacionais para cessar a ação criminosa.
Durante a fuga, os suspeitos perderam o controle do veículo e colidiram contra um muro nas proximidades do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), na Avenida Boulevard Thaumaturgo. Ainda na tentativa de evasão, um dos criminosos, armado, efetuou um disparo de arma de fogo, ocasião em que o policial civil revidou a injusta agressão, agindo dentro dos limites da legalidade e da legítima defesa.

Apesar da resistência armada, os criminosos conseguiram fugir antes da chegada das demais equipes. No local, os policiais recuperaram todos os produtos subtraídos do estabelecimento comercial, bem como o veículo pertencente à vítima, além de confirmar a libertação do motorista de aplicativo, que foi localizado em segurança.
A ocorrência contou ainda com a apreensão das armas utilizadas no crime, incluindo arma de fogo, arma branca e outros instrumentos empregados na ação delituosa. A Polícia Militar foi acionada para prestar apoio, e todo o material foi encaminhado à Delegacia-Geral de Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis. O caso segue sob investigação para identificação e responsabilização dos envolvidos.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Polícia Civil do Acre realiza duas prisões em operações de combate a facções criminosas
A Polícia Civil do Acre (PCAC) realizou duas prisões importantes no início desta semana durante ações distintas de enfrentamento às organizações criminosas que atuam no estado. As prisões ocorreram no âmbito das operações “Cartório Central” e “Casa Maior”, ambas voltadas ao combate de crimes como extorsão, tráfico de drogas e arrecadação ilícita de recursos.

No primeiro caso, a PCAC, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), deu cumprimento a dois mandados de prisão que integram a megaoperação “Cartório Central”, deflagrada simultaneamente nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Acre e São Paulo. No Acre, os alvos foram localizados e presos em cumprimento às ordens judiciais expedidas no curso da investigação.
A operação “Cartório Central” tem como objetivo desarticular uma organização criminosa que mantinha um sistema próprio de arrecadação e repasse financeiro, incluindo cobrança de dívidas ilícitas, comércio de drogas e imposição de regras internas aos integrantes. “Essas organizações criam estruturas paralelas para controlar territórios e movimentar grandes volumes de dinheiro ilícito, e nosso trabalho é justamente quebrar essa engrenagem financeira e operacional”, destacou o coordenador da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic), Pedro Paulo Buzolin.
Já a segunda ação integra a operação “Casa Maior”, na qual a Polícia Civil com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) cumpriu um mandado de prisão e dois mandados de busca e apreensão, todos em Rio Branco. O preso é investigado por extorquir comerciantes do bairro Estação Experimental, exigindo pagamentos ilegais para permitir o funcionamento dos estabelecimentos.
Durante as buscas, os policiais apreenderam materiais com anotações financeiras e panfletos relacionados a empréstimos de dinheiro a juros. Segundo Buzolin, as investigações seguem em andamento. “Estamos aprofundando a análise do material apreendido para identificar o fluxo financeiro, outros envolvidos e ampliar a responsabilização criminal, com previsão de novas fases da operação”, concluiu.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL



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