Cotidiano
Professora da UFAC é presa após agredir vizinhos e ameaçar grávida de morte em Cruzeiro do Sul
Vídeos mostram docente cortando água e luz de residência e prometendo “esquartejar” casal e bebê; ela foi detida em flagrante

Na delegacia, ela confirmou parte das acusações: confessou ter ameaçado de morte Andson, sua esposa e até mesmo o bebê que a mulher espera. Foto: captada
A comunidade de Cruzeiro do Sul, no Acre, foi surpreendida por vídeos chocantes que mostram a professora da Universidade Federal do Acre (UFAC) Karlla Barbosa Godoy envolvida em atos de violência, vandalismo e ameaças de morte contra vizinhos. As imagens, que circulam nas redes sociais, revelam a docente cortando canos de água e fiação elétrica da casa de um casal e proferindo ameaças graves, incluindo a promessa de “esquartejar” a família e até o bebê ainda no ventre da esposa, que está grávida.
A vítima, Natana de Oliveira Jales, passou mal após os ataques e precisou de atendimento médico. Mesmo após a chegada da polícia, a professora continuou a ameaçar publicamente o casal, afirmando que os mataria. Karlla foi presa em flagrante e responderá pelos crimes de ameaça, dano qualificado e injúria.
Nos registros, a docente também aparece tentando agredir fisicamente os vizinhos, chutando familiares e usando xingamentos, além de menosprezar a formação acadêmica deles, dizendo ser “doutora” enquanto os chamava de formados em “faculdadezinha online de Direito”.
A UFAC informou que apura o caso e tomará as medidas cabíveis. A Polícia Civil investiga se há outros registros de violência envolvendo a professora.

A professora Karlla, da Universidade Federal do Acre (Ufac), foi detida após uma confusão com vizinhos em Cruzeiro do Sul, mas acabou liberada em seguida. Foto: captadas
Ao prestar depoimento, a professora assumiu ter feito ameaças graves contra o bancário Andson Souza da Silva, sua esposa grávida e outros familiares, porém destacou que sofre de problemas psicológicos e que perdeu o controle após uma discussão envolvendo um cano de água.
Segundo o relato de Karlla à polícia, tudo começou quando ela se sentiu provocada pelo vizinho. Ela declarou que, tomada pela raiva, acabou xingando, agredindo verbalmente e ameaçando a família. No entanto, afirmou que há anos faz tratamento psiquiátrico e faz uso de remédios controlados.
Na delegacia, ela confirmou parte das acusações: confessou ter ameaçado de morte Andson, sua esposa e até mesmo o bebê que a mulher espera. Também admitiu que chegou a dizer frases como arrancar a criança da barriga e esquartejar a família, além de afirmar que faria a gestante perder o filho. Entretanto, negou a agressão contra a mãe da vítima, apesar das imagens que mostram o momento em que atinge a idosa.
A Polícia Militar, que foi chamada ao local pela própria professora, registrou que encontrou Karlla em via pública, bastante alterada:
“A solicitante informou que seu vizinho estava lhe filmando enquanto ela estava despida. Ela afirma que sofre de transtorno de bipolaridade. Quando a equipe chegou ao endereço citado, encontrou Karlla Barbosa Godoy em via pública já bastante alterada falando frases desconexas e xingando seu vizinho, Andson. Ela passou a ameaçá-lo dizendo que iria matar ele devido um cano de água que estava do lado da casa dela exposto, que inclusive chegou a cortar o cano de água. Ela partiu para cima de Andson e lhe chutou, sendo necessário ser contida pela guarnição. Desta forma, a guarnição deu voz de prisão para a autora pelo crime de ameaça e vias de fato. Ela passou a ameaçar a esposa de Adson que está grávida, dizendo que iria fazê-la perder o filho, e com ameaças de morte”, diz o boletim.
Veja vídeo:
Com informações. Juruá em Tempo
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Cotidiano
Mulher é presa na OCA ao tentar usar certidão de casamento falsa para visitar detento em Rio Branco
Documento apresentava sinais de adulteração; suspeita de 34 anos pode responder por uso de documento falso, associação criminosa e falsidade ideológica

Segundo a Polícia Civil, a prisão demonstra a persistência das forças de segurança em dar resposta a crimes graves
A Polícia Civil do Acre (PCAC) , por meio do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI) , prendeu em flagrante na manhã desta segunda-feira (6) uma mulher de 34 anos, identificada pelas iniciais R.N.C.S. , nas dependências da Organização em Centros de Atendimento (OCA) , em Rio Branco.
A prisão ocorreu por volta das 10h, após a suspeita apresentar uma certidão de casamento com sinais de falsificação. O objetivo seria obter um documento de autorização para visitar um detentoem uma unidade prisional da capital.
Durante a análise, os investigadores identificaram indícios visíveis de adulteração no documento. Após verificação junto ao cartório de origem, foi constatado que a certidão era falsa, ocasião em que foi dada voz de prisão à mulher ainda no local.
De acordo com a Polícia Civil, a suspeita deverá responder, em tese, pelos crimes de:
-
Uso de documento falso (art. 304 do Código Penal)
-
Associação criminosa (art. 288)
-
Falsidade ideológica (art. 299)
A Polícia Civil dará prosseguimento às investigações para apurar a possível existência de um grupo criminoso envolvido na falsificação de documentos no estado. A suspeita foi conduzida à delegacia para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.

Entre as denúncias estão toques inapropriados e propostas de caráter sexual. A criança teria enfrentado a situação em silêncio por meses. Foto: captada
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Mulher é presa na OCA ao tentar usar certidão de casamento falsa para visitar detento em Rio Branco
Documento apresentava sinais de adulteração; suspeita de 34 anos pode responder por uso de documento falso, associação criminosa e falsidade ideológica
A Polícia Civil do Acre (PCAC) , por meio do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI) , prendeu em flagrante na manhã desta segunda-feira (6) uma mulher de 34 anos, identificada pelas iniciais R.N.C.S. , nas dependências da Organização em Centros de Atendimento (OCA) , em Rio Branco.
A prisão ocorreu por volta das 10h, após a suspeita apresentar uma certidão de casamento com sinais de falsificação. O objetivo seria obter um documento de autorização para visitar um detentoem uma unidade prisional da capital.
Durante a análise, os investigadores identificaram indícios visíveis de adulteração no documento. Após verificação junto ao cartório de origem, foi constatado que a certidão era falsa, ocasião em que foi dada voz de prisão à mulher ainda no local.
De acordo com a Polícia Civil, a suspeita deverá responder, em tese, pelos crimes de:
-
Uso de documento falso (art. 304 do Código Penal)
-
Associação criminosa (art. 288)
-
Falsidade ideológica (art. 299)
A Polícia Civil dará prosseguimento às investigações para apurar a possível existência de um grupo criminoso envolvido na falsificação de documentos no estado. A suspeita foi conduzida à delegacia para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.

A prisão ocorreu por volta das 10h, após a suspeita apresentar uma certidão de casamento com sinais de falsificação. Foto: captada
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MP investiga alimentação escolar em Sena Madureira por suspeita de falta de proteína animal e armazenamento inadequado
Cardápio não contemplaria carne e frango, itens essenciais para estudantes; Prefeitura e Secretaria de Educação têm 10 dias para apresentar esclarecimentos

O Ministério Público notificou a Prefeitura e a Secretaria Municipal de Educação, estabelecendo prazo de 10 dias para que apresentem esclarecimentos detalhados. Foto: captada
Outro ponto que chamou atenção foi o resultado de uma fiscalização realizada por vereadores do município.
A alimentação oferecida nas escolas da rede municipal de Sena Madureira passou a ser investigada pelo Ministério Público após a identificação de possíveis falhas que levantam preocupação sobre a qualidade nutricional destinada aos estudantes.
De acordo com um despacho publicado nesta semana, há indícios de que o cardápio servido aos alunos não contemplaria proteínas de origem animal, como carne e frango – componentes fundamentais para o crescimento e desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes. A ausência desses itens acendeu um alerta sobre possíveis impactos na saúde dos estudantes.
Outro ponto que chamou atenção foi o resultado de uma fiscalização realizada por vereadores do município. Durante a vistoria, foram constatados problemas no armazenamento de alimentos, especialmente carnes, que estariam sendo mantidas em condições inadequadas. Também foram levantadas suspeitas de divergência entre os produtos entregues e aqueles previstos em contrato licitatório.
Diante do cenário, o Ministério Público notificou a Prefeitura e a Secretaria Municipal de Educação, estabelecendo prazo de 10 dias para que apresentem esclarecimentos detalhados. Entre as informações solicitadas estão o cardápio completo, justificativas para a ausência de proteínas e as providências adotadas para assegurar uma alimentação adequada nas escolas.
A nutricionista responsável pelo planejamento alimentar também foi acionada e deverá apresentar embasamento técnico sobre como as necessidades nutricionais dos alunos estão sendo atendidas, além de comprovar a conformidade com as diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
O órgão reforçou que, caso as respostas não atendam às exigências, medidas judiciais poderão ser adotadas, incluindo a responsabilização de gestores envolvidos.

O Ministério Público do Acre (MP-AC) e a Vigilância Sanitária flagraram, já tinha realizado vistorias e constatado irregularidades no armazenamento da merenda escolar em 2020.

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