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Polícia Militar apreende duas armas e prende suspeitos em operações no Acre

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Primeira ocorrência foi na BR-364, em Bujari; a segunda no bairro Quinze, em Rio Branco, onde também foi encontrada cocaína

O motorista, sem registro da arma, foi preso e levado à Delegacia de Flagrantes. Foto: cedida 

A Polícia Militar do Acre apreendeu duas armas de fogo em operações realizadas na sexta-feira (15). As ações ocorreram em Bujari e Rio Branco, resultando na prisão de dois suspeitos.

Em Bujari, policiais da Companhia de Policiamento Comunitário abordaram um veículo suspeito na BR-364 e encontraram um revólver calibre .38 com munições no porta-luvas. O motorista, sem registro da arma, foi preso e levado à Delegacia de Flagrantes.

Já no bairro Quinze, em Rio Branco, uma equipe do 2º Batalhão surpreendeu um grupo em atitude suspeita. Um dos homens estava com um revólver .38, seis munições e uma porção de cocaína. Ele também foi detido e encaminhado para a delegacia.

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Operação Casa Maior prende importante integrante do Comando Vermelho em estado de embriaguez

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Jarlis da Silva Matos, de 28 anos, foi detido por PMs durante patrulhamento no Alto Alegre; mandado de prisão preventiva foi descoberto após consulta a sistema nacional

Na noite de segunda-feira (02), policiais militares do Comando Tático do 3º Batalhão prenderam Jarlis da Silva Matos, de 28 anos, um dos alvos da Operação Casa Maior, deflagrada no mês passado para desarticular lideranças do Comando Vermelho na capital. A prisão ocorreu durante patrulhamento na região alta da cidade, após abordagem a um grupo em frente a um bar na Travessa da Cerâmica, no bairro Alto Alegre.

De acordo com a PM, os agentes ficaram surpresos ao consultar o Sistema Nacional de Prisões e identificar que Jarlis possuía mandado de prisão preventiva, decretado pelo Juízo da Vara de Combate ao Crime Organizado, sob acusação de participação em organização criminosa. Considerado figura importante na estrutura do Comando Vermelho, o detido estava completamente embriagado no momento da abordagem e, segundo relatos, teve dificuldades até para entrar na viatura.

Após a detenção, Jarlis foi levado à Delegacia de Flagrantes (Defla) e, em seguida, recolhido ao Complexo Penitenciário de Rio Branco. A Operação Casa Maior tem como foco a captura de principais lideranças da facção na capital.

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Polícia Civil indicia profissional de saúde por violação sexual mediante fraude e violação de sigilo funcional em Sena Madureira

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Foto: PCAC

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Sena Madureira, indiciou nesta semana um profissional de saúde pelos crimes de violação sexual mediante fraude e violação de sigilo funcional.

De acordo com as investigações, a vítima procurou atendimento em uma unidade de saúde do município e, durante o procedimento, teria sido abusada sexualmente pelo indiciado. Após o crime, o profissional ainda teria divulgado em redes sociais um vídeo expondo detalhes do atendimento prestado, o que configurou a violação do sigilo funcional.

Assim que tomou conhecimento dos fatos, a Polícia Civil iniciou diligências para apurar o caso. Foram ouvidas a vítima, o investigado e testemunhas, além da coleta de outros elementos de prova. Ao final do inquérito, a autoridade policial reuniu indícios suficientes que comprovaram a autoria e a materialidade dos crimes.

Com a conclusão dos trabalhos investigativos, o procedimento foi finalizado e os autos encaminhados ao Poder Judiciário, que dará prosseguimento à apuração na esfera processual.

A delegada Rivânia Franklin destacou a seriedade do caso e a importância da responsabilização. “Trata-se de uma conduta extremamente grave, que viola não apenas a dignidade da vítima, mas também a confiança que a sociedade deposita nos profissionais de saúde. A Polícia Civil atuou com rigor, colheu todas as provas necessárias e concluiu o inquérito com responsabilidade, para que o Poder Judiciário possa agora analisar o caso e aplicar a lei”, afirmou.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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Presidente da CPMI do INSS insistirá em depoimento de Lulinha

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, concede entrevista ao Acorda Metrópoles.

O presidente da CPMI do INSS, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), vai insistir na convocação do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, pela comissão.

Segundo ele, esse depoimento tem tudo para ser um dos “mais importantes” do colegiado e poderá “esclarecer” as ramificações de Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, no governo federal.

A afirmação foi feita em entrevista ao programa Acorda, Metrópoles, na manhã desta terça-feira (3/1). Segundo Viana, a comissão apresentará nesta quinta-feira (5/4) um requerimento para convocar Lulinha.

“Não estou dizendo que o Flávio Luiz tenha culpa ou qualquer tipo de envolvimento claro, mas que ele precisaria sentar conosco e esclarecer quais são as relações, não tenho dúvida nenhuma. Porque as citações são muito fortes”, afirmou Viana.

Viana ainda citoui uma fala do presidente Lula – “todas as pessoas que precisam dar declarações têm que dar” – para justificar a ida de Lulinha à CPMI.

“Seria interessante que ele [Lulinha] viesse e nos dissesse claramente onde começou e quando terminou a participação dele em toda essa questão do INSS. Se nós não conseguirmos aprovar a convocação de Fábio Luiz, vão ficar perguntar: ele tinha participação ou não tinha participação? Eu não posso afirmar que ele é culpado, mas também não posso provar que ele é inocente”.

Lulinha e o Careca

Lulinha, conforme revelou o Metrópoles, na coluna do Tácio Lorran, era frequentemente citado em conversas pelo lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. Um ex-funcionário do Careca do INSS detalhou, com exclusividade à coluna, a relação do lobista com Lulinha.

Um ex-funcionário do Careca do INSS afirmou à coluna que o empresário costumava esbanjar suposta relação com Lulinha ao tratar com fornecedores e parceiros comerciais.

“Antonio falava abertamente sobre o filho do rapaz!!! Fábio Lula da Silva. Falava ‘filho’ e sinalizava mostrando a mão com 4 dedos… Falou o nome de Fábio Lula diversas vezes, a mim, a alguns parceiros comerciais, em reunião de diretoria”, detalhou o ex-funcionário, hoje considerado testemunha-chave da Polícia Federal no âmbito das investigações da Operação Sem Desconto, que apura a chamada Farra do INSS, cujo esquema foi revelado pelo Metrópoles.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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