Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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Novo hospital regional de Brasiléia irá homenagear pai do governador Sebastião Viana

Foto divulgada por internalta em rede social mostra a nova fachada com o nome do governador – Imagem: reprodução
Fotos que circulam nas redes sociais neste domingo, dia 26, levantou uma polêmica entre os moradores e os que defendem o atual governo de Sebastião Viana (PT). Prestes a entregar parte de sua obra depois de quatro anos de atraso, moradores registraram a fachada com o nome de Wildy Viana, que também é pai do senador Jorge Viana.
Seu ‘Dico’, como era conhecido em Brasiléia, foi comerciante e tem raízes no município. A polêmica, fica para saber se o antigo e sucateado hospital de clínicas Raimundo Chaar, que funciona há décadas, será fechado definitivamente.
Segundo um morador de Brasiléia, questiona se não poderia deixar essa homenagem para um segundo hospital e se teria necessidade da mudança. Também lembram que nenhuma consulta popular foi feita para saber se queriam a troca do nome da unidade hospitalar.
“E que comecem os mimimis, agora irão reclamar do nome. O que interessa é estar pronto, atender as necessidades da população, ser totalmente adequado e equipado? Ou o nome?”, diz um internauta e que é rebatido: “Isso não é mimimi nenhum amigo, o mínimo que um gestor público deve fazer é prezar pela vontade do seu povo, ou ele acha que é um governo totalitário onde ele decide o que quer e o nome que pode dar a qualquer coisa que ele construa?…”
No dia 15 de abril de 2013, o atual governador, Sebastião Viana, assinou a ordem de serviço para a construção do novo hospital, que irá atender toda a regional do Alto Acre que composta por quadro municípios. Inicialmente, a construção tinha um orçamento de R$ 50 milhões e que pode ter sido duplicado.
Seu prazo inicial para ser entregue seria para o ano de seguinte, em 2014. Sua estrutura, segundo a placa que foi colocada e divulgada pela agência estatal, seria de 91 leitos com até UTI. Nos últimos anos, foram vários reinícios das obras não cumpridas, várias reclamações, e a promessa da entrega de uma parte no próximo mês.
Como seria, ou será, o Hospital Regional do Alto Acre, segundo a placa colocada inicalmente;
Valor da Obra – R$ 50.453,370
Área Construída – 10.968,20 m²
91 leitos
Ambulatório;
Urgência;
Emergência – 10 leitos;
Semi-intensivo – 5 leitos;
Repouso dos funcionários;
Observação – 10 leitos;
Radioimagenologia;
Laboratório;
Enfermaria – 61 leitos;
Administração;
Refeitório;
Cozinha;
Apoio e Serviços;
Medicamentos;
Abrigo de resíduos;
Centro obstétrico – 5 leitos;
Esterilização/Lavanderia;
Centro Cirúrgico;
Repouso centro cirúrgico;
Necrotério;
Guarita;
Reservatório de água;
Heliponto;
Ponto de ônibus
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Deu no Acremais: pelo menos dois dos oito candidatos que disputam o Governo de Pando, dois são do Agro
Por Wanglézio Braga
O Departamento de Pando, na Bolívia, que faz fronteira direta com o Brasil pelo Acre, entra no calendário eleitoral de 2026 com eleições marcadas para o dia 17 de março. O pleito vai escolher governador, representantes para o parlamento (Câmara e Assembleia Legislativa), além dos prefeitos municipais. O processo eleitoral em Pando desperta atenção estratégica no Acre, já que o departamento boliviano é um dos principais consumidores de produtos acreanos, especialmente da agricultura familiar, fortalecendo o intercâmbio econômico na fronteira Brasil–Bolívia.
Dos dois candidatos ao governo de Pando, dois possuem ligação direta com o setor do agronegócio. Entre eles está Ana Lúcia, do MTS, atual prefeita de Cobija, que trabalha com a exportação de frutas amazônicas e a industrialização do açaí. Também integra esse grupo Rodolfo Añez Domínguez, da FSUTCP, empresário com atuação na indústria e na exportação de café, atividade que dialoga diretamente com cadeias produtivas do Acre em especial do Alto Acre.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.









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