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Cotidiano

Humaitá, São Francisco e Atlético disputam Copa Verde 23

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Foto: Humaitá foi eliminado pelo Paysandu na temporada 2022

Por phdesporteclube.com

O departamento técnico da CBF definiu os detalhes da 10ª edição da Copa Verde de 2023. A competição vai começar no dia 18 de abril e terá o encerramento no dia 3 de maio.

Humaitá, São Francisco e Atlético serão os representantes do futebol acreano na competição.

Sem desculpa

Nas últimas temporadas os dirigentes acreanos reclamaram da data da Copa Verde. A CBF resolveu atender o pedido dos clubes e o torneio será no primeiro semestre.

Os times acreanos irão se dividir entre a Copa Verde e o Campeonato Estadual, programado para iniciar no dia 26 de fevereiro.

Equipes na competição

Humaitá, São Francisco e Atlético (Acre)

Manaus e Princesa do Solimões (Amazonas)

Trem (Amapá)

Brasiliense e Ceilândia (Distrito Federal)

Real Noroeste e Rio Branco (Espírito Santo)

Atlético, Aparecidense, Goiás, Vila Nova (Goiás)

Real Ariquemes (Rondônia)

São Raimundo (Roraima)

Cuiabá, União e Luverdense (Mato Grosso)

Operário (Mato Grosso do Sul)

Tocantinópolis e Interporto (Tocantins)

Paysandu e Remo (Pará)

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Neymar iguala marca de Pelé e Ronaldo pelo Brasil em Copas do Mundo

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Perto de se tornar o maior artilheiro da história da Seleção Brasileira, Neymar segue marcando seu nome com a Amarelinha e ao marcar no jogo de hoje contra a Coreia do Sul, pelas oitavas de final, ele igualou uma marca que antes só pertencia a Pelé e Ronaldo, outros gigante do futebol brasileiro.

Com o gol de pênalti marcado na goleada contra a Coreia do Sul, Neymar marcou em três Copas do Mundo pela Seleção Brasileira. O craque marcou quatro gols em 2014, dois em 2018 e agora um em 2022. Ao todo, soma sete gols em 12 jogos de mundial disputados.

Ronaldo é o maior goleador do Brasil em Copa do Mundo até hoje, com 15 gols, seguido por Pelé, com 12, e Ademir Menezes, com nove. O Fenômeno marcou gols nas copas de 1998, 2002 e 2006.

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Cotidiano

Livakovic brilha na disputa de pênaltis, Croácia elimina o Japão e vai às quartas de final

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Demorou, mas o Brasil já sabe quem enfrenta caso avance para as quartas de final da Copa do Mundo. Em jogo decidido na disputa de pênaltis, após empate em 1 a 1 no tempo regulamentar, a Croácia superou o Japão com o brilho de Livakovic, autor de três defesas em cobranças japonesas.

Agora, a Croácia aguarda o vencedor do confronto entre Brasil e Coreia do Sul, que acontece logo mais, às 16h. A partida das quartas de final está agendada para o dia 9 de dezembro, próxima sexta-feira, às 12h. Pelo chaveamento, o vencedor das quartas de final enfrentará na semifinal quem levar a melhor no duelo entre Holanda e Argentina, que também está marcado para sexta-feira, porém um pouco mais tarde, às 15h.

Menos bola, mais ação

O bom primeiro tempo de Japão e Croácia foi uma boa amostra de duas escolas diferentes no futebol. A Croácia, com o forte meio de campo formado por Brozovic, Kovacic e Modric, conseguiu controlar a posse de bola, mas ironicamente sofreu para dar ritmo ao jogo e conectar a defesa ao ataque. O Japão, sempre valente nos contra-ataques, foi mais feliz quando importunou os croatas com pressão em uma linha mais alta.

A Croácia começou melhor no ataque, mas acabou penalizada por certa displiscência e demora para concluir. Aos 7 minutos, Perisic recebeu dentro da área, ficou na dúvida se chutava ou se cruzava, e acabou não fazendo nem uma coisa, nem outra. Mais tarde, em lance parecido, Petkovic recebeu livre e, quando podia ter finalizado, acabou tentando um passe para o meio da área e acabou travado, em bola que terminou nas mãos de Gonda.

Disciplinado taticamente, o Japão só avançava para o ataque na medida que a Croácia cedia espaços. Muitas vezes ele surgiu, especialmente pelo flanco direito, quando Ito foi bastante acionado. Os cruzamentos do atacante para o baixinho Maeda, porém, não tinham grande efeito.

Quando a primeira etapa caminhava para o 0 a 0, porém, a emoçou tomou conta. Primeiro, Kamada quase abriu o placar, após Maeda recuperar bola perto da área e passar para Endo, que encontrou Kamada livre. O atacante limpou a maração e bateu por cima do gol. Ironicamente, aos 42, o gol saiu mesmo com o diminuto Maeda, após cruzamento, desta vez de Doan. Se não conseguia ganhar pelo alto, Maeda aproveitou a falha da defesa e concluiu do chão, de pé esquerdo, para o fundo do gol, 1 a 0.

Empate não resolve

Sem outra alternativa a não ser partir para o ataque no segundo tempo, a Croácia prontamente solucionou o principal problema do time na primeira etapa: a falta de presença ofensiva. O gol solitário, porém, não impediu do jogo seguir para a prorrogação.

O empate dos croatas saiu antes dos 10 minutos. O zagueirão Lovren partiu para o ataque para fazer o que o meio de campo não vinha conseguindo: criar. Foi do ex-jogador do Liverpool o cruzamento na medida para Perisic, que de cabeça mandou para o lado oposto de Gonda, 1 a 1.

Depois de igualar o placar, a Croácia melhorou no jogo e passou a causar bastante problemas para o Japão. Modric, um pouco sumido na partida, quase anotou uma pintura com uma bomba de fora da área, em que Gonda salvou em defesa de mão trocada. O próprio Perisic, jogador mais acionado do ataque, também teve a chance de marcar seu segundo no jogo, após invadir a área e bater colocado, em bola que acabou desviada na marcação.

Menos perigoso do que no primeiro tempo, o Japão teve apenas uma boa oportunidade para retomar a liderança no placar. Endo arriscou de fora da área e obrigou Livakovic a fazer uma defesa plástica. O jogo teve que seguir por mais 30 minutos.

Prorroga sem emoção e pênaltis

A passagem do confronto pela prorrogação serviu para cumprir a regra da Fifa e nada mais. Exaustas, Croácia e Japão (quase) não produziram nada, em compasso de espera pela decisão por pênaltis.

O único lance de perigo nos primeiros 15 minutos foi um contra-ataque rápido puxado desde o campo de defesa por Kaoru Mitoma. O atacante japonês foi avançando e a defesa croata recuando, até chegar na entrada da área e fuzilar, em lance que contou com grande intervenção de Livakovic. Nos últimos 15 minutos de bola rolando, a situação não mudou – para não dizer que a Croácia não arriscou nada, antes do jogo seguir para as penalidades Majer chutou de fora da área e a bola passou à direita da meta de Gonda.

Na disputa de pênaltis, o Japão começou logo de cara atrás, com Minamino batendo fraco e parando em defesa de Livakovic, enquanto a Croácia converteu com Brozovic. No segundo pênalti, os japoneses perderam novamente, após Mitoma parar também no goleiro croata, mas desta vez Livaja desperdiçou. O Japão só foi converter na terceira penalidade com Asano. A falta de pontaria japonesa se confirmou na quarta cobrança, desperdiçada por Yoshida, e com brilho de Livakovic, que defendeu três dos quatro pênaltis cobrados pelos asiáticos.

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Técnico português é aposta do Grupo City para o ‘novo Bahia’

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Depois de definir a venda do Bahia ao Grupo City, o futuro do clube começa a ser definido com o nome Renato Paiva como técnico. A informação do acerto foi adiantada pelo apresentador Márcio Martins e confirmada por Pedro Sepúlveda, da SIC de Portugal.

Segundo Martins, Renato Paiva desembarca no Brasil entre quarta e quinta-feira e será o primeiro comandante do Bahia em sua era como Sociedade Anônima de Futebol (SAF).

Com 52 anos, Paiva trabalhou nas categorias de base do Benfica por muitos anos, e chegou à equipe B das Águias na temporada 2018/19. Foram três anos no cargo, até que o treinador recebeu um convite para treinar o Independiente del Valle, do Equador.

Em seu primeiro desafio internacional, o português conquistou um título da Liga do Equador, disputou a edição 2022 da Copa Libertadores, e na sequência assumiu o Club León, do México. Renato Paiva ficou apenas 12 jogos no clube e pediu demissão no fim do mês de novembro.

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