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Governador Gladson Cameli recebe desembargadora de SP que dará palestra no encerramento do curso de formação da Polícia Civil

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A desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), Ivana David, está em Rio Branco, para ministrar palestra sobre competências das instituições policiais e do sistema de justiça criminal. O evento é promovido pela Polícia Civil acreana.

Governador Gladson Cameli recebeu, nesta quinta-feira, 3, a desembargadora do Tribunal de Justiça de São Paulo, Ivana David. Foto: Neto Lucena/Secom

Nesta quinta-feira, 3, o governador Gladson Cameli recebeu a magistrada, no Palácio Rio Branco, na capital. A visita institucional contou com a participação do delegado-geral da Polícia Civil, Henrique Maciel, do diretor do Departamento de Inteligência da Polícia Civil, Nilton Boscaro, e da secretária adjunta de Justiça e Segurança Pública, Márdhia El-Shawwa.

Cameli citou que um dos grandes desafios enfrentados em sua gestão foi o enfrentamento à violência. Com muito empenho e investimentos na segurança pública, o Acre conseguiu avançar muito nos últimos anos, principalmente, na redução da criminalidade.

Cameli destacou investimentos realizados em sua gestão para combater a criminalidade. Foto: Neto Lucena/Secom

“A grande pauta de 2018 foi a segurança pública. Naquela época, o Acre era o estado mais violento do país. Trabalhamos muito, contratamos mais policiais, adquirimos viaturas e equipamentos e criamos o Gefron. Hoje, os números são outros. Mesmo assim, estamos investindo em tecnologia, para que as nossas forças policiais sigam protegendo as nossas famílias”, afirmou.

A carreira de Ivana David é marcada pela forte atuação contra o crime organizado e narcotráfico. A magistrada destacou a relevância de uma boa investigação policial, sobretudo na produção de provas.

“É muito importante que as polícias Civil e Militar tenham uma expertise na colheita de provas, para que o Poder Judiciário possa dar uma resposta ao Estado e à sociedade”, argumentou.

Desembargadora Ivana David tem carreira marcada pela forte atuação contra o crime organizado e narcotráfico. Foto: Neto Lucena/Secom

A palestra da desembargadora paulista será realizada nesta sexta-feira, 4, no anfiteatro da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco. O evento faz parte do encerramento do Curso de Formação Policial 2022 e é aberto ao público.

“Esta será uma excelente oportunidade para que os nossos alunos possam adquirir mais conhecimento com a experiência da magistrada e colocar em prática quando estiverem nas ruas”, pontuou o delegado-geral, Henrique Maciel.

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Rio Juruá se aproxima da cota de alerta em Cruzeiro do Sul

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Nível do rio registra 11,82 metros neste sábado, dois centímetros acima da cota de atenção; Defesa Civil mantém monitoramento constante.

O rio Juruá atingiu 11,82 metros em Cruzeiro do Sul neste sábado (24), ficando apenas dois centímetros acima da cota de alerta estabelecida para o município, que é de 11,80 metros. Apesar da proximidade com o limite, a situação é considerada tranquila, segundo a Defesa Civil Municipal, que, juntamente com o Corpo de Bombeiros, mantém o monitoramento constante.

As previsões indicam chuvas acima da média até fevereiro, o que pode levar a nova elevação do nível do rio. Em preparação para possíveis emergências, a Prefeitura de Cruzeiro do Sul disponibilizou quatro escolas para acolher famílias em caso de necessidade, mas até o momento não foi necessário utilizá-las, mesmo quando o Juruá atingiu 13,48 metros durante períodos de cheia anteriores.

A cota de transbordamento do rio no município é de 13 metros, e as autoridades reforçam a importância de atenção contínua, principalmente em períodos de precipitação intensa.

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Justiça do Trabalho determina medidas para coibir assédio eleitoral na Prefeitura

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Foto: Luan Diaz

O Ministério Público do Trabalho (MPT) obteve decisão liminar que obriga o Município de Rio Branco a adotar uma série de medidas para prevenir e combater a prática de assédio eleitoral contra trabalhadoras e trabalhadores que prestam serviços direta ou indiretamente à administração municipal. A decisão foi proferida pela Vara do Trabalho de Cruzeiro do Sul, vinculada ao Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (TRT-14), que acolheu os argumentos apresentados pelo MPT.

Na ação, o órgão ministerial destacou a necessidade de assegurar a liberdade de orientação política dos trabalhadores e evitar qualquer tipo de coação, perseguição ou retaliação em razão de posicionamentos político-partidários. Segundo o MPT, a repetição de condutas observadas durante as eleições de 2024 pode gerar danos irreparáveis aos direitos fundamentais dos servidores e empregados terceirizados.

Na decisão, o juiz do Trabalho Felipe Taborda determinou que o Município de Rio Branco se abstenha de praticar quaisquer atos que caracterizem assédio eleitoral, além de adotar medidas preventivas e de orientação para impedir esse tipo de conduta no ambiente de trabalho.

Para o procurador do Trabalho Roberto D’Alessandro Vignoli, autor da ação, a decisão representa uma vitória com caráter pedagógico e protetivo. “Ao estabelecer limites claros para que o ambiente de trabalho público não seja instrumentalizado como espaço de coerção política e ao determinar a criação de canais de denúncia sigilosos, bem como a capacitação de gestores, a Justiça do Trabalho garante que a liberdade de consciência e o direito ao voto livre não sejam comprometidos pela hierarquia funcional”, afirmou.

Entre as obrigações impostas, a Justiça do Trabalho determinou que o município assegure aos trabalhadores o direito à livre orientação política e à liberdade de filiação partidária, incluindo o direito de votar e ser votado. A administração municipal também deve se abster de qualquer conduta que configure discriminação, perseguição, promessa de benefícios, assédio moral, violação da intimidade, abuso de poder diretivo ou político, bem como de atos que tenham a intenção de obrigar, pressionar, influenciar, manipular ou induzir trabalhadores em suas escolhas políticas.

A decisão ainda proíbe a gravação e o uso de imagens de trabalhadores, para fins eleitorais ou de intimidação, observando os limites do direito de imagem. Também fica vedado o uso de canais institucionais, como e-mails, grupos de WhatsApp, intranet e sistemas corporativos, para propaganda, mobilização ou logística eleitoral.

A sentença determina que, no prazo de 30 dias, a administração municipal faça ampla divulgação, em linguagem clara, de comunicado institucional informando sobre a proibição do assédio eleitoral, o direito à liberdade política e a existência de mecanismos de proteção. Além disso, deverão ser criados, em até 60 dias, canais de denúncia independentes, com garantia de sigilo e de não retaliação, cujas informações deverão ser encaminhadas ao MPT trimestralmente.

O município também terá o prazo de 90 dias para capacitar toda a cadeia de gestão — incluindo secretários, chefias e coordenadores — por meio de treinamento obrigatório, com carga mínima de quatro horas, sobre assédio eleitoral e direitos fundamentais no trabalho. No mesmo prazo, deverá ser aprovada uma Política Interna de Prevenção e Combate ao Assédio Eleitoral, com normas objetivas, fluxos de apuração, sanções administrativas, proteção às vítimas, vedação do uso de canais institucionais e mecanismos mínimos de compliance.

O descumprimento da decisão ou dos prazos estabelecidos poderá resultar em multa de R$ 10 mil por infração, acrescida de R$ 1 mil por trabalhador prejudicado.

 

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Apex/Futura: Lula tem desaprovação de 53,5%; aprovação é de 43,0%

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – REUTERS/Adriano Machado


Pesquisa Apex/Futura divulgada nesta quinta-feira (22) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 53,5% dos brasileiros. Ao mesmo tempo, 43,0% dizem aprovar o petista.

O levantamento ouviu 2.000 pessoas em 849 cidades entre os dias 15 e 19 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Em relação à rodada anterior da pesquisa, divulgada em dezembro de 2025, o índice de desaprovação do chefe do Planalto oscilou 0,2 ponto percentual para cima. Já o índice de aprovação avançou 1,3 ponto percentual no mesmo período (veja os detalhes no gráfico abaixo).

Avaliação

A pesquisa desta quinta-feira também apresenta os índices de avaliação do presidente Lula. Para 48,7%, o mandatário é ruim ou péssimo. Simultaneamente, 16,4% o consideram regular, e 33,5% o enxergam como ótimo ou bom. Outro 1,4% não soube responder.

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