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Festas de fim de ano podem agravar pandemia no país, diz Fiocruz

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Houve uma demanda grande nas regiões metropolitanas, e só depois veio a interiorização da doença, num momento em que a incidência da covid-19 já apresentava sinais de estabilidade nas cidades maiores.

Médicos fazem treinamento no hospital de campanha para tratamento de covid-19 do Complexo Esportivo do Ibirapuera.

Por Ana Cristina Campos

Estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta que o aumento do número de casos e internações por covid-19 em vários estados que vem sendo registrado desde o início de novembro está encontrando um sistema de saúde menos preparado para atender à demanda por leitos de enfermarias e unidades de terapia intensiva (UTIs), não só nas regiões metropolitanas, mas principalmente nas cidades menores do interior.

Os pesquisadores da Fiocruz alertam que a possibilidade de colapso do atendimento aos novos casos é real e poderá acontecer nas próximas semanas, agravada pela chegada das festas de fim de ano e das férias. “A circulação das pessoas no período de festas de fim de ano e férias deve acelerar a disseminação do vírus, que já circula com bastante velocidade e volta a ocupar os leitos hospitalares. A movimentação das pessoas tende a aumentar a necessidade de atendimento por outros agravos de saúde como os acidentes de trânsito, por exemplo”, diz a instituição.

A nota técnica O fim do ciclo de interiorização, a sincronização da epidemia e as dificuldades de atendimento nos hospitais, desenvolvida pela equipe de pesquisa do Monitora Covid-19, destaca que no fim do ano a maior movimentação de pessoas “sem cuidados devidamente adequados e sem manutenção do isolamento social”, agravará um quadro composto por “desmobilização de leitos extras dos hospitais de campanha; a ocupação de leitos por outros problemas de saúde que ficaram represados durante o avanço da epidemia de covid-19; a maior circulação de pessoas; as dificuldades de identificação de casos e seus contatos devido à baixa testagem; e o relaxamento dos cuidados de distanciamento social, uso de máscaras e higiene”.

De acordo com o epidemiologista do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz) e um dos autores do estudo, Diego Xavier, no início da epidemia no Brasil, houve uma demanda grande nas regiões metropolitanas, e só depois veio a interiorização da doença, num momento em que a incidência da covid-19 já apresentava sinais de estabilidade nas cidades maiores.

“Agora, a covid-19 está fortemente presente tanto nas regiões metropolitanas quanto nas cidades do interior. E a epidemia está sincronizada, não começa mais nas metrópoles para depois ir para o interior. Um novo aumento dos casos pressionará a capacidade do atendimento à saúde das regiões metropolitanas, reduzindo também seus recursos para atender a pacientes vindos do interior. Na maioria dos lugares, a assistência à saúde deverá ser incapaz de atender à demanda”, disse o pesquisador.

Segundo a nota técnica, as regiões metropolitanas (RMs) compreendem apenas 177 do total de 5.570 municípios do Brasil. Porém, sua população total é de cerca de 70 milhões de habitantes, representando 33% da população nacional. Até o final de maio, cerca de 67% dos óbitos por covid-19 no país foram registrados nas regiões metropolitanas.

Com a interiorização da doença, no último dia de outubro essa proporção se inverteu. “As RMs passaram a representar somente 33% do total de óbitos registrados no país, demonstrando o que pode ser considerado como o fim do processo de interiorização”, diz o estudo.

Mortes fora das UTIs

De acordo com a Fiocruz, um importante indicador da falta de assistência de saúde está nos números de mortos fora das UTIs. Segundo a nota técnica, a “falta de UTI foi ainda mais expressiva nos municípios do interior, sobretudo pela dificuldade de acesso e as longas distâncias que devem ser percorridas em busca de atendimento”.

Segundo dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (SivepGripe), no interior, o total de mortos fora das UTIs é proporcionalmente maior do que nas regiões metropolitanas em quase todo o país, sendo a única exceção a Região Sul, o que indica que a desassistência aos doentes por covid-19 é mais significativa nas cidades menores.

Em nível nacional, 36% morreram de covid-19 fora das UTIs no interior, contra 31% nas regiões metropolitanas. Há também os registros sem informação sobre o local da morte (9% no interior e 13% nas regiões metropolitanas), que podem elevar esses números.

Os estados que registraram maiores índices de mortes no interior fora da UTI são Amapá (82%), Roraima (73%), Amazonas (66%), Pará (59%), Sergipe (58%), Tocantins (50%), Acre (46%) e Ceará (45%). Já nas regiões metropolitanas, os estados que tiveram mais óbitos fora da UTI foram Roraima (63%), Sergipe (53%), Amazonas (47%), Rio Grande do Norte  42%), Minas Gerais (38%), São Paulo (36%), Distrito Federal (35%) e Ceará (38%).

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Acre é derrotado pelo Pará e fecha 1ª fase do Brasileiro sem vitória

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Foto PHD: Seleção Acreana perdeu os três jogos disputados na 1ª fase

A Seleção Acreana perdeu para o Pará por 2 sets a 0, com parciais de 25×18 e 25×13 neste domingo, 8, em Saquarema, no Rio de Janeiro, e fechou a primeira fase do Campeonato Brasileiro de Vôlei Feminino Sub-16 sem vitória.

As meninas acreanas não têm mais chances de lutar por medalhas e a disputa, agora, será fora do pódio.

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Arena do Urubu vence o Santinha na 11ª Copinha Arasuper

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Foto João Valente: Arena do Urubu e Santinha fizeram um jogo com 10 gols

A 7ª rodada da fase de classificação movimentou a 11ª Copinha Arasuper neste domingo, 8, no ginásio do Sesc, nas categorias Sub-10, 12 e 14.

No Sub-10, o time da escolinha Arena do Urubu venceu o Santinha por 6 a 4. Nos outros confrontos da categoria os resultados foram: Furacão do Norte B 2×0 Santa Cruz, Rei Artur 3×1 Sena Esporte e Furacão do Norte 7×1 Xavier Maia.

Resultados do Sub-12

Botafogo 8×3 Cruz Azul

Santinha 2×1 Conquista

Furacão do Norte 3×1 Sena Esporte

Flamenguinho 3×0 Escola Galvez

Sub-14

Santa Cruz 11×0 Santinha

Escolinha da Conquista 5×3 Flamenguinho

Cruz Azul 4×1 Amigos Solidários

Escola Galvez 7×0 Meninos de Ouro

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Craques do Futuro é goleada pelo Botafogo na estreia do Brasileiro Sub-20

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Foto Sueli Rodrigues: Botafogo marcou forte e dominou completamente a partida

A equipe das Craques do Futuro foi goleada pelo Botafogo por 9 a 0 neste domingo, 8, no Tonicão, na estreia do Campeonato Brasileiro Feminino Sub-20. Thaynara, Bya, Coutinho, Mariana Piccolo, Luiza, Yasmim, Yasmim Menezes, Mariana Nascimento e Lorraine marcaram os gols das Gloriosas.

30 minutos 

Com 30 minutos do 1º tempo, o Botafogo, atual campeão Brasileiro da categoria, goleava as Craques do Futuro por 5 a 0 mostrando a grande diferença técnica entre as duas equipes.

O time acreano, campeão Estadual Sub-17, disputa pela primeira vez um torneio nacional.

Outro jogo

Na outra partida do grupo A, o América, de Minas Gerais, derrotou o Vitória por 1 a 0 no estádio Pituaçu, em Salvador, na Bahia.

Viaja nesta segunda

As meninas do Craques do Futuro embarcam nesta segunda, 9, para Belo Horizonte, Minas Gerais. Na quarta, 11, na Arena Frimisa, a partir das 13 horas(hora Acre), as acreanas joga contra o América Mineiro.Foto Sueli Rodrigues: Botafogo marcou forte e dominou completamente a partida

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