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Deracre acompanha vistoria e assegura transparência nas obras do Acre

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O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre), acompanhou nesta semana uma série de visitas técnicas realizadas pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). Nos dias 20 e 21, a presidente do Deracre, Sula Ximenes, recebeu o secretário nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial, Daniel Alex Fortunato, e o coordenador-geral de Execução, Fiscalização e Prestação de Contas, Rafael Silveira, para acompanhar de perto o andamento das obras de infraestrutura em execução no estado.

“Essas visitas são muito importantes porque nos permitem apresentar, de forma transparente, os avanços das obras que estão transformando a infraestrutura do Acre. Nosso compromisso é garantir que cada rodovia, ponte e ramal seja entregue com qualidade, melhorando a mobilidade, a segurança e a vida das pessoas”, destacou a presidente do Deracre, Sula Ximenes.

As agendas começaram com uma reunião na sede do Deracre, em Rio Branco, onde foram apresentados os projetos que contam com apoio do governo federal, por meio de convênios. Em seguida, a comitiva vistoriou trechos estratégicos da malha viária.

Na AC-10, que liga Rio Branco a Porto Acre, os técnicos percorreram áreas em que as equipes atuam no alargamento da faixa de rolamento, com serviços que incluem recomposição de acostamentos, aplicação de nova camada asfáltica e tapa-buracos. A intervenção amplia a segurança e melhora o fluxo da rodovia, considerada uma das principais ligações entre a capital e a zona rural do Baixo Acre.

“O Acre tem mostrado como o trabalho conjunto entre governo estadual e governo federal pode gerar resultados. As obras vistoriadas representam investimentos que fortalecem a integração regional, criam condições para o desenvolvimento econômico e, acima de tudo, atendem às necessidades da população”, afirmou Daniel Alex Fortunato.

Na rodovia AC-445, que conecta os municípios de Bujari e Porto Acre, foram vistoriados os serviços de imprimação do primeiro trecho da pavimentação. A obra, com extensão de 38,26 km, está dividida em dois lotes: 19,60 km no Lote I e 18,66 km no Lote II. Já na AC-40, as equipes avançam com serviços de manutenção do pavimento, utilizando 30 toneladas de material asfáltico por dia, além do apoio de dez equipamentos e 14 profissionais.

Outro ponto visitado foi a rodovia AC-475, que liga Plácido de Castro a Acrelândia, onde está em andamento a aplicação de microrrevestimento asfáltico em 16 km do total de 50,2 km da via. A técnica aumenta a durabilidade do pavimento e garante mais segurança aos motoristas, além de reduzir os custos de manutenção a longo prazo.

A agenda também contemplou a vistoria das obras no Ramal dos Paulistas, na zona rural de Porto Acre. No local, o segundo trecho da pavimentação, com 5,02 km, avançou para a fase de imprimação, enquanto o primeiro trecho, com 5,6 km, já alcançou 90% da terraplanagem e mais de 50% dos serviços de drenagem.

Ao todo, a estrada terá 11 km pavimentados, integrando-se à construção da ponte de concreto sobre o Rio Andirá. A estrutura já está com 40% de execução concluída e inclui fundações, blocos de pilares e transporte de vigas metálicas de 20 metros, garantindo à comunidade um acesso seguro para serviços de saúde, educação e escoamento da produção agrícola.

Na Transacreana, rodovia AC-90, as equipes trabalham na recuperação de 59 km, já na segunda fase de execução. Os serviços envolvem reenquadramento de pontos danificados, retirada de pavimento comprometido, impermeabilização, aplicação de CBUQ e recapeamento nos trechos mais críticos. O investimento total é de R$ 37 milhões, provenientes de emenda parlamentar do senador Márcio Bittar, com contrapartida do Estado. De acordo com o diretor de Expansão e Planejamento do Deracre, Júlio Martins, que acompanhou a visita, o trabalho técnico é essencial para o avanço das frentes de serviço.

“Estamos cuidando dos detalhes de cada etapa, desde a drenagem até a aplicação da massa asfáltica. Esse acompanhamento próximo garante a qualidade das obras e a confiança da população de que os investimentos estão sendo bem aplicados”, afirmou.

Outro destaque da programação foi a visita ao Ramal Novo Horizonte, em Plácido de Castro, obra realizada com apoio do Ministério. Foram restaurados 28,8 km de estrada, com implantação de pavimento asfáltico, recuperação de pontes e instalação de sinalização. A intervenção beneficia diretamente cerca de 16,5 mil pessoas, impactando aproximadamente 500 famílias que dependem da estrada para o transporte de produção rural e acesso a serviços essenciais.

Durante as agendas, a comitiva também conheceu a usina de asfalto do Deracre, que concentra produção de massa asfáltica, insumos e maquinários, reforçando a capacidade de execução direta do órgão.

“Nosso papel é acompanhar de perto a execução, fiscalizar a aplicação dos recursos e garantir que os projetos avancem dentro do cronograma. O que vimos aqui no Acre demonstra seriedade e compromisso, com frentes de trabalho bem estruturadas e obras que estão realmente chegando a quem mais precisa”, reforçou Rafael Silveira.

Com as visitas, o Ministério pôde acompanhar de perto os avanços das obras do governo do Acre por meio do Deracre e verificar a correta aplicação dos recursos, assegurando que os investimentos cheguem de forma eficiente até as comunidades beneficiadas.

 

Fonte: Agência de Notícias do Acre

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Entrevista de Márcio Bittar gera crise no PL ao omitir apoio a Tião Bocalom para governador

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Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”

Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”. Foto: captada 

Uma entrevista do senador Márcio Bittar (PL) ao programa GAZETA ENTREVISTA, na TV Gazeta, gerou mal-estar político no Acre ao omitir qualquer menção ao prefeito Tião Bocalom (PL) como candidato ao governo do estado em 2026. Bittar afirmou que sua prioridade é a reeleição ao Senado e destacou não ter problemas com os pré-candidatos Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos), sem referir-se a Bocalom.

A omissão foi rapidamente rebatida por secretários municipais de Rio Branco, que afirmaram ao Blog do Crica que Bocalom não é apenas candidato, mas “candidatíssimo” ao Palácio Rio Branco, independentemente do cenário. Em resposta, o prefeito reafirmou sua disposição: “Meu respeitado amigo Luís, eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”.

A tensão expõe uma segunda crise pública entre Bittar e Bocalom — a primeira ocorreu quando o senador chamou Alan Rick de “governador de férias”. Analistas locais avaliam que, para evitar desgaste eleitoral, os dois precisarão “se afinar” nos próximos meses.

Reação imediata:
  • Secretários municipais saíram em defesa de Bocalom, reforçando que ele é candidato ao governo “independente do cenário”;

  • Tião Bocalom respondeu ao Blog do Luís: “Eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”;

  • O episódio é a segunda crise pública entre os dois: a primeira ocorreu quando Bittar chamou Alan Rick de “governador de férias”.

Análise do discurso:

A omissão de Bittar foi interpretada em bastidores como um sinal de desalinhamento ou até de preferência velada por outros nomes ao governo. O senador pode estar protegendo sua própria reeleição, evitando atrelá-la a uma candidatura majoritária que considere arriscada ou divisiva.

O PL é a principal base de Bocalom, mas Bittar – figura nacional do partido – tem influência decisiva sobre as estratégias estaduais. A falta de sintonia ameaça a unidade da legenda em um ano eleitoral crucial.

A tendência é que Bittar e Bocalom tenham que se reunir para acertar discursos e definir se o PL lançará candidatura própria ou apoiará Mailza Assis – hipótese que ganha força com a omissão do senador.

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União eleva para 91,9% sua participação no Banco da Amazônia após compra de ações do FGEDUC

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Operação concluída nesta sexta (9) transferiu mais de 10 milhões de ações ordinárias do fundo vinculado à Caixa para o Ministério da Fazenda

O total de ações ordinárias do banco permanece sem alteração no capital social, apenas com redistribuição da titularidade. Banco da Amazônia financia projetos de empresas nos nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Foto: Divulgação

O Banco da Amazônia informou na sexta-feira (9) que a União ampliou sua participação acionária na instituição para 91,9% do capital social. A mudança ocorreu após a transferência de 10.427.301 ações ordinárias do Fundo de Investimento FI Caixa FGEDUC Multimercado para o Ministério da Fazenda.

Com a operação, a União elevou sua posição de 73,3% para 91,9% do total de ações ordinárias do banco. O FGEDUC, que detinha 18,6% do capital, deixou de figurar na composição acionária da instituição.

Permanecem inalteradas as participações do BB FGO – Fundo de Investimento em Ações (5,1%) e dos demais acionistas minoritários (3,0%). O total de ações ordinárias do banco segue em 56.058.315 papéis, sem alteração no valor do capital social, apenas com redistribuição da titularidade.

A operação foi comunicada ao mercado e concluída nesta última sexta-feira, reforçando o controle da União sobre o banco de desenvolvimento regional.

Detalhes da operação:
  • Ações transferidas: 10.427.301 ações ordinárias;

  • Participação anterior da União: 73,3%;

  • Nova participação: 91,9% do capital social;

  • Capital total: Permanecem 56.058.315 ações ordinárias, sem alteração no valor do capital social.

Mudança no quadro acionário:
  • FGEDUC (Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo) deixou de ser acionista (antes detinha 18,6%);

  • BB FGO – Fundo de Investimento em Ações mantém 5,1%;

  • Demais minoritários seguem com 3,0%.

Contexto e implicações:

O Banco da Amazônia é um dos principais agentes de financiamento ao desenvolvimento regional nos estados da Amazônia Legal. O aumento do controle estatal pode sinalizar uma estratégia do governo federal para direcionar crédito a setores prioritários, como agronegócio, infraestrutura e bioeconomia.

A instituição deverá submeter a nova composição acionária à aprovação do Banco Central e comunicar eventuais mudanças na governança e políticas de crédito.

A saída do FGEDUC encerra uma participação histórica do fundo educacional no banco, enquanto a União fortalece seu poder de decisão sobre os rumos do principal agente financeiro de fomento na região Norte.

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Rio Branco e Adesg empatam no último amistoso antes da estreia

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Foto Sueli Rodrigues: O argentino Dylan(bola) marcou o gol do Rio Branco no amistoso

Rio Branco e Adesg empataram por 1 a 1 neste sábado, 10, no José de Melo, no último amistoso antes da estreia no Campeonato Estadual. Jailson abriu o placar para a Adesg e o argentino Dylan marcou o gol do Estrelão.

Futebol abaixo

Rio Branco e Adesg realizaram um jogo treino muito abaixo do esperado. As duas equipes marcaram forte, mas apresentaram pouco poder de criação com 90 minutos sem muitas oportunidades.

Rio Branco

“A equipe vem em uma crescente, mas precisamos de reforços para elevar o nível técnico. O Rio Branco precisa ter uma equipe com capacidade de lutar pelo título”, declarou o treinador do Rio Branco, Ulisses Torres.

O Estrelão enfrenta o Vasco no sábado, 17, às 15 horas, no Tonicão, na estreia do Estadual

Adesg

“Não gostei do futebol da minha equipe. Existe a necessidade de produzir mais e na última semana de trabalho, vamos fazer esses ajustes”, afirmou o técnico da Adesg, Rodrigo Deião.

O Leão vai jogar contra o Humaitá no sábado, 17, às 17 horas, no Tonicão, no primeiro jogo do Estadual.

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