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Após vazante, moradores de Rio Branco enfrentam lama, lixo e risco de contaminação

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Água contaminada e resíduos tomam ruas da Baixada da Sobral; moradores cobram limpeza urgente. Rio Acre marca 14,44 m, abaixo do pico de 15,41 m

A região da Baixada da Sobral foi uma das mais atingidas na capital pelas enxurradas. Embora o nível do rio continue recuando e algumas famílias, a preocupação agora se volta para os danos pós-enchente. Foto: captada

Mesmo com a vazante do Rio Acre, que já reduziu para 14,44 metros — menos de 50 centímetros acima da cota de transbordo —, moradores de áreas atingidas pela cheia histórica em Rio Branco enfrentam um cenário de destruição, com ruas tomadas por lama, lixo e água contaminada. Na Baixada da Sobral, região com vários bairros às margens do rio, a população relata apreensão com riscos à saúde.

“Nós aqui, a maioria tem pessoa doente, tem criança, recém-nascidos. E essa água é contaminada e tem um cheiro horrível”, desabafa a dona de casa Maria Dorismar, da Travessa Campinas. O aposentado Sanilton Carrillo, do bairro Habitasa, cobra ações de limpeza: “Esse lixo é o mais problemático. Que o estado e a prefeitura concentre na limpeza por aqui, precisamos”.

A enchente, considerada atípica para dezembro e a mais grave em 50 anos nesta época, atingiu mais de 20 mil pessoas e desabrigou centenas de famílias. Embora o nível do rio continue recuando e algumas famílias tenham começado a retornar aos lares, a preocupação agora se volta para os danos pós-enchente e a necessidade de descontaminação das áreas afetadas.

No sábado, dia 27, o Rio Acre subiu 3,84 metros em menos de 24 horas na capital e ultrapassou a cota de transbordo, de 14 metros, e marcou 14,03 metros. Foto: captada 

 

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Salário mínimo de R$ 1.621 entrou em vigor nesta quinta-feira com reajuste de 6,79%

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Aumento de R$ 103 deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia, segundo Dieese. Reajuste segue INPC acumulado de 4,18% em 12 meses.

O reajuste, de 6,79% ou R$ 103, foi confirmado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento no último dia 10. O salário mínimo anterior era de R$ 1.518. Foto: captada 

O novo salário mínimo, no valor de R$ 1.621, passa a valer a partir desta quinta-feira (1º) em todo o país. O reajuste de 6,79% (R$ 103 a mais) sobre o valor anterior de R$ 1.518 foi confirmado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento no último dia 10, seguindo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado de 4,18% nos últimos 12 meses.

Segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo valor injetará R$ 81,7 bilhões na economia, considerando os efeitos sobre a renda, o consumo e a arrecadação. O reajuste ocorre em um cenário de restrições fiscais mais rígidas, mas busca preservar o poder de compra dos trabalhadores de menor renda.

Entenda

A regra do reajuste do salário mínimo determina que o valor tenha duas correções: uma pelo INPC de 12 meses acumulado até novembro do ano anterior, ou seja, 4,18%, e outra pelo crescimento da economia de dois anos.

No dia 4 de dezembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou os dados do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2024, confirmando expansão em 3,4%.

No entanto, o arcabouço fiscal, mecanismo que controla a evolução dos gastos públicos, determina que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%.

Pela regra, o salário mínimo de 2026 seria R$ 1.620,99 e, com o arredondamento previsto em lei, passa para R$ 1.621, reajuste de 6,79%.

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Servidores da saúde de Cobija protestam em frente a prefeitura por atraso de salários de oito meses

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Crise atinge 90 trabalhadores que não tiveram o que comemorar no Natal e Réveillon; administração municipal alega falta de recursos, mesmo com verba de dezembro em caixa

Servidores da saúde de Cobija, na Bolívia, completam mais de 240 dias sem salários e sem resposta da prefeita. Foto: captada 

Um total de 90 trabalhadores da área de saúde de Cobija, capital do departamento de Pando, na Bolívia, fronteira com Brasiléia e Epitaciolândia estão em protesto devido ao atraso de oito meses no pagamento de seus salários pela administração municipal.

A paralisação afeta diversos setores da prefeitura, e os servidores exigem que pelo menos dois meses de vencimentos sejam quitados imediatamente. Os 90 trabalhadores afetados não tiveram o que comemorar no Natal nem na virada do ano.

De acordo com a representante do setor financeiro municipal, Deika Medina, os recursos referentes a dezembro já estão nos cofres, mas não foram liberados até o início de 2026.

A prefeita Ana Lucia ainda não se manifestou publicamente sobre a crise, que já dura mais de 240 dias e causa transtornos à população e aos profissionais locais, onde os 90 trabalhadores afetados não tiveram o que comemorar no Natal nem na virada do ano. O caso evidencia as dificuldades financeiras enfrentadas pela gestão municipal na região fronteiriça com o Brasil.

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Sena Madureira celebrou virada de 2026 com espetáculo de fogos de 10 minutos

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Céu iluminado reuniu moradores em clima de festa, marcando o início do novo ano com emoção, cores e esperança

O céu da cidade ficou iluminado e reuniu moradores em clima de festa, marcando o início do novo ano com muita emoção, cores e esperança. Foto: captada 

A virada para 2026 foi celebrada em Sena Madureira com um espetáculo de fogos que durou cerca de 10 minutos, iluminando o céu da cidade e reunindo moradores em clima de festa. O evento marcou o início do novo ano com emoção, cores e esperança, reforçando a tradição local de celebrar a passagem de ano com pirotecnia e integração comunitária.

A celebração ocorreu de forma organizada e contou com a presença de famílias, que acompanharam as explosões de luzes e cores em pontos estratégicos da cidade. A iniciativa reflete o esforço das administrações locais em fortalecer eventos públicos que promovam união e alegria coletiva no início de um novo ciclo.

Veja vídeo:

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