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Cotidiano

TJ-AC propõe aumento em cartórios do Acre com impacto maior em escrituras e registros de imóveis

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Projeto de lei enviado à Assembleia Legislativa prevê nova tabela de emolumentos; usuários de serviços cartoriais, especialmente imobiliários, terão custos elevados

A proposta altera a tabela de emolumentos cobrados pelos cartórios do estado e traz como principal novidade o aumento nos valores de escrituras públicas e registros de imóveis. Foto: cedida 

O Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) encaminhou à Assembleia Legislativa um projeto de lei que propõe a atualização da tabela de emolumentos cartoriais no estado, com reajustes que devem impactar principalmente escrituras públicas e registros de imóveis de maior valor. A proposta, divulgada inicialmente pelo juiz aposentado Edinaldo Muniz em suas redes sociais, visa adequar os valores aos custos operacionais dos cartórios, mas pode representar aumento significativo para a população.

Caso aprovado pela Aleac, o projeto elevará os valores de serviços notariais e de registro, seguindo tendência observada em outros estados. A justificativa do TJ-AC baseia-se na necessidade de manter a sustentabilidade financeira dos cartórios, mas especialistas alertam para o risco de encarecer ainda mais o acesso a serviços essenciais, como compra e venda de imóveis e formalização de negócios.

A proposta segue para análise dos deputados estaduais, que avaliarão o impacto social e econômico da medida antes de votá-la.

O que muda

Na prática, quem comprar ou vender imóveis de maior valor passará a pagar taxas mais altas. O argumento oficial é de que a medida busca “elevar a arrecadação em transações imobiliárias de grande volume financeiro”, mas, no fundo, o resultado é claro: a população terá custos adicionais em um serviço que já é considerado caro e burocrático.

O Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) encaminhou à Assembleia Legislativa um projeto de lei que promete pesar ainda mais no bolso da população. Foto: captada 

 

O que ganha o Tribunal de Justiça

Os cartórios, embora privados, são fiscalizados e regulamentados pelo Tribunal de Justiça. Parte do que arrecadam é repassado ao Fundo de Reaparelhamento do Judiciário (Funjus), que ajuda a financiar a própria estrutura do TJ. Ou seja, quanto mais caro ficar para o cidadão registrar um imóvel, mais recursos entram para custear o funcionamento do Judiciário acreano.

A versão do Tribunal de Justiça

Segundo o relator do processo, desembargador Nonato Maia, os valores que estavam sendo utilizados haviam sido calculados ainda em 2019. Essa defasagem, segundo ele, inviabilizou a tramitação do antigo projeto de lei, que permaneceu parado na Assembleia Legislativa.

Para evitar a aprovação de uma norma já considerada obsoleta, o tribunal afirma que elaborou novos estudos técnicos e comparativos com tabelas de outros estados, como São Paulo, Rondônia e Maranhão.

A principal mudança, de acordo com o TJ, foi a criação de novas faixas de cobrança que chegam até R$ 20 milhões, aplicando alíquotas decrescentes conforme o valor da transação. Até então, o teto máximo considerado nas tabelas do Acre era de apenas R$ 500 mil, “patamar muito abaixo da realidade atual do mercado imobiliário”, segundo o documento.

As novas tabelas foram divulgadas inicialmente pelo juiz aposentado Edinaldo Muniz, em seu perfil no Instagram. Foto: captada 

Impacto direto na população

Se por um lado o Tribunal assegura ganhos financeiros e maior autonomia orçamentária, do outro, quem realmente paga essa conta são os cidadãos.

• Pequenos proprietários podem ser impactados indiretamente, já que o mercado tende a repassar custos.
• Imóveis de médio e grande porte, alvo do aumento, terão despesas extras que recaem sobre compradores e vendedores.
• Em um estado onde a renda média da população já é baixa, qualquer reajuste pesa diretamente no bolso do trabalhador.

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11ª Copinha Arasuper vai ter 6 jogos para fechar 1ª fase

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Foto João Valente: Partidas do Sub-10 decidem os últimos classificados

A 11ª Copinha Arasuper de Futsal vai ter 6 partidas neste domingo, 15, e os confrontos irão finalizar a primeira fase da competição. Os jogos da categoria Sub-10 são valendo classificações e no Sub-12 e 14, os resultados definirão os duelos da segunda fase.

“São jogos importantes por vários aspectos. Tivemos a primeira fase com muitos e felizmente vamos fechar sem nenhum WO”, comentou o coordenador da Copinha, Auzemir Martins.

Partidas do Sub-14

Botafogo x Furacão do Norte

PSC x Bangu

Sub-12

Camisa 11 x Meninos da Vila

Barcelona do Calafate x Santa Cruz

Sub-10

Bombeiros Mirim x Escola Galvez

Flamenguinho x Botafogo

Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES

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AAVP promove torneio entre escolinhas na Arena Prainha Beach

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Foto AAVP: Uma nova geração de atletas sendo formada no vôlei de praia

A Associação Acreana de Vôlei de Praia(AAVP) promove neste sábado, 14, a partir das 14 horas, na Arena Prainha Beach, um torneio entre escolinhas. A competição vai colocar em quadra atletas entre 8 e 13 anos.

“O torneio terá 22 duplas. Esse número é recorde para os atletas mais novos e isso mostra o momento do vôlei de praia acreano. Trabalhar na formação é fundamental”, declarou o presidente da AAVP, professor Cláudio Baixinho.

Parceria com a FEAV

A AAVP e Federação Acreana de Voleibol(FEAV) firmaram uma parceria para a temporada de 2026 e o número de competições deve aumentar.

“Essa parceria com a federação será muito importante para a formação do nosso vôlei. A reunião com o presidente João Petrolitano foi bastante proveitosa”, avaliou Cláudio Baixinho.

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Rainhas da Bola terá semifinais na quadra do Lourenço Filho

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Foto cedida: Semifinais neste domingo devem ser bem equilibradas

As semifinais do Rainhas da Bola de Futsal serão disputadas neste domingo, 15, a partir das 8h40, na quadra do Colégio Lourenço Filho. Real Sociedade e Veneza decidem a primeira vaga para a decisão e na segunda semifinal a Assermurb enfrenta Porto Acre.

“Teremos semifinais bem equilibradas. As equipes entram em quadra sem vantagem e se os jogos terminarem empatados os finalistas serão definidos nas cobranças de penalidades”, explicou o coordenador do torneio, Marcelo Fontenele.

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