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Taxa de mortalidade por Covid-19 no Acre é a terceira menor da região Norte

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Apenas Pará e Tocantins possuem números inferiores ao Acre no ranque regional

A taxa de mortalidade por Covid-19 no Acre é, atualmente, de 183 óbitos para cada 100 mil habitantes, segundo o painel Coronavírus Brasil, do governo federal. O número é o terceiro menor da região Norte, na frente apenas do Pará (162,1) e Tocantins (172,9).

Possuem taxas maiores que o Acre no ranque regional o Amazonas (309,6), Rondônia (308,8), Roraima (259,3) e Amapá (191).

Nacionalmente, os acreanos ocupam a 17ª posição na tabela, perdendo, além do Pará e Tocantins, para Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba, Bahia, Maranhão, Rio Grande do Norte, Piauí e Alagoas.

O vizinho Amazonas lidera o ranque brasileiro, seguido de Rondônia. No Acre, o número de óbitos chegou nesta segunda-feira (17) a 1.620.

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Volta às aulas aumenta risco de doenças entre crianças; médico explica como fortalecer a imunidade

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Convívio social intenso, mudanças climáticas e sistema imunológico em desenvolvimento explicam o aumento de gripes, resfriados e infecções no período escolar

Com o retorno às aulas, é comum que pais e responsáveis percebam um aumento nos quadros de gripes, resfriados e infecções gastrointestinais entre crianças. O fenômeno é esperado e tem explicação médica. Segundo o médico e docente da Afya Cruzeiro do Sul, Caio Rodrigues, a combinação entre maior contato social, mudanças no clima e a imaturidade do sistema imunológico infantil favorece o adoecimento nesse período.

“O ambiente escolar amplia o contato entre crianças e, com isso, a circulação de vírus e bactérias se torna mais intensa, principalmente entre os mais novos, que ainda estão desenvolvendo suas defesas naturais”, explica o especialista.

Além do convívio social, as transições climáticas comuns no início do ano também contribuem para o surgimento ou agravamento de doenças respiratórias. “Mudanças de estação podem provocar infecções ou exacerbar quadros já existentes, como a asma”, alerta Caio Rodrigues.

Alimentação, sono e rotina fazem diferença

Para reduzir a frequência de adoecimentos, o médico destaca que o fortalecimento da imunidade passa por hábitos simples, mas essenciais no dia a dia das crianças. Alimentação equilibrada, hidratação adequada, sono de qualidade e prática de atividades físicas são pilares fundamentais.

“Vitaminas como A, C e D, além de minerais como ferro e zinco, têm papel direto no funcionamento do sistema imunológico. Uma alimentação balanceada impacta não apenas na prevenção de doenças, mas também no desenvolvimento físico e neurológico da criança”, afirma.

O sono também exerce papel decisivo. Crianças em idade escolar precisam dormir entre 9 e 11 horas por noite, mais do que os adultos. “Ter horário para acordar é importante, mas definir o horário de dormir é igualmente essencial para a imunidade”, reforça o médico.

Higiene e atenção aos sinais de alerta

No ambiente escolar, hábitos de higiene são aliados importantes para reduzir a transmissão de doenças. Lavar as mãos com frequência, evitar tocar o rosto e cobrir a boca ao tossir ou espirrar são medidas simples e eficazes.

Embora gripes e resfriados sejam comuns, alguns sinais indicam a necessidade de avaliação médica. “Dificuldade respiratória, febre alta persistente, sintomas que não melhoram após sete dias ou sinais de desidratação exigem atenção imediata”, orienta Caio Rodrigues.
Para um retorno às aulas mais saudável, o médico recomenda que pais e responsáveis mantenham uma rotina organizada, incentivem hábitos saudáveis e fiquem atentos aos sinais do corpo da criança. “A prevenção começa em casa e se reflete no ambiente escolar”, conclui.

Afya Amazônia

A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado do Acre conta com uma instituição de graduação (Afya Cruzeiro do Sul). Tem ainda onze escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Pará (4), Rondônia (2) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com 4 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM), Palmas (TO) e Porto Velho (RO).

Sobre a Afya

A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em http://www.afya.com.br e ir.afya.com.br.
Mais informações em http://www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

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Governo do Acre cria serviço estadual de loteria para financiar políticas sociais

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O governo do Acre sancionou a Lei nº 4.771 que institui oficialmente o Serviço de Loteria do Estado. A nova legislação foi instituída nesta segunda-feira, 26, e estabelece as bases para a exploração de modalidades lotéricas no território estadual, com o objetivo de gerar recursos destinados ao financiamento de políticas públicas sociais.

De acordo com o texto da lei, a loteria estadual poderá explorar apenas as modalidades autorizadas pela legislação federal. As apostas e a venda de bilhetes poderão ser efetuadas tanto em meio físico quanto virtual, sendo permitidas exclusivamente para pessoas maiores de 18 anos.

Os recursos arrecadados com o serviço deverão ser aplicados em áreas consideradas prioritárias pelo governo estadual, como desenvolvimento social, saúde pública, educação, esporte, proteção integral de crianças e adolescentes, promoção da dignidade da pessoa idosa e o Fundo de Previdência do Estado. A distribuição desses valores será detalhada em lei específica.

A responsabilidade pela exploração, autorização, credenciamento, controle e fiscalização dos serviços lotéricos caberá a um órgão estadual competente, que poderá executar as atividades de forma direta ou delegá-las a terceiros, por meio de concessão ou permissão, conforme a legislação de contratações públicas. No entanto, funções como fiscalização e controle não poderão ser delegadas.

A lei também prevê regras rigorosas de transparência e segurança. Os operadores deverão adotar sistemas que impeçam a adulteração de bilhetes físicos e digitais, além de comprovar práticas de jogo responsável e proteção a públicos vulneráveis.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Prefeitura de Brasiléia realiza melhorias em bueiros e pontos críticos no Ramal da Eletra

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Serviços no km 19 buscam minimizar danos causados pelas chuvas e garantir melhores condições de tráfego

A Prefeitura de Brasiléia, por meio da Secretaria Municipal de Obras, vem executando serviços de melhorias em bueiros e pontos considerados críticos no km 19 do Ramal da Eletra, zona rural do município.

No último sábado (24), equipe da Secretária de Obras, esteve no local para solucionar amenizar um problema em um bueiro que se rompeu em decorrência das fortes chuvas registradas na região. A intervenção teve como objetivo restabelecer a trafegabilidade e evitar novos transtornos aos moradores e usuários do ramal.

Além do Ramal da Eletra, a Secretaria de Obras segue monitorando outros pontos críticos nos ramais derivados do km 19. De acordo com a pasta, novas ações devem ser realizadas nos próximos dias para solucionar os problemas identificados e melhorar a infraestrutura viária da zona rural.

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