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Sem climatização e com falhas na infraestrutura, hospital de Brasiléia volta a viver o fantasma do abandono

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Com uma sensação térmica que parece beirar os 38 graus, servidores do Hospital Raimundo Chaar, em Brasileia, reclamam da falta de funcionamento dos condicionadores de ar. O setor de atendimento, ambulatório, sala de sutura, sala de pequenos procedimentos, maternidade e as salas de observação não possuem climatização. Plantonistas, grávidas e outros pacientes são obrigados a ficar no calor.

Com a falta de funcionamento do ar-condicionado central, o pronto-socorro é mantido com uma ventilação precária, dependendo de um equipamento que não consegue dar conta de todo o ambiente. A situação se agrava ao se olhar para o teto, que apresenta infiltrações, fissuras e rachaduras, dando a impressão de que a estrutura pode estar comprometida.

O forro de gesso da semi-intensiva também apresenta falhas que causam receio de acidentes na equipe que trabalha no local. O mesmo ambiente possui um espaço improvisado para o repouso de médicos, enquanto a sala de higienização também se transforma em uma copa.

A Diretoria do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) realizou duas visitas técnicas ao hospital, uma em 27 de abril e outra em 16 de agosto, tendo enviado relatórios ao Ministério Público Estadual, Conselho Regional de Medicina e Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre). Os documentos apontam ainda a sobrecarga de trabalho.

Ainda se constatou a falta de medicamentos, a ausência de prontuário eletrônico, além da carência de itens básicos, como colchões, lençóis e cadeiras quebradas, bem como falhas como a ausência de plantonistas na ultrassonografia, no raio-x e na tomografia durante o período noturno.

“Pelas omissões recorrentes, vale a pena questionar a possibilidade de responsabilização dos gestores que têm conhecimento das falhas, mas não realizam as mudanças necessárias”, finalizou a diretora Cibele Brígido.

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VIOLÊNCIA NO LIBERDADE: Mulher de 40 anos é assassinada a facadas dentro de casa

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Fabiane Pires de Oliveira apresentava ferimentos no pescoço e sinais de defesa nas mãos; autoria do crime ainda é desconhecida

Uma noite de horror marcou o bairro Liberdade, em Epitaciolândia, na noite desta segunda-feira, dia 2 de fevereiro. Fabiane Pires de Oliveira, de 40 anos, foi encontrada morta em sua residência, localizada na Rua São João Del Rei, vítima de golpes de arma branca (faca). O crime, que mobilizou a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, ainda cercado de mistério quanto à sua motivação.

Quarto da vítima foi revirado pelo suspeito que está sendo procurado.

De acordo com informações colhidas no local, o corpo foi descoberto por um vizinho por volta das 20h40. Ele relatou aos policiais do 6º Batalhão que havia ido à casa de Fabiane para tratar de um serviço combinado anteriormente, quando a encontrou caída, ensanguentada e ainda apresentando sinais vitais mínimos. O socorro foi acionado imediatamente, mas, ao chegarem, os bombeiros apenas puderam constatar o óbito.

O atual namorado da vítima informou que recebeu uma ligação por volta das 21h09 comunicando o ocorrido e se deslocou prontamente para o local, buscando auxílio na Delegacia de Polícia Civil e no quartel dos bombeiros.

Vítima apresentada ferimento de arma branca no pescoço e nas mãos, dando impressão que teria tentado se defender.

A perícia técnica, após realizar os procedimentos de praxe, identificou um ferimento profundo na lateral esquerda do pescoço, além de pequenas lesões na mão esquerda da vítima. Para as autoridades, essas marcas indicam que Fabiane tentou lutar por sua vida, caracterizando ferimentos de defesa.

O corpo foi retirado do local e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). Até o momento, nenhum suspeito foi preso e a Polícia Civil segue com as investigações para identificar o autor e a dinâmica do homicídio.

 

 

 

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Presidente da Câmara de Rio Branco destaca retomada dos trabalhos e pautas prioritárias para 2026

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Durante café da manhã que marcou o retorno das atividades parlamentares da Câmara Municipal de Rio Branco, o presidente do Legislativo, vereador Joabe Lira, falou sobre as expectativas para o ano legislativo, os desafios de um período eleitoral e a relação institucional com o Executivo municipal.

As sessões ordinárias serão retomadas nesta terça-feira (3), dando início oficialmente aos trabalhos após o recesso. Segundo Joabe Lira, apesar de 2026 ser um ano marcado por eleições nos âmbitos estadual e federal, a Câmara segue comprometida com a população da capital.

Presidente do Legislativo, vereador Joabe Lira, falou sobre as expectativas para o ano legislativo.

“É um ano politicamente muito corrido, mas nós, vereadores, já firmamos nosso compromisso com a população de Rio Branco. Vamos continuar trabalhando, lutando e buscando sempre o melhor para a cidade”, afirmou.

Entre as pautas consideradas prioritárias para este ano, o presidente destacou a votação do Plano Diretor, considerado fundamental para o ordenamento urbano e o desenvolvimento da capital acreana. De acordo com ele, a Câmara estará de portas abertas para receber a população, ouvir demandas e fortalecer o diálogo com a sociedade.

“A partir de amanhã estaremos na Câmara recebendo a população, conversando, dialogando e sempre buscando o bem-estar do povo de Rio Branco”, reforçou.

Joabe Lira também comentou sobre a possível mudança na gestão municipal a partir de abril, caso o prefeito Tião Bocalom confirme a renúncia para disputar o Governo do Estado. Nesse cenário, o vice-prefeito Alysson Besteneassumiria o comando do Executivo.

Segundo o presidente da Câmara, a relação com o eventual novo prefeito deverá ser harmoniosa. “O Alysson é um amigo de longas datas. Já conversamos muito e, se isso acontecer, tenho certeza de que vamos continuar trabalhando juntos, com diálogo, respeito e união, sempre em favor da população de Rio Branco”, concluiu.

O encontro simbolizou o clima de retomada dos trabalhos legislativos e a disposição do Parlamento municipal em manter a produtividade registrada nos últimos anos.

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Polícia apreende mais de 34 kg de maconha na Transacreana e prende quatro pessoas por tráfico

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Uma ação integrada das forças de segurança resultou na apreensão de mais de 34 quilos de maconha e na prisão de quatro pessoas na madrugada deste domingo (1º), na rodovia AC-90, conhecida como Estrada da Transacreana, zona rural de Rio Branco.

A ocorrência teve início após a Polícia Militar, por meio de uma guarnição do Patrulhamento Rural (PR), receber informações repassadas pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), em conjunto com o Grupo Especial de Operações em Fronteira (GEFRON). A denúncia indicava que uma dupla em uma motocicleta azul estaria transportando drogas do município de Assis Brasil com destino à capital acreana.

De posse das informações, os policiais se deslocaram até as proximidades do Seringal Porongaba, na região do Riozinho, onde localizaram dois suspeitos sentados em um ramal, em uma motocicleta com as mesmas características descritas. Durante a abordagem, os homens foram identificados como Rodrigo da Silva Conceição, de 22 anos, e Lucas Vicente Cavalcante, de 24 anos.

Questionados, os suspeitos alegaram que haviam parado para comprar bebida alcoólica e que seguiam para uma festa. No entanto, a versão levantou suspeitas, especialmente porque Rodrigo já é conhecido das forças de segurança por envolvimento com o tráfico de drogas, utilizando ramais da zona rural para despistar ações policiais.

Durante buscas na área, os militares localizaram duas mochilas escondidas, contendo 34 tijolos de entorpecente, aparentando ser maconha. Após a pesagem, a droga totalizou pouco mais de 34 quilos. Diante da descoberta, a dupla confessou a posse do material ilícito, mas não revelou o destino da droga.

Rodrigo e Lucas receberam voz de prisão por tráfico de drogas, e a motocicleta utilizada no transporte do entorpecente foi apreendida.

No deslocamento para a delegacia, a guarnição da Polícia Militar encontrou uma equipe do GEFRON, que já havia detido um casal identificado como João Marcos Bezerra de Araújo, de 33 anos, e Matilde Freire de Abreu, de 44 anos. Conforme as investigações, o casal seria o responsável por receber a droga. Rodrigo confessou que o entorpecente era de sua propriedade e que Matilde foi detida enquanto observava a movimentação policial pelo ramal.

Diante das evidências, os quatro envolvidos receberam voz de prisão e foram encaminhados à Superintendência da Polícia Federal em Rio Branco, juntamente com a droga e a motocicleta apreendida, para a adoção das medidas legais cabíveis.

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