Cotidiano
Segurança usa helicóptero para reforçar ações dentro da Cidade do Povo após 4 mortes no bairro
Helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) fez voos em vários bairros da capital acreana.
Por Alcinete Gadelha — Rio Branco
Após o registro de quatro mortes do conjunto Habitacional Cidade do Povo, A Segurança fez ações com helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) no combate à criminalidade, em Rio Branco.
Na manhã desta sexta-feira (17), foram feitos vôos em vários pontos, segundo informou o piloto Alexandre Vasconcelos.
“O Ciopaer tem condições técnicas de promover um suporte operacional considerável pela velocidade que o helicóptero tem de fazer uma cobertura de 32 viaturas e o deslocamento rápido entre um bairro e outro, então a Secretaria de Segurança determinou que a gente prestasse esse apoio devido ao momento crítico da criminalidade que a gente está passando”, disse.
Antônio José de Oliveira da Conceição, de 39 anos, foi morto na noite desta quinta-feira (16), em frente a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), do conjunto, o que desencadeou a ação.
Só em janeiro, esta é quarta pessoa executada no bairro. Felipe Ramon Lima de Moraes, de 22 anos, foi morto com vários disparos de arma de fogo, no dia 3 de janeiro, após um trio arrombar a porta de trás da casa dele.
No mesmo dia, em um período de 8 horas, Rosemilda Oliveira da Silva, de 26 anos, foi morta com ao menos quatro tiros no mesmo bairro. Ela também teve a casa invadida por uma dupla que entrou no quarto dela, efetuou os disparos e fugiu logo em seguida.
Ainda no conjunto, Antônio José Bernardo de Oliveira, 29 anos, foi assassinado a tiros no dia 14. Durante a ação, Vasconcelos diz que a comunicação com o pessoal de solo é feita via rádio e a equipe pode ser acionada para fazer alguma perseguição ou monitoramento.
“E o que a gente observa aqui também é transmitido para o pessoal de solo e, se for preciso, a gente faz uma contenção, uma perseguição com muita agilidade”, pontuou.
Os voos estão sendo feitos em toda cidade, com observação de meia hora em cada localidade, conforme informou Vasconcelos.
Mudanças
O delegado responsável pela regional do bairro, Jarlem Alexandre, em entrevista à Rede Amazônica, disse que algumas mudanças devem ocorrer para melhorar a segurança no bairro.
“Por uma decisão do governo e da Secretaria de Segurança Pública, haverá a implantação da primeira base de Segurança Pública aqui na Cidade do Povo. Haverá uma guarnição exclusiva para o projeto, para atender as ocorrências de forma mais célere e uma guarnição também da Polícia Militar”, informou.
O delegado disse que nesse primeiro momento, apenas a PM vai integrar a base junto com a Polícia Civil, mas depois, o Iapen [Instituto de Administração Penitenciária] e outros órgãos de segurança também devem fazer parte da base.
“Haverá maior interação de informações entre a PM e Polícia Civil para a gente poder realizar um melhor serviço à população. A gente espera que alguns aspectos de estrutura sejam melhorados para melhorar o atendimento”, conclui.
Colaborou Quésia Melo da Rede Amazônica Acre
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Nuvens carregadas persistem no Acre nesta sexta-feira, alerta Censipam
De acordo com o órgão, o oeste acreano terá céu nublado a encoberto, com possibilidade de chuva a qualquer hora do dia. Já na capital, Rio Branco, e nas demais regiões, o sol aparece entre muitas nuvens
O Acre segue sob influência de instabilidade atmosférica nesta sexta-feira (7), conforme o Centro Gestor do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam). O fluxo de umidade em baixos níveis da atmosfera mantém o tempo fechado em grande parte do estado.
De acordo com o órgão, o oeste acreano terá céu nublado a encoberto, com possibilidade de chuva a qualquer hora do dia. Já na capital, Rio Branco, e nas demais regiões, o sol aparece entre muitas nuvens.
Confira abaixo as temperaturas por região.
Alto Acre
Em Assis Brasil, Brasiléia, Epitaciolândia, Capixaba e Xapuri as temperaturas oscilam entre a mínima de 21°C e a máxima de 33ºC.
Baixo Acre
Mínima de 22°C e máxima de 32ºC são as temperaturas registradas em Acrelândia, Bujari, Plácido de Castro, Porto Acre, Senador Guiomard e Rio Branco.
Vale do Juruá
Já em Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Waltere Rodrigues Alves os termômetros ficam entre 23ºC e 31ºC.
Vale do Purus
Em Manoel Urbano, Santa Rosa do Purus e Sena Madureira faz entre 22ºC e 31ºC.
Vale do Tarauacá/Envira
Por fim, em Feijó, Tarauacá e Jordão as temperaturas variam entre 23ºC e 31ºC.
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Após veto, PL que proíbe nomeação de condenados por violência doméstica e sexual é reapresentado em Rio Branco
Vereadora Elzinha Mendonça apresentou novamente, na última quarta (5), o Projeto de Lei que proíbe a nomeação em cargos públicos municipais. Prefeito Tião Bocalom vetou PL em 2024
A vereadora Elzinha Mendonça apresentou novamente, na última quarta-feira (5), o Projeto de Lei que proíbe a nomeação de pessoas condenadas por violência doméstica ou familiar e sexual em cargos públicos municipais. O PL foi vetado pelo prefeito Tião Bocalom no início de dezembro do ano passado depois de ter sido aprovado pela Câmara de Vereadores da capital.
O veto se baseou no entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a caracterização de condenações anteriores e penas já cumpridas como maus antecedentes. Além disso, o veto questionou a competência do legislativo municipal para tratar sobre o tema.
Cerca de dois meses depois, a vereadora justificou que atualizou a redação do PL, fez os ajustes sugeridos pela Procuradoria Jurídica da Câmara Municipal e que o projeto mantém o mesmo objeto e essência da versão anterior.
“Trata-se de uma medida que encontra sustentação tanto no ordenamento jurídico brasileiro quanto em princípios sociais e éticos fundamentais, e que se justifica pelo imperativo de se garantir que o exercício de funções públicas, especialmente em cargos administrativos e políticos, seja pautado pela moralidade, integridade e respeito aos direitos humanos”, disse.
Aprovação do projeto
Os vereadores de Rio Branco aprovaram, em outubro do ano passado, o projeto proibindo a nomeação de pessoas condenadas por violência doméstica ou familiar e sexual em cargos públicos municipais, durante sessão no dia 24 de outubro. Na ocasião, o Projeto de Lei Ordinária (PLO) n.º 28/2024 foi aprovado por sete votos a um.
“A aludida vedação inicia com a certificação do trânsito em julgado da decisão judicial de condenação definitiva e se encerra com a sentença judicial que julga extinta a punibilidade pelo cumprimento integral da pena”, afirmava o paragrafo único do PLO.
A proibição, segundo o texto, seria válida apenas após o trânsito em julgado e durante o cumprimento da pena.
O texto revogava a Lei 2.321/2019, de autoria do então vereador Mamed Dankar, aprovado em uma legislatura anterior. Elzinha reconheceu que um projeto semelhante já havia sido aprovado, mas afirmou que este amplia para além da violência doméstica, que era a abrangência do texto anterior.
O único parlamentar que votou contra o projeto foi o vereador não reeleito Arnaldo Barros (Podemos). Para ele, o texto dava margem para injustiças, e culpou até mesmo a imprensa por supostas “armações”.
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Gerido por Marina Silva, Fundo Amazônia recebeu R$ 990 milhões em 2024
Os Estados Unidos fizeram o terceiro maior repasse, de R$ 276 milhões, equivalente a 28% do total. A continuidade das doações norte-americanas, porém, está sob risco após a posse de Donald Trump na presidência
Gerido pela ministra de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, a acreana Marina Silva, o Fundo Amazônia recebeu R$ 990 milhões em doações em 2024. O valor é 5 vezes maior que o registrado em 2023, quando arrecadou R$ 150 milhões.
O Fundo Amazônia foi criado em 2008 e é a principal ferramenta de captação de recursos internacionais para preservação e desenvolvimento sustentável na Amazônia Legal. Os recursos são destinados a projetos de prevenção e combate ao desmatamento, além de iniciativas de conservação florestal.
O montante dos recursos foi alcançado após o fundo ficar paralisado de 2019 a 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro. Reino Unido, Noruega, Estados Unidos, Alemanha, Dinamarca e Japão foram os países doadores em 2024. Em 2023, apenas Alemanha, Estados Unidos e Suíça haviam contribuído.
Os Estados Unidos fizeram o terceiro maior repasse, de R$ 276 milhões, equivalente a 28% do total. A continuidade das doações norte-americanas, porém, está sob risco após a posse de Donald Trump na presidência. Trump declarou que retirará o país do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas, da Organização das Nações Unidas (ONU), e desfará medidas ambientais do governo Joe Biden.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), administrador do fundo, negocia novos repasses de R$ 400 milhões nas próximas semanas – R$ 314 milhões do Reino Unido e R$ 86 milhões da Dinamarca.
Criado em 1º de agosto de 2008, o Fundo Amazônia tem como principal objetivo captar recursos para investir em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, bem como para promover a conservação e o uso sustentável da Amazônia Legal.
Combate a incêndios no MT
No último dia 24, o Ministério de Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) anunciou que o Fundo Amazônia destinará R$ 45 milhões para fortalecer a estrutura do Corpo de Bombeiros Militar do estado do Mato Grosso.
Mato Grosso é o oitavo estado a receber apoio para ações de prevenção e combate a incêndios florestais, que totalizam R$ 405 milhões do Fundo, em valores não reembolsáveis, na Amazônia Legal. O projeto compreende aquisição de um helicóptero e acessórios, capacitação de agentes públicos, sensibilização de comunidades locais e formação de brigadas, ampliando os serviços prestados pela corporação.
A destinação de recursos para os estados da Amazônia Legal que apresentarem projetos para prevenção e combate a incêndios foi aprovada pelo Comitê Orientador do Fundo Amazônia (COFA) em 2023, após a retomada do Fundo e do comitê.
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