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Saiba quais países tiveram visto de imigração para os EUA suspenso

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Os Estados Unidos suspenderão, a partir do dia 21 de janeiro, a emissão de visto de imigrante para cidadãos de 75 países – entre eles, o Brasil. A medida foi anunciada em comunicado emitido na quarta-feira (14) pelo Departamento de Estado dos EUA. Vistos de turismo continuarão sendo emitidos.

Além do Brasil, integram a lista países como Rússia, Irã, Iraque, Colômbia, Uruguai, Cuba, Haiti, Iêmen. Diversos países do continente africano e asiático também foram incluídos.

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Já a Argentina, país cujo presidente Javier Milei compartilha de posicionamentos ideológicos similares ao de Trump, não foi incluída na lista.

De acordo com o comunicado, a medida decorre de uma “revisão completa” que vem sendo feitas nas políticas, regulamentos e diretrizes estadunidenses “para garantir que imigrantes desses países de alto risco não utilizem benefícios de programas de assistência social nos Estados Unidos ou se tornem um encargo público”.

A nota lembra que o presidente Donald Trump “tem deixado claro que imigrantes devem ser financeiramente autossuficientes e não representar um fardo financeiro para os americanos”.

Veja quais são os países que terão a emissão de visto de imigrantes suspensa:

  1. Afeganistão
  2. Albânia
  3. Antígua e Barbuda
  4. Argélia
  5. Armênia
  6. Azerbaijão
  7. Bahamas
  8. Bangladesh
  9. Barbados
  10. Belarus
  11. Belize
  12. Bósnia
  13. Brasil
  14. Butão
  15. Cabo Verde
  16. Camarões
  17. Camboja
  18. Cazaquistão
  19. Colômbia
  20. Costa do Marfim
  21. Cuba
  22. Dominica
  23. Egito
  24. Eritreia
  25. Etiópia
  26. Fiji
  27. Gâmbia
  28. Gana
  29. Geórgia
  30. Granada
  31. Guatemala
  32. Guiné
  33. Haiti
  34. Iêmen
  35. Irã
  36. Iraque
  37. Jamaica
  38. Jordânia
  39. Kosovo
  40. Kuwait
  41. Laos
  42. Líbano
  43. Libéria
  44. Líbia
  45. Macedônia do Norte
  46. Marrocos
  47. Mianmar
  48. Moldávia
  49. Mongólia
  50. Montenegro
  51. Nepal
  52. Nicarágua
  53. Nigéria
  54. Paquistão
  55. Quirguistão
  56. República Democrática do Congo
  57. República do Congo
  58. Ruanda
  59. Rússia
  60. Santa Lúcia
  61. São Cristóvão e Névis
  62. São Vicente e Granadinas
  63. Senegal
  64. Serra Leoa
  65. Síria
  66. Somália
  67. Sudão
  68. Sudão do Sul
  69. Tailândia
  70. Tanzânia
  71. Togo
  72. Tunísia
  73. Uganda
  74. Uruguai
  75. Uzbequistão

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL

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Quem era Ali Khamenei, líder supremo do Irã morto neste sábado (28/2)

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Imagem colorida de líder iraniano Ali Khamenei -- Metrópoles

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, neste sábado (28/2), após ataques dos exércitos norte-americano e israelense a Teerã. Líder religioso e político, o aiatolá Khamenei ocupou o cargo mais importante do país ao longo de três décadas, em um regime marcado pela repressão a opositores e duras políticas de costumes.

Khamenei nasceu em 1939 na cidade de Mashhad, no leste do Irã. Sua formação religiosa e política teve início na década de 1960, por meio de movimentos que questionavam o regime do então xá Mohammad Reza Pahlevi.

Ele estudou religião em Qom, e foi influenciado pelo pensamento do aiatolá Ruhollah Khomeini, que liderava a oposição conservadora a partir do exílio. Khamenei se aproximou do movimento de Khomeini, e logo estava ajudando a organizá-lo e executando missões em território iraniano.

Tornou-se aliado próximo de Khomeini durante os protestos de 1978 que antecederam a Revolução Iraniana, dos quais participou ativamente. Em 1980, quando Khomeini já era líder supremo do Irã, foi escolhido para ser o imã, responsável pela tradicional oração de sexta-feira em Teerã.

Em junho de 1981, ele sofreu um atentado a bomba que paralisou seu braço direito para sempre. No mesmo ano, aos 42 anos de idade, foi eleito presidente do Irã, com 95% dos votos. Ele foi o primeiro clérigo a assumir o cargo. Foi reeleito em 1985, e exerceu o posto até 1989, quando seu líder e mentor Khomeini morreu de ataque cardíaco, aos 89 anos de idade.

Já no poder, Khamenei agiu para consolidar seu poder e neutralizar oponentes, guiado pelos seus princípios externados na revolução de 1979, inclusive o combate ao liberalismo, à influência dos Estados Unidos e ao que ele via como desvios dos costumes islâmicos.

Ao longo dos anos, influenciou a formulação e execução de políticas no país, e fomentou o culto à sua personalidade. Em mais de 35 anos no poder, Khamenei enfrentou diversas ondas de protestos, todos reprimidos com violência, enquanto manteve uma política de linha dura em relação a costumes. Seu governo foi acusado de matar opositores exilados, e reprimiu jornalistas e intelectuais não alinhados o regime.

Nos últimos meses, a administração sofreu desgastes por conta da situação econômica do país, resultando em protestos violentos que deixaram milhares de mortos.

Ataques dos EUA e Israel ao Irã

O ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã deixou 201 pessoas mortas e 747 feridas no país, de acordo com a mídia local. As ofensivas começaram na madrugada deste sábado.

Em um primeiro momento, o ministro da Defesa de Israel afirmou que a ação tinha como objetivo “eliminar ameaças” e denominou a ofensiva de “Operação Fúria Épica”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o ataque teve como objetivo acabar com ameaças aos norte-americanos, que seriam as armas nucleares supostamente em posse do Irã. Em resposta, o regime iraniano atacou bases americanas no Oriente Médio.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Presidente da CPMI notifica Coaf sobre quebra de sigilo de Lulinha

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HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
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O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse, nesta sexta-feira (27/02), que já notificou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”.

Na quinta-feira, o colegiado aprovou a transferência de informações bancárias e telemáticas do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A cúpula da CPMI disse ter notificado o Coaf no mesmo dia da votação. Ainda segundo o senador, o prazo de envio é de cinco dias úteis.

A votação foi contestada pela base do governo, que alegou se tratar de uma manobra fraudulenta da oposição na comissão. O pleito se deu em votação simbólica e em bloco, ou seja, vários requerimentos foram votados de uma única vez.

Governistas alegam que tinham 14 parlamentares em pé se manifestando contra os requerimentos que estavam sendo votados, enquanto Viana diz que contou somente sete e deu os requerimentos por aprovados. A votação acabou em uma briga generalizada.

A palavra final, porém, deverá ser do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que foi acionado pelo governo sobre a suposta fraude. Nesta sexta, o senador amapaense solicitou as imagens do colegiado para tomar uma decisão.

“Todos os requerimentos aprovados foram formalizados e encaminhados ainda ontem, sem qualquer atraso ou postergação. A CPMI cumpre rigorosamente suas decisões e seguirá executando cada medida aprovada pelo colegiado, com transparência, responsabilidade e estrita observância legal”, disse Carlos Viana em publicação nas redes sociais.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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STF determina cumprimento imediato de decisões sobre penduricalhos

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Breno Esaki/Metrópoles
Gilmar Mendes concede entrevista ao Metrópoles. Brasília (DF),

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta sexta-feira (27/2), que todos os Ministérios Públicos estaduais cumpram de imediato as decisões da ADI 6.606 que limitam o pagamento de verbas retroativas, chamadas de “penduricalhos”. Além disso, ele pediu especificamente ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) informações sobre descumprimento das decisões dadas por ele.

O decano destacou a proibição expressa de qualquer tipo de adiantamento de verbas. A decisão diz que apenas podem ser pagos valores retroativos já reconhecidos administrativamente e que estivessem previamente programados no cronograma original, respeitando as disponibilidades orçamentárias existentes.

Gilmar Mendes requisitou, , informações do MPRJ, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) sobre o cumprimento das ordens judiciais.

O despacho reforça que as instituições estão proibidas de realizar reprogramações financeiras que visem concentrar, acelerar ou ampliar desembolsos. Também não é permitida a inclusão de novas parcelas ou de beneficiários que não constasse no planejamento original.

O ministro Gilmar Mendes alertou que qualquer desobediência será considerada ato atentatório à dignidade da Justiça. O descumprimento poderá acarretar investigações nas esferas administrativa, disciplinar e penal, além da obrigação de devolução imediata dos valores pagos indevidamente.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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