Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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Quadro grave de Covid-19 causa perda de massa muscular, apontam estudos

O hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, pretende iniciar um novo protocolo para esses pacientes, incluindo reforço muscular e fisioterapia, mesmo na UTI – Foto: CNN
Da CNN
Pacientes com Covid-19 em estado crítico perdem até 2% de massa muscular por dia de internação em Unidade de Tratamento Intensiva (UTI).
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A conclusão é de dois estudos do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
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O primeiro estudo analisou 140 pacientes idosos que passaram pelo hospital. Sem o novo coronavírus, eles foram submetidos a procedimentos cirúrgicos e tiveram a massa muscular analisada.
A conclusão foi que esses pacientes com mais massa muscular têm menos riscos de contrair outras doenças, incluindo o novo coronavírus, durante o pós-operatório.
A partir desse resultado, outro estudo com 40 pacientes, que estavam em estado moderado ou grave com Covid-19, chegaram a perder entre 1% a 2% de massa muscular por dia. Ou seja, se ficarem dez dias na UTI poderiam chegar a perder 10% de massa muscular.
Segundo o corpo médico e clínico do hospital, trata-se de uma perda extremamente perigosa e grave. Isso porque aumenta o risco desses pacientes contraírem outros tipos de infecção, além de terem comorbidades agravadas por conta disso.
Com essas conclusões, o hospital pretende iniciar um novo protocolo para esses pacientes, incluindo reforço muscular e fisioterapia, mesmo na UTI.
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Deu no Acremais: pelo menos dois dos oito candidatos que disputam o Governo de Pando, dois são do Agro
Por Wanglézio Braga
O Departamento de Pando, na Bolívia, que faz fronteira direta com o Brasil pelo Acre, entra no calendário eleitoral de 2026 com eleições marcadas para o dia 17 de março. O pleito vai escolher governador, representantes para o parlamento (Câmara e Assembleia Legislativa), além dos prefeitos municipais. O processo eleitoral em Pando desperta atenção estratégica no Acre, já que o departamento boliviano é um dos principais consumidores de produtos acreanos, especialmente da agricultura familiar, fortalecendo o intercâmbio econômico na fronteira Brasil–Bolívia.
Dos dois candidatos ao governo de Pando, dois possuem ligação direta com o setor do agronegócio. Entre eles está Ana Lúcia, do MTS, atual prefeita de Cobija, que trabalha com a exportação de frutas amazônicas e a industrialização do açaí. Também integra esse grupo Rodolfo Añez Domínguez, da FSUTCP, empresário com atuação na indústria e na exportação de café, atividade que dialoga diretamente com cadeias produtivas do Acre em especial do Alto Acre.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.








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