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Quem deve assumir a vaga de Manuel Marcos? Leo de brito, Bocalom ou Railson Correia. Com a queda de Juliana, Pedro Longo assume na Aleac

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O Tribunal Regional Eleitoral deverá notificá-lo nos próximos dias para que tome posse do cargo.

Com Marcos Venicios

O ex-deputado federal e advogado Léo de Brito (PT) deverá assumir a cadeira de deputado federal que ficará vaga com a cassação do deputado federal Manuel Marcos (Republicanos) confirmada na noite desta terça-feira, 22, pelo Tribunal Superior Eleitoral.

O petista de 39 anos que teve 14.881 votos nas eleições de 2018 e ficou na primeira suplência da chapa da Frente Popular foi beneficiado pela decisão dos ministros da Corte Superior que entenderam que os votos do parlamentar da Igreja Universal deveriam anulados. O Tribunal Regional Eleitoral deverá notificá-lo nos próximos dias para que tome posse do cargo.

A reportagem, Léo do PT, como é mais conhecido, confirmou que pelos cálculos do partido e com a decisão confirmada pelo TSE, ele deverá assumir a cadeira. Atuando na advocacia e como professor universitário desde que deixou Brasília em 2019, Léo se disse surpreso pela decisão célere e afirmou que deverá mudar todo o contexto de sua vida.

“Eu estava advogando, dando aula, seguindo minha vida normalmente sem pensar nisso. Evitei não interferir no processo. Evitei dar declarações. Deixei nas mãos da justiça e isso foi resolvido sem eu ficar esperando. Agora é esperar e tentar fazer o melhor melhor trabalho possível em Brasília.

Léo de Brito afirmou que após a decisão do TSE já conversou com a liderança do PT na Câmara e se colocou a disposição.

Confiante no PSL, Bocalom acredita que vai ser deputado federal e manda recado “aos avexados do poder”

Quem pensa que a vaga deixada por Manuel Marcos (Republicanos) em Brasília, após a cassação definitiva pelo Tribunal Superior Eleitoral, não iria causar disputa, enganou-se.

Foi só anunciar que Léo de Brito (PT), como também Railson Correia (Podemos), onde seriam  um dos escolhidos na recontagem dos votos pelo TRE/AC, que Tião Bocalom apareceu para requerer o direito.

Candidato em 2018 pelo PSL e atualmente no Progressistas, cogita-se que Bocalom não tem mais direito à vaga por ter deixado o partido de origem. Nesse sentido, os votos seriam do Partido e não do candidato. Mas, após o julgamento, Bocalom usou as redes sociais para dizer que está no páreo.

“Aos avexados do poder, segue minha carta de liberação do PSL”, escreveu Tião Bocalom deixando claro que saiu do PSL “pacificamente” e que a sigla “não vai se opor e nem reivindicar o possível mandato parlamentar federal”.

Bom frisar

A decisão tem efeito imediato, não aguardando nem a publicação da sentença.

Os dois já não são mais deputados.

A Justiça eleitoral acreana vai divulgar nova convocação de eleitos. Essa recontagem é o cerne da questão: quem assume a vaga de deputado federal? Bocalom ganha a legenda, Léo de Brito consegue a legenda ou Railson Correia herda os votos?

Já o juiz aposentado Pedro Longo, de 56 anos, que foi candidato a deputada estadual pelo PV em 2018 e obteve 3.570, deverá assumir a vaga que será deixada pela deputada Juliana Rodrigues (Republicanos), que teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral na noite desta terça-feira, 22.

Com os votos de Juliana anulados pela corte superior, o Tribunal Regional Eleitoral do Acre deverá confirmar o magistrado aposentado na vaga.

A reportagem, Longo afirmou que nesse primeiro momento o processo burocrático de cassação e posse deverá perdurar por poucos dias, mas que se coloca no parlamento para trabalhar dobrado.

“Eu vou trabalhar dobrado. Quase 2 anos de legislatura se passaram, mas acredito que posso render bons frutos na casa com projetos e propostas viáveis. Quero poder ajudar o meu estado, principalmente nesse período da pandemia. Precisamos de ideias novas”, disse.

Se colocando como um “conciliador”, Pedro afirmou que esse será o tom que tocará seu trabalho na Aleac. “Eu respeito o governador Gladson, a prefeita Socorro, somos parceiros e entendo que o melhor para o Acre nesse momento é a união. Espero poder fazer um bom trabalho e representar bem o eleitorado”, justificou.

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