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PRF apreende arma artesanal durante fiscalização na BR-364

Durante uma fiscalização de rotina realizada na manhã desta terça-feira, 08, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma arma de fogo de fabricação artesanal no município de Senador Guiomard (AC). A ação ocorreu por volta das 10h15, no quilômetro 65 da BR-364, e resultou na prisão de um passageiro por porte ilegal de arma de fogo.
Os agentes da PRF abordaram um veículo de transporte coletivo quando perceberam o comportamento suspeito de um dos ocupantes, que demonstrou nervosismo incomum durante a inspeção. Ao revistar a bagagem do passageiro, os policiais encontraram uma arma artesanal calibre .22.
O homem recebeu voz de prisão imediatamente. Segundo a PRF, ele não apresentou resistência e não foi necessário o uso de algemas, já que não oferecia risco à segurança dos agentes ou possibilidade de fuga. Após a lavratura do Boletim de Ocorrência na Unidade Operacional da PRF, o suspeito foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Senador Guiomard. Além da arma, também foram apreendidos seu celular e documentos pessoais.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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