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Poucas chuvas e crise do Amapá vão deixar conta de luz mais cara no Acre

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As principais usinas perto do Acre, como Jirau e Samuel, em Rondônia, estão operando com limitações, por causa do baixo volume de água do Rio Madeira, que se encontra em seus níveis históricos mais baixos.

A Tribuna

As tarifas de luz em todo o Brasil estão sendo pressionadas pela seca no país, principalmente na Amazônia e serão ainda mais pela necessidade de medidas e gastos por causa do apagão do Amapá, que demandam a contratação de térmicas tanto para poupar água nos reservatórios das hidrelétricas quanto para garantir o abastecimento daquele estado.

Essa conta será paga pelos consumidores de todo o país e aumentos da conta de luz, segundo o governo federal, serão inevitáveis, mesmo com as empresas privatizadas.

Esta semana, em reunião extraordinária, o CMSE (Conselho de Monitoramento do Setor Elétrico) decidiu manter a operação de térmicas a gás natural no país e ampliou a autorização para que a Eletronorte contrate usinas emergenciais a óleo para o Amapá.

No primeiro caso, os custos são repassados à conta de luz de todos os brasileiros por meio das bandeiras tarifárias cobradas na conta de luz. No segundo, a conta vem via encargos setoriais pagos pelos consumidores de eletricidade. O tamanho da conta vai depender de quanto tempo as medidas serão necessárias.

Desta maneira, é possível que a bandeira vermelha nas contas, que aumenta o custo da energia, seja uma realidade duradoura. As principais usinas perto do Acre, como Jirau e Samuel, em Rondônia, estão operando com limitações, por causa do baixo volume de água do Rio Madeira, que se encontra em seus níveis históricos mais baixos.

Em comunicado, o MME (Ministério de Minas e Energia) diz que, apesar do aumento das chuvas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, o volume verificado nas outras principais bacias se mantém abaixo dos níveis históricos. Com isso, decidiu manter medidas excepcionais para preservar os reservatórios das hidrelétricas. Com o linhão, a energia pode percorrer o país, mas quando todos os reservatórios se encontram em nível baixo, é preciso acionar as termoelétricas, de custo mais elevado na geração de energia.

Essa conta vai para o bolso do consumidor.

Segundo dados do ONS, o volume de geração de energia por usinas térmicas no país atingiu no fim de outubro os maiores patamares desde 2017. Nesta segunda, 22,5% da energia gerada no sistema elétrico nacional vinha de usinas desse tipo.

O acionamento de térmicas mais caras é comum nesta época do ano, quando as hidrelétricas estão com níveis mais baixos após o inverno, quando as chuvas são mais escassas. Neste ano, ocorre em um momento de recuperação da demanda por eletricidade após o fim da fase mais crítica da pandemia.

Em junho, ainda em um cenário de redução de consumo, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) decidiu manter a bandeira verde, sem cobrança adicional na conta de luz, até dezembro. Mas o custo deve ser repassado ao consumidor no momento das revisões tarifárias das distribuidoras, dizem especialistas.

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Empresário morre após caminhão capotar na BR-317; pneu estourado causou acidente

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Eloides Israel Frantz, 43 anos, ficou preso às ferragens e não resistiu; passageiro foi arremessado e socorrido em estado grave

Israel era empresário, proprietário da Marmoraria Prime, e também atuava como pastor em uma igreja. Ele era casado e deixa dois filhos pequenos. Foto: cedida 

Uma falha mecânica terminou em tragédia na tarde desta sexta-feira (04) na BR-317, trecho que liga o Acre ao Amazonas. O empresário Eloides Israel Frantz, 43 anos, morreu após o caminhão que dirigia capotar na Estrada de Boca do Acre.

O caminhão modelo HR seguia de Boca do Acre (AM) para Rio Branco (AC) com o empresário e um funcionário quando um pneu dianteiro estourou repentinamente, causando a perda de controle do veículo. O caminhão capotou múltiplas vezes na pista e Eloides ficou preso às ferragens e morreu no local e o passageiro foi arremessado para fora da cabine e socorrido pelo SAMU em estado grave. Vítima era dono de marmoraria em Rio Branco.
Eloides Israel era proprietário da Marmoraria Prime, no bairro Floresta Sul, e deixa esposa e dois filhos. Conhecido no ramo da construção civil, o empresário viajava frequentemente para negócios entre os dois estados.

Uma Operação de resgate foi realizada por uma equipe do Corpo de Bombeiros que precisou usar equipamentos de corte para remover o corpo. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) isolou o trecho para perícia e o caminhão foi removido no fim da tarde, mas a pista ficou interditada por 3 horas.

Este é o 3º acidente grave neste trecho em 2024. Moradores reclamam da falta de manutenção preventiva na BR-317, onde buracos e asfalto irregular aumentam riscos de estouros de pneu. A família do empresário deve liberar nota oficial neste sábado (05) sobre os preparativos para o velório, que deve ocorrer em Rio Branco.

Eloides Israel Frantz ficou preso às ferragens e morreu ainda no local. A remoção do corpo só foi possível horas depois, já durante a noite e sob chuva intensa. Foto: cedida 

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Prefeito pede apoio a Nicolau Jr para incluir Assis Brasil na zona de livre comércio

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Jerry apresentou a equipe de secretários e pediu apoio para destravar o processo de inclusão de Assis Brasil em área de livre comércio

O presidente Nicolau Jr agiu rápido e garantiu que já irá protocolar na ALEAC entre o parlamento estadual e a bancada federal para garantir que Assis Brasil também seja incluído na área de livre comércio. Foto: assessoria 

Ao receber pela primeira vez no exercício do mandato de prefeito de Assis Brasil, a visita oficial de um presidente do legislativo estadual, Jerry Correia colocou em pauta um assunto que classificou como injustiça.

O gestor recebeu na manhã desta sexta feira,4, no gabinete, o presidente da ALEAC Nicolau Jr e o líder do governo Manoel Moraes, numa agenda institucional. Jerry apresentou a equipe de secretários e pediu apoio para destravar o processo de inclusão de Assis Brasil em área de livre comércio.

“Assis Brasil é o município mais injustiçado do país. Estamos na fronteira de dois países e somos porta de entra e saída das exportações, mas não somos reconhecidos. Estou pedindo o apoio do presidente Nicolau e a união da bancada federal para corrigir essa injustiça “, pontuou o prefeito.

Jerry ainda solicitou uma audiência pública para debater a redefinição dos limites territoriais entre as cidades do Alto Acre e Sena Madureira. Segundo o gestor, tem prefeitura que construiu escola dentro da área de outro município.

O presidente Nicolau Jr agiu rápido e garantiu que na próxima semana já irá protocolar na ALEAC pedido para realização da audiência pública e garantiu que vai atuar no intercâmbio entre o parlamento estadual e a bancada federal para garantir que Assis Brasil também seja incluído na área de livre comércio.

Depois da reunião na prefeitura, Nicolau foi recepcionado pelos vereadores de Assis Brasil na Câmara Municipal onde apresentou o Centro de Apoio às Câmaras Legislativas. Foto: arquivo

“De fato estamos diante de uma injustiça. Uma cidade estratégica do ponto de vista geográfica não pode ser renegada como vem ocorrendo com Assis Brasil. Viemos aqui justamente para isso, ouvir as demandas e juntos, buscar soluções “, disse Nicolau.

Depois da reunião na prefeitura, Nicolau foi recepcionado pelos vereadores de Assis Brasil na Câmara Municipal onde apresentou o Centro de Apoio às Câmaras Legislativas.

O que é uma ZLC

Uma Zona de Livre Comércio (ZLC) é uma região onde países estabelecem acordos para reduzir ou eliminar barreiras comerciais. O objetivo é facilitar o comércio entre os países-membros.

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Vereadores e Secretaria de Obras debatem melhorias para bairros de Brasileia

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Vereadores e gestores definem ações para melhorar infraestrutura em bairros de Brasileia

Iluminação, pavimentação, drenagem e rede de água são prioridades; secretário garante agilidade no atendimento das demandas

Brasileia, AC – Em reunião realizada na manhã desta sexta-feira (data), os vereadores Almir Andrade, Djailsom, Beto e Lucélia se encontraram com o secretário municipal de Obras, Josué, e o gerente de ramais, Zé Gabriele, para discutir melhorias urgentes nos bairros da cidade.

Principais demandas abordadas:
✔ Iluminação pública em áreas escuras ou com defeitos
✔ Pavimentação de ruas em locais de alto fluxo ou deteriorados
✔ Sistema de drenagem para evitar alagamentos em períodos chuvosos
✔ Ampliação da rede de água para garantir abastecimento regular

O secretário Josué afirmou que todas as solicitações serão atendidas o mais rápido possível, priorizando as regiões com maiores carências.

Os parlamentares da base governista estão percorrendo os bairros para ouvir a população e mapear necessidades específicas de cada comunidade.

Próximos passos:
– Elaboração de cronograma de obras
– Acompanhamento das demandas pela Câmara Municipal
– Novas reuniões para monitorar avanços

A iniciativa busca trazer respostas concretas para problemas históricos da cidade, com transparência e diálogo entre poder público e população.

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