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Polícia Civil investiga denúncia de agressão envolvendo professor do Ifac em Xapuri

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Professor foi filmado esmurrando a mesa na sala de aula.

A instituição toma medidas administrativas e afasta preventivamente o docente enquanto a polícia apura os fatos.

No último mês, a Polícia Civil do Acre abriu uma investigação para apurar uma denúncia de agressão envolvendo um professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre (Ifac), no Campus Xapuri. O incidente, que teria ocorrido fora das dependências da instituição, teve como suposta vítima um aluno de 16 anos.

A delegada Michele Boscaro, responsável pela apuração do caso, confirmou que a investigação foi iniciada em resposta à denúncia feita pelos familiares do adolescente. “A família nos procurou, fez o registro da ocorrência, e houve a instauração do inquérito para apuração dos fatos. Estamos com diligências em andamento”, afirmou a delegada.

Um vídeo feito em uma das aulas do professor, o mostra bastante nervoso ao ponto de esmurrar a mesa na frente dos alunos. O aluno comentou que todos ficaram muitos nervosos no momento do ocorrido. “Tem mais vídeos de outras situações”, comentou o aluno.

O Ifac foi notificado da situação e, em resposta, adotou medidas administrativas, conforme explicou a chefe de Polícia. Em nota oficial, a instituição destacou a gravidade do incidente e anunciou a abertura de um procedimento administrativo interno para investigar minuciosamente o ocorrido.

O professor envolvido na denúncia foi afastado preventivamente, seguindo os protocolos internos da instituição. Em comunicado, o Ifac reiterou seu compromisso com ética, respeito e segurança, repudiando veementemente qualquer forma de violência. A nota assegura a colaboração integral com as autoridades competentes, visando à elucidação completa dos fatos e à adoção das medidas administrativas previstas na legislação.

A sociedade aguarda o desfecho das diligências para entender os desdobramentos do caso e as eventuais consequências legais que podem surgir.

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Protesto de trabalhadores bolivianos ameaça bloquear pontes internacionais na fronteira com o Acre

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Manifestantes cobram salários atrasados há mais de três meses e aguardam chegada do ministro da Economia da Bolívia para tentar acordo e evitar interdição entre Brasiléia, Epitaciolândia e Cobija

Uma mobilização de trabalhadores bolivianos mantém em alerta a região de fronteira entre Brasil e Bolívia, nas cidades de Brasiléia e Epitaciolândia, no Acre, e Cobija, no departamento de Pando.

Apesar da convocação para um possível bloqueio das pontes internacionais no lado boliviano, o trânsito segue liberado até o momento. Representantes dos trabalhadores aguardam a chegada do ministro da Economia da Bolívia para tentar um acordo que evite a interdição.

O movimento foi convocado por sindicatos e servidores públicos do departamento de Pando. Segundo os manifestantes, o protesto é motivado pelo atraso no pagamento de salários.

De acordo com os trabalhadores, há servidores que estão há mais de três meses sem receber. A mobilização, segundo eles, é uma forma de pressionar o governo boliviano a apresentar uma solução para o problema.

Enquanto as negociações seguem em andamento, representantes dos trabalhadores tentam abrir diálogo com o ministro da Economia para buscar uma solução pacífica e evitar o bloqueio das pontes internacionais.

As estruturas são consideradas fundamentais para a ligação entre Brasil e Bolívia e fazem parte da rotina diária de moradores da região de fronteira.

Com o risco de bloqueio, muitos brasileiros já optam por atravessar a fronteira a pé para garantir a passagem, principalmente estudantes e trabalhadores que dependem do trajeto diariamente.

Os manifestantes afirmam que, caso não haja acordo com o governo boliviano, o bloqueio das pontes poderá ser iniciado por tempo indeterminado. A previsão inicial é de uma interdição parcial, permitindo apenas a passagem de pedestres, enquanto veículos ficariam impedidos de cruzar a fronteira.

Com receio de ficarem com os veículos retidos do lado boliviano, estudantes brasileiros que cursam medicina em Cobija também têm optado por atravessar a fronteira a pé.

A polícia boliviana acompanha a mobilização no local para garantir a ordem e evitar possíveis conflitos entre motoristas e manifestantes durante o andamento das negociações.

Segundo os trabalhadores, o ministro da Economia da Bolívia deve se deslocar até Cobija para dialogar com os sindicatos e discutir uma solução para o pagamento dos salários atrasados. A expectativa é que o encontro ajude a evitar o bloqueio das pontes internacionais que ligam a Bolívia ao Brasil.

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Dois trabalhadores são sequestrados e executados em área de mata na Cidade do Povo, em Rio Branco

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Motorista que acompanhava as vítimas e caminhão utilizado na entrega de materiais seguem desaparecidos

Dois trabalhadores da construção civil foram sequestrados e executados com tiros na cabeça na noite desta quinta-feira (12), em uma área de mata próxima à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), na Rua Geraldo Leite, no Conjunto Habitacional Cidade do Povo, em Rio Branco.

Segundo informações da Polícia Militar do Acre, as vítimas eram funcionários da empresa Pedra Norte e realizavam a entrega de tijolos em um caminhão em uma obra de casas populares que estão sendo construídas no conjunto habitacional.

Durante a atividade, os trabalhadores teriam sido sequestrados por criminosos e levados para uma área de mata nas proximidades, onde foram executados com vários disparos de arma de fogo na cabeça.

Ainda de acordo com a polícia, o caminhão utilizado na entrega e o motorista que acompanhava os trabalhadores não foram localizados até o momento. O condutor segue desaparecido, e equipes policiais realizam buscas na região do Segundo Distrito da capital na tentativa de encontrá-lo e também localizar o veículo.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e uma ambulância de suporte avançado foi enviada ao local. No entanto, ao chegar à ocorrência, a equipe médica apenas pôde constatar a morte das vítimas.

Policiais do 2º Batalhão da Polícia Militar isolaram a área para o trabalho da perícia criminal. Após os procedimentos, os corpos foram removidos e encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para exames cadavéricos.

A polícia trabalha com a hipótese de que o crime tenha ligação com a disputa entre organizações criminosas que atuam na capital. O caso está sendo investigado inicialmente pela Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Polícia Civil do Acre e posteriormente será encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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Polícia Militar prende homem por tráfico de drogas no bairro Marcos Galvão II, em Brasiléia

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Durante a ação, policiais apreenderam cerca de 650 gramas de maconha e materiais usados no preparo da droga

Uma ação da Polícia Militar do Acre resultou na prisão de um homem suspeito de tráfico de drogas na madrugada desta quarta-feira (12), no bairro Marcos Galvão II, em Brasiléia.

De acordo com informações policiais, a ocorrência foi registrada por equipes do Grupamento de Operações e Comando (GOC) e da Rádio Patrulha do 5º Batalhão da Polícia Militar durante patrulhamento na Rua Raimundo Arcanjo.

Durante a abordagem, os militares localizaram substâncias entorpecentes análogas à maconha dentro de uma lancheira e em recipientes próximos ao suspeito. A quantidade total apreendida foi estimada em aproximadamente 650 gramas.

No local também foram encontrados diversos cigarros artesanais já preparados com a droga, além de outros parcialmente consumidos. Os policiais ainda apreenderam porções embaladas, invólucros e materiais utilizados para o preparo e possível comercialização do entorpecente.

O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais, onde ficou à disposição da Justiça.

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