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Polícia Civil do Acre prende sete pessoas por organização criminosa e apreende drogas e armas em Assis Brasil
A residência alvo da operação fica localizada na rua Francisco das Chagas, no Bairro Cascata, próximo ao centro da cidade. No local, os policiais constataram a presença de diversas pessoas, em sua maioria de etnia indígena

Ação resultou na prisão de sete pessoas suspeitas de integrar organização criminosa. Foto: cedida.
A Polícia Civil do Estado do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Assis Brasil, realizou uma importante ação policial, na última quarta-feira, 23, que resultou na prisão de sete pessoas suspeitas de integrarem uma organização criminosa com atuação na região de fronteira. A operação também resultou na apreensão de quatro armas de fogo, entre elas uma escopeta e um revólver, além de grande quantidade de entorpecentes e dinheiro em espécie sem origem comprovada.
A ação foi desencadeada após denúncias de moradores do município, que relataram a presença de indivíduos armados efetuando disparos em via pública e em áreas habitadas. Diante da gravidade da situação, os agentes da Polícia Civil montaram uma rápida resposta e se dirigiram ao local indicado com apoio de efetivo adequado.
A residência alvo da operação fica localizada na rua Francisco das Chagas, no Bairro Cascata, próximo ao centro da cidade. No local, os policiais constataram a presença de diversas pessoas, em sua maioria de etnia indígena, aglomeradas em uma casa e em um quarto alugado em um cortiço conhecido como “quarteirão do Ceará”. As evidências levaram à suspeita de que o local funcionava como ponto de armazenamento de entorpecentes e armas de fogo.
Entre os materiais, uma escopeta, um revólver, além de crack, maconha, skank, merla e dinheiro em espécie. Fotos: cedidas
Durante a revista, foram apreendidas porções significativas de crack, maconha, skank e merla, além das armas de fogo e o montante em dinheiro. Entre os detidos, um dos indivíduos foi identificado como o autor do homicídio que vitimou o jovem Edson da Silva Ferreira Filho, de 16 anos, ocorrido em janeiro de 2024.
Todos os suspeitos foram conduzidos à delegacia e estão à disposição da Justiça do Estado do Acre, que irá analisar as circunstâncias e decidir sobre a manutenção das prisões ou eventual liberação.
Locais funcionavam como supostos pontos de armazenamento de drogas e armas. Fotos: cedidas
O delegado Luccas Vianna, responsável pela operação, destacou a importância da ação para a segurança pública na região. “Essa é mais uma resposta firme da Polícia Civil ao crime organizado em nossa fronteira. Recebemos as denúncias da comunidade e, com o apoio da equipe, conseguimos agir com rapidez, neutralizar uma célula criminosa e ainda capturar um homicida procurado. Nosso trabalho é contínuo e reforça o compromisso com a ordem e a paz social em Assis Brasil”, afirmou.
A Polícia Civil reforça seu compromisso com o enfrentamento às organizações criminosas, sobretudo em regiões estratégicas como Assis Brasil, que faz fronteira com o Peru e a Bolívia. A ação demonstra o empenho da instituição em atender prontamente aos anseios da população e combater, com rigor, a criminalidade organizada no estado.
Veja vídeo:
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Polícia Civil integra programação do “Março Delas: Acre pelas Mulheres” promovido pelo governo do Estado
Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, a Polícia Civil do Acre (PCAC) participa da programação do “Março Delas: Acre pelas Mulheres”, iniciativa promovida pelo Governo do Acre que reúne diversos serviços voltados ao público feminino, com foco no acolhimento, orientação e garantia de direitos.

Durante a ação, a instituição disponibilizou atendimento para emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), além de orientações às mulheres sobre direitos e formas de buscar apoio em situações de violência. A estrutura montada pela Polícia Civil conta ainda com duas salas específicas de atendimento, sendo uma destinada ao registro de Boletim de Ocorrência (BO) e outra voltada ao encaminhamento de pedidos de medidas protetivas, garantindo mais privacidade e agilidade às vítimas.
O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, destacou a importância da participação da instituição em iniciativas que ampliam o acesso das mulheres aos serviços de proteção e cidadania.

“Ações como essa aproximam a Polícia Civil da população e fortalecem a rede de proteção às mulheres. Participar do ‘Março Delas’ é reafirmar o compromisso da Polícia Civil com a defesa dos direitos das mulheres. Estamos oferecendo serviços essenciais, orientação e um espaço seguro para que aquelas que precisarem possam buscar ajuda e garantir a proteção que a lei assegura”, afirmou.
A delegada Juliana de Angelis, representante institucional de Políticas Públicas de Proteção a Grupos Vulneráveis da Polícia Civil, ressaltou que a presença da instituição na programação também tem caráter preventivo e educativo.
“A Polícia Civil busca estar cada vez mais próxima das mulheres, oferecendo informação, acolhimento e acesso aos mecanismos de proteção. Eventos como o ‘Março Delas’ fortalecem essa rede de apoio e ajudam a conscientizar sobre os direitos e os caminhos disponíveis para quem precisa de proteção”, destacou.
A programação do “Março Delas: Acre pelas Mulheres” reúne diversas instituições públicas e parceiros com o objetivo de valorizar, apoiar e ampliar o acesso das mulheres a serviços de cidadania, saúde, orientação jurídica e proteção, marcando o mês dedicado à reflexão e ao fortalecimento das políticas públicas voltadas ao público feminino.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Operação reforça controle migratório em hotéis e alojamentos na cidade de Cobija
Ação conjunta entre Polícia de Pando, INTERPOL e Migração verificou situação de estrangeiros e registro de hóspedes
Uma operação de controle migratório foi realizada em hotéis, pousadas e alojamentos da cidade de Cobija, capital do departamento de Pando. A ação foi coordenada pela Polícia de Pando, por meio de unidade especializada da INTERPOL, em parceria com a Dirección General de Migración de Bolivia.
A operação foi conduzida sob a direção do coronel MSC CAD. Erland Mosteiro Banegas, comandante da Polícia do departamento.
Durante a fiscalização, as equipes realizaram verificações sobre a situação migratória de estrangeiros hospedados nos estabelecimentos, além de conferir o registro correto de hóspedes e a identificação de menores de idade.
De acordo com as autoridades, o objetivo da ação é reforçar a segurança na região de fronteira e garantir o cumprimento das normas migratórias vigentes, além de prevenir possíveis irregularidades em estabelecimentos de hospedagem.
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Mais de 230 denúncias de violência no Acre em 2026 ocorreram dentro de residências, aponta Ministério das Mulheres
Dados de janeiro e fevereiro revelam que 151 casos foram na casa da vítima e 72 em residências compartilhadas com agressores; vítimas são responsáveis por 177 registros

Dados de janeiro e fevereiro mostram que 151 casos aconteceram na casa da vítima e 72 em residências compartilhadas com o agressor; ambiente doméstico concentra maior parte dos registros. Foto: captada
Mais de 230 denúncias de violência registradas no Acre em 2026 aconteceram dentro de residências, segundo dados de atendimentos divulgados pelo Ministério das Mulheres, referentes ao período de 1º de janeiro a 21 de fevereiro de 2026. Desse total, 151 casos ocorreram na casa da própria vítima e 72 em residências onde vítima e suspeito moram juntos, reforçando que a maior parte das ocorrências acontece no ambiente doméstico.
Os registros mostram que outros cenários aparecem com números bem menores. Foram contabilizadas três denúncias em ambientes de lazer ou esporte, três na casa do suspeito, duas em via pública, duas na casa de familiares e duas em ambientes virtuais, como redes sociais. Também houve um caso em estabelecimento comercial, um no transporte público e um registro sem local informado.
Ao todo, o sistema contabiliza 233 protocolos de atendimento no Acre em 2026. Apenas nos dois primeiros meses do ano foram registrados 164 casos em janeiro e 74 em fevereiro, indicando maior concentração de denúncias no início do ano.
Os dados também revelam que a maior parte das denúncias é feita pela própria vítima. Foram 177 registros realizados diretamente por quem sofreu a violência, enquanto 61 foram feitos por terceiros, como familiares, amigos ou testemunhas.
O retrato da violência doméstica
Dos 233 protocolos de atendimento contabilizados no período:
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151 casos ocorreram na casa da própria vítima;
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72 casos aconteceram em residências onde vítima e suspeito moram juntos;
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Apenas 10 registros ocorreram fora do ambiente domiciliar.
Quem denuncia
O levantamento também revela o perfil de quem faz os registros:
- Própria vítima: 177 denúncias (76%)
- Terceiros (familiares, amigos ou testemunhas): 61 denúncias (24%)
Dados do Acre (01/01 a 21/02/2026):
- Total de denúncias: 233
- Casos em residências: 223 (95,7%)
- Principal local: Casa da vítima (151)
- Denúncias feitas pela vítima: 177
- Média mensal: 116,5 casos
Os números acendem um alerta para as políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica no Acre. Em menos de dois meses, 223 mulheres sofreram agressões dentro do que deveria ser seu lugar mais seguro — suas próprias casas. O poder público e a sociedade seguem desafiados a frear essa estatística.







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