Polícia Civil acredita que ossada seja de Álvaro Mendes da Silva, de 17 anos, e tenta localizar familiares para fazer exame de DNA.

Polícia Civil acredita que ossada seja de Álvaro Mendes da Silva, de 17 anos — Foto: Divulgação/Polícia Civil do Acre
Por Iryá Rodrigues, G1 AC

A ossada humana encontrada na última quinta-feira (6) em um matagal do bairro João Paulo, em Senador Guiomard, interior do estado, segue sem identificação no Instituto Médico Legal (IML) de Rio Branco.

Ossada encontrada na cova rasa pode ser de Álvaro, assassinado em janeiro passado segundo um de seus algozes que se encontra preso em Epitaciolândia.

A informação foi confirmada pelo diretor do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC), Pedro Gustavo Farias. A suspeita é de que os restos mortais sejam do adolescente Álvaro Mendes da Silva, de 17 anos, que morava em Epitaciolândia.

“Existe essa suspeita, mas precisa ser feito o exame de DNA para comprovação. Para isso, é preciso coletar material dos supostos familiares e da ossada e isso, até o momento, não foi feito”, disse o diretor.

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O delegado responsável pelo caso, Carlos Bayma, afirmou que a polícia tenta localizar parentes do adolescente para que seja feito o exame de DNA.

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“As equipes de investigação, tanto de Epitaciolândia como de Brasiléia, não estão encontrando nenhum familiar da vítima. Inclusive, vou cobrar hoje mais empenho sobre isso. A gente tem certeza que é dele a ossada, mas precisa fazer essa confirmação com exame”, afirmou o delegado.

O adolescente teria sido levado de Epitaciolândia para Senador Guiomard, onde foi morto, no início do mês de janeiro. As investigações apontam que ele pertencia a uma organização criminosa.

A polícia chegou até a ossada após a prisão de alguns suspeitos de um assalto em uma farmácia de Epitaciolândia, na quarta-feira (5). Um dos suspeitos confessou ter participado da morte do menor.

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