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Ministério Público de SP faz operação contra fraudes e adulteração de combustível

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Duas pessoas foram presas nesta quarta-feira (21) em Santo André e Campinas suspeitas de chefiar esquema de adulteração e importação ilegal de compostos. Ao todo, são cumpridos 16 mandados de busca e apreensão em sete estados.

A ação ocorre no Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Tocantins e Rondônia. Houve a mobilização de cerca de 200 policiais no cumprimento de 16 mandados de busca e apreensão e de dois mandados de prisão.

rondoniagora.com

Operação Arinna: PRF e Receita Federal cumprem mandados em Rondônia e outros 6 estados

A Polícia Rodoviária Federal e a Receita Federal participaram na manhã desta quarta-feira da operação Arinna, deflagrada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada na adulteração de combustível no país. A sonegação foi estimada em torno de R$ 538 milhões de tributos federais. Em Porto Velho equipes da PRF estiveram no edifício Rio Madeira, na região central e na Rua Duque de Caxias com Tenreiro Aranha.

Coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do MP de SP, a ação ocorre no Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Tocantins e Rondônia. Houve a mobilização de cerca de 200 policiais no cumprimento de 16 mandados de busca e apreensão e de dois mandados de prisão. Os principais alvos das ordens judiciais ficavam nas cidades paulistas de Limeira, Embu das Artes e São Bernardo do Campo.

Conforme as investigações que tiveram apoio da Receita Federal, o grupo criminoso realizava fraudes e adulteração de gasolina, além de fazer a alteração do composto químico ARLA 32, reagente utilizado para reduzir poluição ambiental e aumentar eficiência nos motores a diesel dos veículos fabricados a partir de 2012.

O ARLA 32 era fabricado com a utilização irregular de ureia destinada à fabricação de adubos e fertilizantes, isenta de tributos normalmente cobrados da ureia automotiva. Esta mistura causar mais danos ao meio ambiente e danificar ainda o motor do veículo.

Segundo o MPSP, além dos flagrantes danos ambientais, a utilização irregular do ARLA 32 impôs prejuízos aos fabricantes regulares da mistura, bem como aos donos de veículos de carga que utilizam o mesmo, alimentando um círculo que prejudica toda a sociedade.

A organização criminosa importava também irregularmente o produto conhecido como nafta sob a justificativa de que o produto seria destinado à fabricação de tintas e vernizes. No entanto, o produto era misturado à gasolina no processo de adulteração.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a alteração do ARLA 32 é considerada infração grave com retenção do veículo para regularização.

Investigação

O Ministério Público de São Paulo aponta que a organização criminosa era especializada na adulteração de combustíveis e do composto químico ARLA 32, reagente utilizado para garantir maior eficiência na redução dos poluentes nos motores a diesel.

Os investigadores constaram que o grupo fabricava o ARLA32 utilizando-se, irregularmente, de ureia destinada à fabricação de adubos e fertilizantes, isenta de tributos normalmente cobrados da ureia automotiva, mais pura. A mistura, além de causar mais danos ao meio ambiente, pode danificar o motor do veículo.

Também foi verificado que a organização criminosa importava irregularmente nafta (produto incolor extraído do petróleo e matéria-prima básica para a produção de plástico), sob a justificativa de que o produto seria destinado à fabricação de tintas e vernizes. Porém, as investigações indicaram que esse insumo era misturado à gasolina no processo de adulteração.

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Jovem morre no Paraná após ser linchado por crime que não cometeu

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Reprodução/Redes sociais
Imagem colorida mostra Deivison Andrade de Lima, jovem que morreu no Paraná após linchamento por crime que não cometeu - Metrópoles

Um jovem de 23 anos morreu na última segunda-feira (26/1) após ser vítima de um linchamento em Ponta Grossa, Paraná. Deivison Andrade de Lima estava internado desde o dia 18 de janeiro, quando sofreu agressões após ser acusado, de forma equivocada, de envolvimento na morte de Kelly Cristina Ferreira de Quadros. Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), ele não teve participação no crime.

Deivison foi atacado por pessoas que acreditavam que ele seria o autor do homicídio de Kelly, encontrada morta em uma área de mata no dia 16 de janeiro. Os agressores o espancaram dois dias depois. O jovem não resistiu aos ferimentos e morreu após oito dias de internação.

A mãe de Deivison relatou que, ao encontrar o filho ainda consciente em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, na noite de 18 de janeiro, ele contou que foi colocado à força dentro de um carro por três homens, que disseram que o levariam para uma área de mata. Segundo o relato, eles afirmaram que fariam com o jovem o mesmo que, de acordo com eles, havia sido feito com Kelly.

Deivison teria negado diversas vezes qualquer envolvimento no crime, mas, ainda assim, foi agredido.

“Ele disse que apanhou porque confundiram ele com a pessoa que matou essa moça. Meu filho era inocente. Eu só quero justiça”, afirmou.

Verdadeiro autor do assassinato foi preso

O delegado responsável pelo caso, Luis Gustavo Timossi, explicou que não há qualquer indício de que Deivison tenha participado do homicídio de Kelly. Segundo ele, a investigação do assassinato da mulher já identificou o verdadeiro autor, que foi preso, confessou o crime e apresentou provas materiais, incluindo imagens de câmeras de segurança e informações sobre a motivação e os objetos utilizados.

“O que posso afirmar é que não há nenhum indício de envolvimento do Davidson com o homicídio da Kelly”, disse o delegado. Ele confirmou que Deivison conhecia a vítima, mas ressaltou que isso, por si só, não indica participação no crime.

A PCPR informou que segue em diligências para identificar e responsabilizar os autores das agressões que resultaram na morte de Deivison Andrade de Lima.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Tarcísio visita Bolsonaro na Papudinha nesta quinta-feira (29/1)

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Giovana Alves/Metrópoles
Governador Tarcísio de Freitas visita Bolsonaro na Papudinha, em Brasília - Metrópoles

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), visita, nesta quinta-feira (29/1), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no 19º Batalhão da Polícia Militar. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses na Papudinha, em Brasília (DF), por liderar a trama golpista.

A visita, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), levanta a expectativa de que o encontro seja para para tratar do apoio do mandatário paulista à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL), filho 01 do ex-chefe do Planalto, à Presidência da República.

Este é o primeiro encontro entre os dois políticos desde setembro, quando Bolsonaro ainda cumpria prisão domiciliar. A primeira ida de Tarcísio à Papudinha estava prevista para ocorrer na quinta-feira (22/1), mas o mandatário paulista cancelou a visita por motivos familiares.

O governador paulista chegou ao local às 10h56.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Ministra Cármen Lúcia foi quem autorizou operação contra deputado Eduardo Velloso e ex-prefeito Mazinho Serafim por desvio de recursos

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Ministra Cármen Lúcia autorizou ação, que mira suspeita de desvio de R$ 912 mil em contratos de shows em Sena Madureira; alvos têm endereços buscados no Acre e em Brasília

A PF e a Controladoria Geral da União investigam suspeitas de desvios de recursos na ordem de R$ 912 mil, proveniente desse modelo de emenda parlamentar, que permite repasses diretos da União. Foto: captada 

A Operação Draco contra o deputado federal Eduardo Velloso e o ex-prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim. A ação, autorizada pela ministra do STF Cármen Lúcia, investiga suspeitas de desvio de R$ 912 mil de recursos federais por meio de emendas parlamentares do tipo PIX — que permitem repasses diretos da União a municípios.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços de Velloso em Rio Branco e em seu apartamento funcional em Brasília, além de locais ligados a Serafim. Segundo a PF e a Controladoria-Geral da União, o dinheiro foi usado para contratar uma empresa responsável por shows em Sena Madureira, com pagamentos feitos pela Secretaria Municipal de Cultura.

As investigações apontam indícios de associação criminosa, fraude em licitação, corrupção e lavagem de dinheiro. O gabinete do deputado não foi alvo das buscas. A operação ainda está em andamento e pode resultar em novas medidas.

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