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Cotidiano

Leila rebate Bap: “Defendo Palmeiras sem tentar asfixiar adversários”

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Um áudio vazado aumentou a tensão entre os presidentes do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, do Flamengo, e Leila Pereira, do Palmeiras

Leila Pereira, presidente do Palmeiras • Foto: Cesar Greco/Palmeiras/by Canon

A mandatária do Alviverde rebateu declarações de Bap sobre interesses do clube paulista em contrato com a Liga de Futebol Brasileiro, a Libra, em nota e nesta quarta-feira (8).

“O presidente Bap tem razão quando diz que eu tenho uma agenda muita clara. Afinal, todos sabem que defendo os interesses do Palmeiras sem tentar asfixiar os meus adversários, que eu trabalho arduamente pelo crescimento do futebol brasileiro e que honro todos os contratos assinados pelo clube, incluindo os das gestões anteriores”, detonou Leila e nota oficial do clube.

A respota veio após um áudio vazado para imprensa com declarações do presidente do Rubro-negro. “Não tenho dúvida nenhuma de que existe uma agenda muito clara. A gente está falando desse problema da Libra e a empresa que ela preside emprestou dinheiro para a SAF do Vasco”, disse em referência à Crefisa, empresa de crédito que é presidida por Leila Pereira.

Libra no meio

Flamengo entrou em conflito com os demais times da Libra no que se diz respeito aos acordos de repasse de TVs e recorreu à Justiça para garantir o repasse de R$ 77,1 milhões da Globo, referente à segunda parcela dos direitos de transmissão do Brasileirão 2024.

A ação gerou forte reação dos demais clubes da Libra, liga criada em maio de 2022 com a proposta de modernizar o futebol nacional.

A discordância do clube carioca concentra-se na distribuição dos valores segundo a audiência das partidas.

O contrato atual prevê que 40% dos direitos são distribuídos igualmente entre os clubes da Libra, 30% variam conforme a posição final no campeonato, e os 30% restantes são determinados pela audiência.

Nesta semana, a presidente do Verdão anunciou que vai acionar judicialmente o rival após o bloqueio de R$ 77 milhões em repasses referentes a direitos de TV do Brasileirão. A medida foi obtida pelo clube carioca junto ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e atinge diretamente os integrantes da liga.

Sobrou até para o Vasco

A nota palmeirense ainda tem uma indireta ao presidente do Flamengo. Em 2014, Bap, que era presidente da operadora de tv via satélite Sky, afirmou que o se o streaming Netflix começasse a incomodar o mercado televisivo, o serviço poderia ser comprado.

“Quanto à insinuação do presidente Bap sobre o boato de que eu estou comprando o Vasco, ele pode ficar tranquilo. Eu não estou comprando o Vasco. Aliás, eu não estou comprando nem o Vasco nem a Netflix”, rebateu Leila na nota desta quarta-feira (8).

Luiz Eduardo baptista, o BAP, atual presidente do Flamengo • Divulgação/Flamengo

Outras críticas

“Não tem os ‘terraplanistas’ que acreditam que a terra é plana? Agora tem os ‘terraflamistas’, que acreditam que o sistema solar gira ao redor do Flamengo. Não é assim”, detonou a presidente do Palmeiras, Leila Pereira.

Em entrevista para a “Ge TV”, a cartola criticou a postura do adversário. “Eu acho que o Flamengo tem que botar os pés no chão. Saber que ele não pode ditar o que é melhor para o futebol brasileiro levando em conta o que é melhor para ele. Isso não existe”, completou.

A presindente do Alviverde não economizou críticas ao Flamengo.

“Se um clube se acha maior que futebol brasileiro, tem que jogar sozinho. Tem que jogar com o sub-20, tem que jogar com ele mesmo. Eu quero ver a audiência que teriam. Não tem os ‘terraplanistas’ que acreditam que a terra é plana? Agora tem os ‘terraflamistas’, que acreditam que o sistema solar gira ao redor do Flamengo. Não é assim. Ninguém é maior, mais importante que ninguém. Uma das maiores virtudes que eu acho do ser humano é a humildade. Eu acho que o Flamengo tem que botar os pés no chão. Saber que ele não pode ditar o que é melhor para o futebol brasileiro levando em conta o que é melhor para ele. Isso não existe.

Fonte: CNN

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Entrevista de Márcio Bittar gera crise no PL ao omitir apoio a Tião Bocalom para governador

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Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”

Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”. Foto: captada 

Uma entrevista do senador Márcio Bittar (PL) ao programa GAZETA ENTREVISTA, na TV Gazeta, gerou mal-estar político no Acre ao omitir qualquer menção ao prefeito Tião Bocalom (PL) como candidato ao governo do estado em 2026. Bittar afirmou que sua prioridade é a reeleição ao Senado e destacou não ter problemas com os pré-candidatos Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos), sem referir-se a Bocalom.

A omissão foi rapidamente rebatida por secretários municipais de Rio Branco, que afirmaram ao Blog do Crica que Bocalom não é apenas candidato, mas “candidatíssimo” ao Palácio Rio Branco, independentemente do cenário. Em resposta, o prefeito reafirmou sua disposição: “Meu respeitado amigo Luís, eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”.

A tensão expõe uma segunda crise pública entre Bittar e Bocalom — a primeira ocorreu quando o senador chamou Alan Rick de “governador de férias”. Analistas locais avaliam que, para evitar desgaste eleitoral, os dois precisarão “se afinar” nos próximos meses.

Reação imediata:
  • Secretários municipais saíram em defesa de Bocalom, reforçando que ele é candidato ao governo “independente do cenário”;

  • Tião Bocalom respondeu ao Blog do Luís: “Eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”;

  • O episódio é a segunda crise pública entre os dois: a primeira ocorreu quando Bittar chamou Alan Rick de “governador de férias”.

Análise do discurso:

A omissão de Bittar foi interpretada em bastidores como um sinal de desalinhamento ou até de preferência velada por outros nomes ao governo. O senador pode estar protegendo sua própria reeleição, evitando atrelá-la a uma candidatura majoritária que considere arriscada ou divisiva.

O PL é a principal base de Bocalom, mas Bittar – figura nacional do partido – tem influência decisiva sobre as estratégias estaduais. A falta de sintonia ameaça a unidade da legenda em um ano eleitoral crucial.

A tendência é que Bittar e Bocalom tenham que se reunir para acertar discursos e definir se o PL lançará candidatura própria ou apoiará Mailza Assis – hipótese que ganha força com a omissão do senador.

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União eleva para 91,9% sua participação no Banco da Amazônia após compra de ações do FGEDUC

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Operação concluída nesta sexta (9) transferiu mais de 10 milhões de ações ordinárias do fundo vinculado à Caixa para o Ministério da Fazenda

O total de ações ordinárias do banco permanece sem alteração no capital social, apenas com redistribuição da titularidade. Banco da Amazônia financia projetos de empresas nos nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Foto: Divulgação

O Banco da Amazônia informou na sexta-feira (9) que a União ampliou sua participação acionária na instituição para 91,9% do capital social. A mudança ocorreu após a transferência de 10.427.301 ações ordinárias do Fundo de Investimento FI Caixa FGEDUC Multimercado para o Ministério da Fazenda.

Com a operação, a União elevou sua posição de 73,3% para 91,9% do total de ações ordinárias do banco. O FGEDUC, que detinha 18,6% do capital, deixou de figurar na composição acionária da instituição.

Permanecem inalteradas as participações do BB FGO – Fundo de Investimento em Ações (5,1%) e dos demais acionistas minoritários (3,0%). O total de ações ordinárias do banco segue em 56.058.315 papéis, sem alteração no valor do capital social, apenas com redistribuição da titularidade.

A operação foi comunicada ao mercado e concluída nesta última sexta-feira, reforçando o controle da União sobre o banco de desenvolvimento regional.

Detalhes da operação:
  • Ações transferidas: 10.427.301 ações ordinárias;

  • Participação anterior da União: 73,3%;

  • Nova participação: 91,9% do capital social;

  • Capital total: Permanecem 56.058.315 ações ordinárias, sem alteração no valor do capital social.

Mudança no quadro acionário:
  • FGEDUC (Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo) deixou de ser acionista (antes detinha 18,6%);

  • BB FGO – Fundo de Investimento em Ações mantém 5,1%;

  • Demais minoritários seguem com 3,0%.

Contexto e implicações:

O Banco da Amazônia é um dos principais agentes de financiamento ao desenvolvimento regional nos estados da Amazônia Legal. O aumento do controle estatal pode sinalizar uma estratégia do governo federal para direcionar crédito a setores prioritários, como agronegócio, infraestrutura e bioeconomia.

A instituição deverá submeter a nova composição acionária à aprovação do Banco Central e comunicar eventuais mudanças na governança e políticas de crédito.

A saída do FGEDUC encerra uma participação histórica do fundo educacional no banco, enquanto a União fortalece seu poder de decisão sobre os rumos do principal agente financeiro de fomento na região Norte.

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Rio Branco e Adesg empatam no último amistoso antes da estreia

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Foto Sueli Rodrigues: O argentino Dylan(bola) marcou o gol do Rio Branco no amistoso

Rio Branco e Adesg empataram por 1 a 1 neste sábado, 10, no José de Melo, no último amistoso antes da estreia no Campeonato Estadual. Jailson abriu o placar para a Adesg e o argentino Dylan marcou o gol do Estrelão.

Futebol abaixo

Rio Branco e Adesg realizaram um jogo treino muito abaixo do esperado. As duas equipes marcaram forte, mas apresentaram pouco poder de criação com 90 minutos sem muitas oportunidades.

Rio Branco

“A equipe vem em uma crescente, mas precisamos de reforços para elevar o nível técnico. O Rio Branco precisa ter uma equipe com capacidade de lutar pelo título”, declarou o treinador do Rio Branco, Ulisses Torres.

O Estrelão enfrenta o Vasco no sábado, 17, às 15 horas, no Tonicão, na estreia do Estadual

Adesg

“Não gostei do futebol da minha equipe. Existe a necessidade de produzir mais e na última semana de trabalho, vamos fazer esses ajustes”, afirmou o técnico da Adesg, Rodrigo Deião.

O Leão vai jogar contra o Humaitá no sábado, 17, às 17 horas, no Tonicão, no primeiro jogo do Estadual.

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