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Ivan Mazzuia pode mudar o Independência e fica em jogo decisivo

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O técnico Ivan Mazzuia comanda um treino tático seguido de bolas paradas nesta segunda, 9, no Marinho Monte, e vai definir os titulares do Independência para a partida contra o Vasco. O jogo vai ser disputado nesta terça, 10, às 17 horas, na Arena da Floresta, e abre a 5ª rodada da fase do Campeonato Estadual Sicredi de 2026.

“Estou avaliando possíveis mudanças e ainda não existe uma definição. Precisamos ganhar o jogo”, declarou Ivan Mazzuia.

Léo Japão e Pitel

O zagueiro Léo Japão e o atacante Pitel, recuperados de lesão, são mais duas opções para o duelo diante do Vasco.

“Poder contar com o grupo completo é fundamental. O objetivo é ter um time forte para termos a possibilidade de vencer”, comentou o treinador.

Próximo do rebaixamento

O Independência quer a vitória para seguir com chances de classificação. Contudo, uma derrota ou empate diante do Vasco deixará o Independência próximo do rebaixamento.

 

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Vice-governadora Mailza prestigia ato cívico em comemoração ao aniversário de Xapuri

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No palanque oficial, a vice-governadora destacou a trajetória histórica do município, reconhecido por sua relevância no cenário estadual e nacional, além de ser berço de personalidades acreanas que ganharam projeção mundial

“Reafirmo aqui o nosso compromisso com a cidade, especialmente em datas como essa, que precisam ser lembradas”. Foto: Ingrid Kelly/Secom

A vice-governadora Mailza Assis representou o estado do Acre no ato cívico da programação alusiva aos 121 anos de fundação do município de Xapuri, realizado na manhã deste sábado, 21, na regional do Alto Acre.

Ao lado do prefeito Maxsuel Maia, da primeira-dama Lorena Leite, do deputado estadual Manoel Moraes, além de secretários municipais, vereadores e autoridades militares, Mailza participou da abertura do desfile cívico, que contou com a apresentação do Corpo de Bombeiros Militar. No palanque oficial, a vice-governadora destacou a trajetória histórica do município, reconhecido por sua relevância no cenário estadual e nacional, além de ser berço de personalidades acreanas que ganharam projeção mundial.

“Estamos neste sábado comemorando os 121 anos do município de Xapuri, essa cidade histórica, cheia de características fortes. Quero agradecer o convite do prefeito Maxsuel e parabenizá-lo por toda a organização desse momento, que valoriza a nossa cultura e a nossa história, reforçando a importância institucional do município. À população xapuriense, muito obrigada pelo carinho, e reafirmo aqui o nosso compromisso com a cidade, especialmente em datas como essa, que precisam ser lembradas e celebradas”, destacou Mailza Assis.

“Xapuri vive um momento muito positivo, sem dúvida alguma”. Foto: Ingrid Kelly/Secom

O prefeito Maxsuel Maia ressaltou que o município vive um momento de avanços, marcado por investimentos e parcerias com o Governo do Acre, destacando obras estruturantes, como a Ponte da Sibéria.

“É um dia de muita alegria para toda a população xapuriense. Estamos iniciando as comemorações pelos 121 anos de uma cidade que tem um peso histórico muito grande e um nome forte no estado do Acre. Hoje também recebemos a visita da nossa vice-governadora Mailza, do deputado Manoel Moraes e de toda a comunidade. Xapuri vive um momento muito positivo, sem dúvida alguma”, afirmou o prefeito.

Ainda nas primeiras horas do dia, antes da solenidade oficial, Mailza Assis participou de um café da manhã com mães atípicas e mulheres da zona rural e urbana do município. O encontro contou com a presença da secretária municipal da Mulher, Mari Gondim, do deputado Manoel Moraes e de sua esposa, fortalecendo o diálogo com lideranças femininas e grupos sociais da cidade.

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MPF denuncia dois homens por ocupação ilegal e desmatamento na Reserva Chico Mendes

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Operação Mezenga apreendeu mais de 1.400 cabeças de gado dentro da unidade de conservação; denúncia foi apresentada à Justiça na quinta-feira (19)

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia criminal contra dois homens por crimes cometidos durante a ocupação irregular da Reserva Extrativista Chico Mendes, no interior do Acre. A ação, protocolada na última quinta-feira (19), é resultado da Operação Mezenga, deflagrada pela Polícia Federal para apurar invasões, desmatamento e criação ilegal de gado na unidade de conservação.

Durante a investigação, a Polícia Federal apreendeu mais de 1.400 cabeças de gado dentro da reserva e em áreas adjacentes. A reserva extrativista, criada em 1990, abrange os municípios de Brasiléia, Epitaciolândia, Assis Brasil, Sena Madureira e Xapuri e tem uso restrito a atividades extrativistas sustentáveis por populações tradicionais.

Crimes apontados na denúncia

Na denúncia, o MPF aponta a prática de:

  • Invasão de terras da União

  • Prestação de informações falsas em cadastro ambiental

  • Desmatamento

  • Uso de fogo

  • Criação irregular de gado em área protegida

Localização da Reserva Extrativista Chico Mendes em relação a América do Sul, PanAmazônia e Estado do Acre. Fonte dados: IBGE e HyBAM.

Pedidos à Justiça

Além da condenação criminal pelos crimes ambientais, o MPF requereu à Justiça a desocupação das áreas invadidas e a proibição de atividades econômicas incompatíveis com a reserva, como a pecuária extensiva.

Acordos de não persecução penal

Outros três investigados que confessaram a prática dos fatos assinaram acordo de não persecução penal e assumiram obrigações voltadas à reparação dos danos causados e à regularização ambiental das áreas afetadas.

A Operação Mezenga foi deflagrada em agosto de 2024 e teve como foco o combate ao desmatamento e à grilagem na região da reserva. Na ocasião, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos municípios de Rio Branco, Brasiléia, Sena Madureira e Xapuri.

Além da condenação pelos crimes, o MPF requereu à Justiça a desocupação das áreas invadidas e a proibição de atividades econômicas incompatíveis com a reserva, como a pecuária. Foto: captada 

 

A Resex Chico Mendes

Com 931 mil hectares, a Reserva Extrativista Chico Mendes é uma unidade de conservação federal e está localizada no sudeste do Acre. A sua área se espalha pelos municípios de Assis Brasil, Brasiléia, Capixaba, Epitaciolândia, Rio Branco, Sena Madureira e Xapuri. Ela foi criada em 12 de março de 1990, a partir do Decreto Presidencial no 99.144.

É considerada uma UC emblemática não só por levar o nome do líder seringueiro Chico Mendes, mas também por ser o resultado da resistência e da organização dos povos da floresta pelo seu direito de permanecer e viver de modo tradicional, em meio ao avanço da agropecuária na Amazônia entre as décadas de 1970 e 1980.

A partir de sua criação – quase um ano e meio após o assassinato de Chico Mendes – as famílias tiveram o direito de ficar em suas respectivas colocações, adotando-se uma reforma agrária diferenciada para a Amazônia. Por este modelo, seria assegurado o direito de posse da terra com uma exploração sustentável dos recursos florestais e uma agricultura e criação de animais de base familiar.

Na denúncia, o MPF aponta a prática de invasão de terras da União, prestação de informações falsas em cadastro ambiental, desmatamento, uso de fogo e criação irregular de gado em área protegida. Foto: captada 

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No Dia da Pessoa com Síndrome de Down, alunos da APAE Rio Branco mostram que inclusão se constrói todos os dias

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Assessoria

Neste sábado, 21 de março, quando se celebra o Dia Internacional e Nacional da Pessoa com Síndrome de Down — data que simboliza a trissomia do cromossomo 21 e reforça a luta por inclusão e respeito —, o trabalho desenvolvido pela direção da APAE Rio Branco e pelos professores e gestores do Centro Dr. Chalub Leite, anexo à entidade, ganha destaque como referência em todo o Acre na promoção de dignidade, autonomia e acolhimento.

Na APAE, a data não se resume a uma lembrança no calendário. Ela se materializa nos corredores, nas salas de aula e, sobretudo, nos vínculos construídos diariamente entre alunos e educadores.

À frente da instituição, o presidente Lázaro Barbosa destaca o papel essencial do acolhimento. “Essa data nos lembra da importância de garantir respeito, inclusão e oportunidades. Aqui, nossos alunos são recebidos com carinho e atenção, porque acreditamos no potencial de cada um. O que fazemos é oferecer condições para que eles se desenvolvam e se sintam parte da sociedade”, afirma.

No Centro Dr. Chalub Leite, o ensino ganha contornos próprios, moldados pela sensibilidade e pela compreensão de que cada aluno possui seu tempo e sua forma de aprender. A diretora pedagógica, Sanmarah Alves, explica que o trabalho é guiado pela persistência e pelo cuidado integral.

“Nosso dia a dia é desafiador, mas tentamos todos os dias deixá-los felizes. Eles chegam aqui querendo se expressar, querendo mostrar que sabem e que conseguem”, ressalta.

Segundo ela, a instituição atua em dois eixos principais: o Atendimento Educacional Especializado (AEE), voltado para crianças, e a Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de projetos que envolvem vida prática e preparação para o mercado de trabalho.

“A metodologia foge do ensino tradicional. A nossa didática é concreta. Trabalhamos com jogos, oficinas, rodas de conversa, filmes e atividades práticas. Só depois fazemos a intervenção pedagógica no caderno. Cada linha escrita, cada avanço, é uma vitória”, explica Sanmarah.

Ela reforça que o trabalho pedagógico vai além do conteúdo: “Aqui não é só ensinar. É amar, respeitar e ter paciência para esperar o tempo de cada um. Eles têm capacidade, sim. Eles conseguem aprender, sim”.

O impacto se reflete nos próprios alunos, como Naiana Pedrosa de Moraes Cordeiro; Gudson da Silva Lins; Flaviana de Souza Barros; Arlan Ferreira Gomes; Emanuelly Yasmin Souza Oliveira; Francisca Geiziane Martins do Nascimento; Tiago Moribe Lima; Ocilanio de Souza Barros; e Renato Anute de Lima, protagonistas dessa história.

Cada um deles representa mais do que um nome em uma lista. Representa um processo de construção, de persistência e de descobertas. São histórias que mostram que a inclusão não é apenas um conceito, mas uma prática possível e necessária.

Com cerca de 140 alunos atendidos atualmente, a APAE Rio Branco se consolida como um espaço onde o aprendizado acontece de forma contínua, respeitando limites e valorizando capacidades. Para muitos, o local é mais do que uma instituição: é uma segunda casa.

O Dia Internacional e Nacional da Pessoa com Síndrome de Down reforça, assim, uma mensagem essencial: a síndrome não é uma doença, mas uma condição genética. E, acima de tudo, é parte da diversidade humana que precisa ser reconhecida, respeitada e incluída.

Em Rio Branco, essa inclusão tem endereço, tem nome e, principalmente, tem histórias que seguem sendo escritas todos os dias — com coragem, afeto e a certeza de que cada pessoa tem seu lugar no mundo.

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