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Governador Gladson Camelí e vice Mailza realizam reunião de alinhamento para enfrentar impacto das chuvas e reforçar Plano de Contingência

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Com o objetivo de intensificar as ações de prevenção e resposta aos impactos das chuvas dos últimos dias, o governador Gladson Camelí e a vice-governadora Mailza Assis presidiram, nesta sexta-feira, 26, uma reunião de alinhamento do Gabinete de Crise, na Secretaria de Estado da Casa Civil. O encontro reuniu órgãos estaduais e instituições diretamente ou indiretamente envolvidas na agenda ambiental e na gestão de riscos, para tratar do aumento das chuvas e da execução do Plano de Contingência do Estado do Acre.

A reunião foi coordenada pela Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (Comdec), com participação da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), além da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), Polícia Militar do Acre (PMAC), Departamento de Estradas de Rodagem e Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre), Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi), Secretaria de Educação e Cultura (SEE), Secretaria de Comunicação (Secom), Secretaria de Agricultura (Seagri), Serviço de Água e Esgoto do Acre (Saneacre) e Secretaria de Governo (Segov).

Governo do Acre reuniu pastas comprometidas com o plano de contigência para antecipar ações emergenciais. Foto: José Caminha/Secom

Durante a abertura, o governador Gladson Camelí destacou a importância da antecipação das ações. “Essa reunião é de extrema importância pois demonstra a antecipação de nossas ações. Peço para todos do governo do Acre que não percamos tempo, vamos fazer nosso dever sem medir esforços. Agradeço a presença de todos e vamos fazer de tudo para proteger nossa população”, afirmou.

Governador do Acre pediu dedicação total do corpo estatal na antecipação de ações e proteção das famílias em vulnerabilidade. Foto: José Caminha/Secom

A vice-governadora Mailza Assis, que também responde pela SEASDH, levantou a importância do plano de contingência estadual. O documento estabelece estratégias, ações e rotinas de enfrentamento a partir dos cenários de risco e das vulnerabilidades já identificadas. “Pelo volume de chuva dos últimos dias, estamos unidos com toda a estrutura do governo e organizados para dar uma resposta rápida à população. O momento requer atenção de todos”, ressaltou.

“A assistência social tem um papel fundamental, com insumos e acompanhamento constante das necessidades que possam surgir”, evidenciou Mailza. Foto: Ingrid Kelly/Secom

O coordenador estadual da Defesa Civil, Cel. Carlos Batista, explicou que o plano é essencial para garantir agilidade no atendimento às famílias atingidas e no apoio aos municípios. “Já estamos atendendo várias localidades com o apoio do Corpo de Bombeiros. Em Rio Branco, 13 pessoas já foram deslocadas pela prefeitura. O Estado possui um plano estruturado para apoiar cada município, que tem a responsabilidade legal pelo acolhimento da população”, afirmou.

Coronel Batista apresentou dados já coletados pela Defesa Civil para sustentar as ações iniciais. Foto: Ingrid Kelly/Secom

Segundo ele, o planejamento prevê orçamento e ações integradas de todas as secretarias envolvidas. “Há previsão de chuvas acima da média para os próximos três meses. Esperamos que não se confirme, mas estamos preparados”, completou.

Dados apresentados durante a reunião apontam que, nas últimas 24 horas, o volume de chuvas provocou uma elevação rápida no nível do Rio Acre, que chegou a 11,49 metros na tarde desta sexta-feira, segundo a última leitura da Defesa Civil Estadual.

Em Rio Branco, o Rio Acre subiu quase quatro metros em apenas 24 horas, mobilizando equipes de socorro para atendimento imediato às famílias afetadas por enxurradas e alagamentos, especialmente em áreas próximas aos igarapés da capital, que também estão sendo monitorados. A Defesa Civil acompanha de forma permanente toda a bacia do Rio Acre, incluindo os municípios de Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia, Xapuri, Rio Branco e a área rural de Capixaba.

Outras regiões também inspiram atenção. A bacia do Rio Tarauacá registrou índices pluviométricos acima da média, mantendo as equipes locais em estado de alerta. Em números atualizados, Rio Branco registrou 160 milímetros de chuva, com o nível do Rio Acre alcançando 11,83 metros, sendo 14 metros a cota de transbordamento. Em Brasileia e Epitaciolândia, foram registrados 237 milímetros nas últimas 48 horas, e em Assis Brasil, 94 milímetros.

Governo do Acre atua com ações precisas para antecipar o que deve ser feito por cada instituição. Foto: Ingrid Kelly/Secom

O governo do Acre permanece em alerta total e em contato direto com as coordenadorias municipais para atender populações que vivem em áreas de risco. “Estamos executando um Plano de Contingência construído com anos de experiência, válido para todo o Estado. Nenhum município consegue enfrentar sozinho esse momento. O Estado está pronto para apoiar as prefeituras e garantir que a população receba o atendimento necessário”, reforçou Batista.

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Brasileiro procurado por homicídio é preso em Cobija e entregue às autoridades do Brasil

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Suspeito foi localizado próximo ao mercado central e teria resistido à abordagem, segundo a polícia boliviana

O brasileiro Paulo Henrique Pereira, procurado pela polícia do Brasil por suposto envolvimento em homicídio, roubo de motocicleta e roubo agravado, foi preso por agentes do departamento de Pando, na Bolívia.

A prisão ocorreu nas proximidades do Mercado Central de Cobija, após identificação realizada por equipes policiais da região. Depois da captura, o suspeito foi entregue às autoridades brasileiras para que dê continuidade ao processo judicial em seu país.

Segundo relatório do diretor da FELCC, Carlos Pardo, o homem teria resistido no momento da abordagem, sendo necessária a intervenção dos policiais para contê-lo e assegurar a transferência de forma segura.

Sua transferência ocorreu na ponte binacional Internacional, que liga o Brasil – através do Acre, à Cobia (Bolívia), na tarde desta sexta-feira, dia 27, sob forte escolta policial, devido o histórico do acusado.

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Prefeitos dos 22 municípios do Acre discutem solução conjunta para resíduos sólidos

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Reunião da Associação dos Municípios do Acre aponta consórcio, apoio do Governo do Estado do Acre e financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social como caminho para superar passivo ambiental histórico

O prefeito de Rio Branco e presidente da Associação dos Municípios do Acre (Amac), Tião Bocalom, esteve reunido na manhã desta sexta-feira (27) com os 22 prefeitos acreanos. Na ocasião, os gestores avaliaram e acompanharam a prestação de contas da entidade referente ao exercício de 2025. Além disso, debateram um dos maiores problemas enfrentados pelos municípios, a destinação adequada dos resíduos sólidos, apontada como um dos principais gargalos, especialmente diante da necessidade de cumprimento das legislações ambientais vigentes.

Segundo Emerson Leão, a união dos municípios por meio do consórcio tem garantido soluções viáveis e sustentáveis para os resíduos sólidos, com avanços desde a criação da entidade e apoio técnico em parceria com a AMAC e o governo do Estado. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

Segundo Emerson Leão, diretor executivo do Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos do Acre, a alternativa encontrada para enfrentar o problema foi a união dos gestores municipais por meio de ações consorciadas, possibilitando soluções viáveis e sustentáveis para toda a região. Ele destacou que o consórcio vem avançando desde a sua criação, com apoio técnico, inclusive com a contratação de geólogo para dar suporte aos municípios, além da parceria com a AMAC e o governo estadual.

“Estamos avançando de forma significativa. O consórcio cresceu muito nesses quase três anos e hoje já contamos com apoio técnico especializado. A Lei nº 12.305 é clara ao estabelecer que todos os geradores devem contribuir com a taxa de resíduos, garantindo a sustentabilidade do sistema e evitando penalidades aos gestores”, explicou Emerson Leão.

Prefeito de Rio Branco e presidente da AMAC, afirma que, com apoio do Governo do Acre e recursos do BNDES, os municípios, inclusive os de menor arrecadação, poderão contar com uma solução definitiva para o descarte correto dos resíduos sólidos. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

Estado do Acre e a contrapartida de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, as prefeituras acreanas, inclusive as dos municípios com menor capacidade financeira, terão, finalmente, uma solução definitiva para a destinação adequada dos resíduos sólidos.

“Esse é um problema que se arrasta há mais de 30 anos e que nenhum município, sozinho, tem condições de resolver. Agora, com o apoio do governo e a estruturação do projeto pelo BNDES, tenho certeza de que vamos dar uma solução definitiva e livrar nossos prefeitos desse passivo histórico”, afirmou Bocalom.

“Quem ganha é o meio ambiente e a população. Com os estudos e a definição do modelo de gestão, daremos uma resposta efetiva e atenderemos às exigências legais”, ressaltou o Máximo. (Foto: Marcos Araújo/Secom)

O prefeito de Porto Acre, Máximo Antônio de Souza, que formalizou a adesão ao consórcio, destacou a importância da iniciativa para os municípios.

“Quem ganha é o meio ambiente e, principalmente, a população. Estamos tratando de um problema que envolve lixo, saneamento e saúde pública. Com o financiamento para os estudos e a definição do modelo de gestão, vamos conseguir dar uma resposta efetiva à sociedade e atender às exigências dos órgãos de controle”, ressaltou o gestor.

A reunião reforçou o compromisso conjunto dos municípios acreanos em buscar soluções regionais e sustentáveis para a gestão dos resíduos sólidos, garantindo mais qualidade de vida para a população e o cumprimento da legislação ambiental.

Fonte: Conteúdo republicado de PREFEITURA RIO BRANCO

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Brasiléia tem redução de quase 90% dos casos de dengue e intensifica ações nos bairros

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Por Fernando Oliveira
Fotos: Matheus Gomes-Secom/ Prefeitura de Brasiléia

A Prefeitura de Brasiléia, através da Secretaria Municipal de Saúde e da Divisão de Endemias, realizou uma importante ação de bloqueio contra a dengue no bairro Leonardo Barbosa. A iniciativa integra o conjunto de estratégias permanentes de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

A ação de bloqueio consiste na aplicação localizada de inseticida com bomba costal, procedimento técnico voltado à eliminação do mosquito na fase adulta, especialmente em áreas onde há registro ou suspeita de casos. Além da aplicação do produto, as equipes executaram levantamento de índice, tratamento focal e intensificaram a conscientização dos moradores quanto à eliminação de criadouros.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Francélio Barbosa, o trabalho é contínuo e estratégico.
“O trabalho de combate à dengue não para. Hoje estamos aqui no bairro Leonardo Barbosa. Já estivemos com a nossa equipe durante toda a semana, realizando tratamento, levantamento de índice e conscientização dos moradores. Agora estamos executando o bloqueio, que consiste em eliminar o mosquito adulto. Mesmo com a redução de 89% nos casos de dengue de um ano para o outro, seguimos trabalhando para oferecer o melhor à nossa população”, destacou o secretário.

A redução de 89% nos casos registrados no município, na comparação com o mesmo período do ano passado, demonstra a eficácia das medidas adotadas pela gestão municipal. No entanto, a Secretaria de Saúde reforça que o cenário exige vigilância permanente, sobretudo no período de maior incidência de chuvas.

O coordenador da Divisão de Endemias de Brasiléia, Elenilson Cruz, ressaltou que o bloqueio é uma resposta rápida para interromper a cadeia de transmissão.
“Essa ação é fundamental para conter a circulação do vírus. O bloqueio é realizado de forma técnica e direcionada, priorizando as áreas com maior risco. Paralelamente, seguimos orientando a população, porque o combate ao mosquito começa dentro de casa, eliminando qualquer recipiente que possa acumular água”, explicou.

A Prefeitura reforça ainda que a participação da comunidade é indispensável no enfrentamento à dengue, mantendo quintais limpos, caixas d’água vedadas e descartando corretamente recipientes que possam servir de criadouro para o mosquito.

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