A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Acre (FAPAC) publicou a ata referente à análise documental das candidaturas inscritas no Chamamento Público do Edital nº 005/2025, voltado ao Programa Cadeia Produtiva Especial. A reunião da Comissão Julgadora ocorreu no dia 18 de novembro, às 10h (horário de Brasília), na sede da fundação. A relação saiu no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira, 21.
A comissão foi designada pela Portaria nº 102/2025 e tem como responsabilidade avaliar a documentação dos candidatos concorrentes às bolsas de Inovação Tecnológica. O grupo é composto por Adna Rocha de Araújo Maia (presidente), Zenilda Alves Barboza da Silva e Antônia Souza da Conceição, todas representantes da FAPAC.
Candidatos classificados – Rio Branco
Após a análise documental, foram considerados habilitados os seguintes candidatos concorrentes à Bolsa Pesquisador:
Francisco Chagas da Silva
Paulo Sérgio Ribeiro de Araújo
Valdeci Martins de Farias
Gilberto Barbosa de Aguiar
Elisângela Galvão Barbosa
Sebastiana Souza da Silva
Marcio Cleice da Silva Nascimento
Maria Raimunda de Lima
Fábio Alencar dos Santos
Raimundo Ferreira da Costa
Sergio Carlos de Castro Nogueira
José Domingos de Lima Silva
Jorge Nilson Nogueira da Costa
Pedro Costa Coutinho
Antonia Marques da Silva
Mircleide Fernandes de Souza
Sebastião dos Santos Gomes
Ângela Maria Rodrigues Monteiro
Raimundo Nonato dos Santos Gomes
José Edilson Oliveira Mesquita
Paulo Antônio de Lima Silva
Josimar Ferreira da Costa
Paulo Antônio Lima Silva
Todos tiveram seus documentos considerados habilitados para continuidade no processo.
Candidatos classificados – Tarauacá
Também foram habilitados os participantes inscritos no município de Tarauacá, totalizando mais de 40 aprovados. Entre eles:
Pedro de Araújo
Francisco dos Santos
Maria da Conceição Silva
Nivaldo Carlos Rodrigues
Manuel Rodrigues
Maria de Fátima da Silva
Francisco dos Santos Nascimento
Valdemar de Oliveira Mourão
Raimundo Nonato Dantas de Araújo
Francisco de Assis Lopes da Silva
Manuel Silva Emidio
Maria das Dores Oliveira
Raimundo Altemir de Lima Nascimento
Raimundo Nonato dos Santos Nascimento
Marlino de Araújo Cordeiro
Sebastiana Gomes de Nazaré
Manuel dos Santos Nascimento
Maria Queiroz de Freitas
Josefa Alves de Mesquita
Maria Cruz da Silva Bezerra
José Francisco Oliveira Araújo
José Alquimar de Oliveira Brito
José de Souza Rocha
José Aldecino Abreu do Nascimento
Valdecir Rodrigues Silva
Antônio José Medeiro de Amorim
Terezinha Soares de Oliveira
Antônio da Cruz Corrente
José Gracira da Conceição
José Nilton Gonçalves da Silva
Maria Elivania Leite da Silva
Maria de Souza Araújo
Antônio Francisco de Souza Silva
Antônio Marcio de Lima Torres
Antônio da Conceição Barbosa
Antônio José Bezerra Rodrigues
João dos Santos Nascimento
Gerson Carneiro de Lima
Deusimar Vieira Mourão
Jorgimar Souza Morais
Antonia Luzeli de Lima Nascimento
Genivaldo Nascimento de Carvalho
Célio dos Santos Silva
Maria Auxiliadora Nascimento Lima
Cleison de Lima da Silva
Francisco de Assis Braga Vieira
Kennedy Luz Ferreira
Francisca da Silva Bezerra
Renan de Sá Ferreira
Antônio Francisco Souza Rodrigues
Clebson de Lima da Silva
Maicon Costa Lima
Raiane Souza Lima
Jalisson Gomes de Souza
Nataniele Souza Rodrigues
Todos foram considerados “habilitados” pela comissão.
Menino ficou desacordado e foi socorrido em estado gravíssimo ao Pronto-Socorro de Rio Branco
Uma criança de 1 ano e 5 meses foi vítima de afogamento na tarde desta sexta-feira (6), em uma residência localizada na Rua Maria Elza Castelo, Quadra 14, nas proximidades da creche José Maria Maciel, no Conjunto Habitacional Cidade do Povo, em Rio Branco.
De acordo com testemunhas, a mãe estava em casa com o menino e os outros filhos quando, após cerca de 30 minutos, percebeu a ausência da criança. Ao iniciar as buscas, ela encontrou o filho dentro da caixa d’água, desacordado, e o retirou imediatamente.
Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que enviou duas ambulâncias, sendo uma de suporte básico e outra de suporte avançado. As equipes médicas realizaram os primeiros socorros e iniciaram as manobras de reanimação cardiopulmonar. Após cerca de 30 minutos, a criança foi reanimada, colocada na ambulância de suporte avançado e encaminhada ao Pronto-Socorro de Rio Branco, em estado de saúde gravíssimo.
A Polícia Civil esteve no local e acompanhou os procedimentos. O caso será investigado para apurar as circunstâncias do ocorrido.
O fortalecimento da Defesa Civil Municipal tornou-se uma das marcas da atual gestão da Prefeitura de Rio Branco. Ao relembrar a trajetória de organização do órgão, o prefeito de Rio Branco Tião Bocalom destacou que a estruturação da unidade não foi apenas uma decisão administrativa, mas uma missão pautada na experiência prática e no compromisso inegociável com a segurança da população.
A sensibilidade para a importância de uma Defesa Civil atuante surgiu ainda em 2005. Naquele ano, diante de uma crise de queimadas sem precedentes que atingiu o estado, o atual gestor, então prefeito no interior, foi o único a decretar situação de emergência, mesmo enfrentando resistências políticas à época. A decisão permitiu a chegada de reforços, como o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, e resultou na preservação da histórica Fazenda Bonal, salvando centenas de hectares de seringueiras e pupunha, além de proteger a economia e o meio ambiente da região.
Desafios e Transformações
Ao assumir a gestão da capital, o cenário encontrado era de uma Defesa Civil que existia apenas formalmente. “Eu senti na pele o que é a função da Defesa Civil e procurei organizar o que praticamente não existia em Rio Branco”, afirmou o prefeito. Para liderar esse processo de transformação, a gestão investiu na valorização técnica do órgão, com a atuação do coordenador municipal da Defesa Civil, tenete-coronel Cláudio Falcão, cuja trajetória de dedicação foi fundamental para estruturar e consolidar a unidade.
Atualmente, a Defesa Civil de Rio Branco conta com equipes capacitadas, logística de resposta rápida, estrutura adequada e foco permanente na prevenção e no monitoramento de riscos, o que tem garantido maior eficiência no atendimento à população em momentos de emergência.
“Eu senti na pele o que é a função da Defesa Civil e procurei organizar o que praticamente não existia em Rio Branco”, afirmou o prefeito. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
O principal indicador desse trabalho é a preservação de vidas. Mesmo diante de eventos climáticos severos e enchentes históricas registradas nos últimos anos, Rio Branco mantém um dado expressivo em comparação a outros centros urbanos do país: zero óbitos decorrentes de desastres naturais.
“Estou muito feliz de ver um grupo de pessoas comprometidas em salvar vidas. Em qualquer lugar do Brasil, eventos dessa magnitude costumam registrar óbitos, mas aqui não tivemos nenhum. Isso é fruto de uma Defesa Civil preparada e que trabalha com foco na prevenção”, ressaltou o prefeito.
Integração e Reconhecimento Nacional
De acordo com o coordenador municipal da Defesa Civil, Cláudio Falcão, a atuação integrada da gestão municipal foi determinante para garantir o atendimento às famílias atingidas pelas enchentes, incluindo o acolhimento daquelas que precisaram ser encaminhadas para o abrigo público instalado pela Prefeitura de Rio Branco.
Segundo o coordenador da Defesa Civil, Cláudio Falcão, a ação conjunta da Prefeitura foi essencial para garantir o atendimento e o acolhimento das famílias afetadas pelas enchentes. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
“Defesa Civil é fundamental. Nenhuma prefeitura, especialmente de capital, pode funcionar sem uma Defesa Civil estruturada. Mas isso só acontece com o apoio direto do chefe do Executivo. Em Rio Branco, temos o respaldo do prefeito Tião Bocalom para avançar cada vez mais, seja com equipamentos, viaturas, estrutura física ou capacitação. A Defesa Civil do município cresceu exponencialmente nas duas gestões e hoje é referência, com reconhecimento nacional e até internacional”, destacou Falcão.
Com uma estrutura sólida e em constante aprimoramento, a Prefeitura de Rio Branco reafirma que a Defesa Civil é mais do que um órgão de resposta a emergências: é um instrumento essencial de proteção à vida e de apoio direto ao cidadão nos momentos de maior vulnerabilidade.
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