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Enem para Pessoas Privadas de Liberdade tem recorde de participantes no Acre em 2025

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Mais de 800 presos realizaram as provas do Enem PPL 2025 no Acre. Foto: Zayra Amorim/Iapen

Incluir e ressocializar são metas do governo do Acre. Uma importante ferramenta para atingir esse objetivo no sistema prisional tem sido o trabalho voltado para a educação. Nesta terça-feira, 16, e quarta, 17, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inpe) Anísio Teixeira e o governo do Estado realizam a aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio para Privados de Liberdade, (Enem PPL) 2025, para mais de 800 detentos.

Com um aumento de quase 70% de inscritos em relação ao ano anterior, o Enem PPL 2025 registrou 833 inscrições, enquanto em 2024 foram 491.

Estado propicia educação nos presídios, com escolas e profissionais capacitados. Foto: Zayra Amorim/Iapen

Segundo a chefe da Divisão de Educação Prisional, Margarete Frota, o recorde de inscritos se deve a uma recente mudança na legislação que permite a participação de candidatos que ainda não possuem o ensino médio completo.

“Foram inscritos também presos que têm ensino médio incompleto ou fundamental completo. Para eles a importância disso é tanto o acesso ao nível superior quanto a conclusão do ensino médio. Alguns estão fazendo para tentar vaga de nível superior e outros é para a conclusão do ensino médio”, explica.

As provas são realizadas, anualmente, nas prisões e institutos socioeducativos de todo o Brasil e têm o mesmo nível de dificuldade do Enem regular. A única diferença é que o exame é realizado em ambiente carcerário. A avaliação do exame é feita a partir de critérios utilizados pelo Ministério da Educação (MEC). Com isso, o custodiado pode concorrer às vagas em faculdades por meio de programas como o Sistema se Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

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Gefron recaptura mais um foragido do Presídio Manoel Neri em Cruzeiro do Sul

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Taisson Gomes de Souza foi localizado no bairro Miritizal; com ele estavam outros dois homens que também foram conduzidos à delegacia

Uma ação liderada pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron), no bairro Miritizal, em Cruzeiro do Sul, recapturou Taisson Gomes de Souza, que fugiu do presídio Manoel Neri, em 1º de março. Foto: captada 

Uma ação liderada pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron) resultou, nesta sexta-feira (13), na recaptura de Taisson Gomes de Souza, um dos seis detentos que fugiram do Presídio Manoel Neri da Silva, em Cruzeiro do Sul, no dia 1º de março. A prisão ocorreu no bairro Miritizal, durante diligências baseadas em informações de inteligência.

De acordo com o coordenador do Gefron no Juruá, tenente Fabrício Machado, as equipes receberam informações indicando que foragidos do presídio estariam escondidos na região do bairro Miritizal. Durante a abordagem, além de recapturar Taisson, os policiais apreenderam uma pequena porção de skunk e dinheiro em espécie.

Taisson estava acompanhado de outros dois homens, que também foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.

Relembre o caso

A fuga de seis detentos foi registrada em 1º de março, no presídio Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul. A evasão foi percebida por policiais penais por volta das 13h30. Os detentos estavam custodiados no pavilhão 8 da unidade e aproveitaram o momento para escapar.

Na ocasião, os foragidos identificados foram:

  • Taisson Gomes de Souza

  • Anderson Galvão da Silva

  • Tiago Gomes da Silva

  • Messias Cavalcante Pedrosa

  • Bruno do Nascimento Monteiro

  • Antônio da Silva e Silva

Durante as primeiras diligências, Anderson Galvão da Silva foi recapturado ainda no domingo (1º) pelas equipes envolvidas na operação. Com a recaptura de Taisson nesta sexta, quatro detentos seguem foragidos.

Buscas continuam

As forças de segurança seguem realizando buscas na região para localizar os demais foragidos. A população pode contribuir com informações anônimas por meio do telefone 190.

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Idoso é esfaqueado após discussão com homem armado em rua de Rio Branco

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Vítima de 65 anos caminhava alcoolizada e portava duas armas brancas quando se envolveu em confusão; agressor fugiu após o ataque

O idoso José Medeiros Brandão, de 65 anos, conhecido pelo apelido “Deca”, foi vítima de uma tentativa de homicídio a golpes de faca na noite desta quinta-feira (12), na Rua Boa Ventura, no bairro Vitória, na parte alta de Rio Branco.

Segundo relatos de testemunhas, o idoso caminhava pela via pública em visível estado de embriaguez e portava um terçado e uma faca. Em determinado momento, ele teria iniciado uma discussão com um homem ainda não identificado, que também estava armado com uma faca.

Durante a confusão, e com os ânimos exaltados, o suspeito desferiu um golpe contra a vítima, atingindo a região da virilha. Mesmo portando duas armas brancas, o idoso não conseguiu reagir ao ataque. Após o crime, o agressor fugiu do local.

Populares que passavam pela rua encontraram José Medeiros caído e ensanguentado. Diante da situação, prestaram socorro e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que enviou uma ambulância de suporte avançado para realizar os primeiros atendimentos.

Após ser avaliado pela equipe médica, o idoso foi encaminhado ao Pronto-Socorro de Rio Branco. Segundo informações iniciais, ele apresentava estado de saúde estável.

A Polícia Militar não foi acionada para atender a ocorrência.

VEJA VÍDEO:

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Hemoacre participa de encontro nacional que celebra 25 anos da Política Nacional de Sangue

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Representantes do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Acre (Hemoacre) participaram, na quinta-feira, 12 e sexta-feira, 13, em Brasília (DF), de um encontro nacional que marcou os 25 anos da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados e do Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (Sinasan). A reunião reuniu gestores da hemorrede pública brasileira para discutir avanços, desafios e estratégias voltadas à autossuficiência e à sustentabilidade dos serviços de hemoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS).

O encontro contou com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e da coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Luciana Melo, além de representantes da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e de entidades de pacientes, como a Federação Brasileira de Hemofilia e organizações ligadas à doença falciforme.

Encontro da Hemorrede Pública Nacional reuniu gestores de todo o país para debater os avanços da política nacional de sangue. Foto: Sesacre

Ao longo de dois dias de programação, diretores de hemocentros de todos os estados brasileiros participaram de debates sobre a organização da hemorrede, a qualificação das equipes e o fortalecimento das estratégias de captação de doadores voluntários. O encontro também promoveu a troca de experiências entre as unidades, reforçando o papel da integração nacional para ampliar o acesso seguro ao sangue e seus componentes em todo o país.

Para o gerente de Assistência do Hemoacre, Júnior Martins, as discussões contribuíram para aprimorar estratégias de gestão e mobilização de doadores, além de fortalecer o alinhamento entre os estados.

“O encontro reuniu gestores e profissionais de todo o Brasil para discutir diferentes eixos que estruturam o funcionamento dos hemocentros, desde a organização das equipes até as estratégias de captação de doadores. Um ponto central é reforçar a cultura da doação voluntária e altruísta, que é essencial para garantir segurança e sustentabilidade à hemorrede pública”, destacou.

Presidente do Hemoacre, Thereza Monteiro, e o gerente de assistência Júnior Martins representaram o Acre na reunião da Hemorrede Pública Nacional em Brasília. Foto: Sesacre

A gerente-geral do Hemoacre, médica hematologista Thereza Picado, ressaltou que a celebração dos 25 anos da política nacional representa um marco importante para a consolidação da hemoterapia no país.

“O momento permite refletir sobre a trajetória da política nacional do sangue e os avanços conquistados ao longo desses anos. Hoje temos uma rede pública estruturada, baseada na doação voluntária e no acesso universal aos componentes sanguíneos. Esse trabalho é fundamental para garantir assistência a diversos pacientes, como pessoas com hemofilia, doença falciforme, pacientes oncológicos e todos aqueles que dependem de transfusões para continuidade do tratamento”, afirmou.

Antes da implementação da política nacional, o acesso ao sangue no Brasil era marcado por desigualdades e, em alguns casos, pela comercialização do insumo. A estruturação da hemorrede pública brasileira consolidou a doação voluntária como princípio fundamental para garantir segurança transfusional e ampliar o acesso aos serviços de hemoterapia no SUS.






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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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