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Câmara de Brasileia se reúne com chefe da Reserva Extrativista Chico Mendes
Por Fernando Oliveira/ASCOM
A Câmara Municipal de Brasileia realizou quinta-feira dia ,18, uma reunião com o chefe da Reserva Extrativista Chico Mendes, Wilker Nazareno Júnior.
Os vereadores e representantes do movimento social pediram esclarecimentos sobre as ações de fiscalização e apreensão de gado e madeira, efetuada por fiscais do ICMBio nos últimos dias na reserva, região de Brasileia.
A Câmara de Brasileia vem sendo procurado por diversos moradores para tratar desse assunto.
O chefe da Extrativista Chico Mendes, Wilker Nazareno Júnior, destacou que a ordem foi decretada pelo Presidente, e que estão sobre o comando do Exército Brasileiro. Todas as informações sobre as operações que estão acontecendo hoje, podem ser solicitada pela imprensa ao Exército Brasileiro.
“As operações está sendo focada dentro das unidades de conservação para a contenção dos focos de incêndios. Vai ser aberto uma discussão com as associações e ICMBIO e demais órgãos do estado para aumentar o campo de discussão das demandas que a unidade tem. As informações referente a GLO, operação que estão acontecendo hoje, estão disponível pelo exército, imprensa tem que ser recorrente ao Exército “informou.
O vereador Joelson Pontes, propositor da reunião explica os encaminhamentos que foram tirados.
“O chefe da reserva irá organizar uma reunião até o dia 20 de novembro com todas as associações responsáveis pela manutenção da preservação ambiental. E no início de dezembro a Câmara também promoverá outra reunião com a presença do Ministério Público Federal, Governo do Estado, ICMBIO e a bancada federal, para buscar alternativas e ajudar as pessoas que moram dentro da reserva”, explicou.
Para Joelson Pontes, faltam políticas públicas que transformem a vida dos moradores da reserva extrativista Chico Mendes, considera que é necessário reformular o plano de utilização da reserva.
“Precisamos enfrentar esse problema e encontrar solução, o próprio ICMBIO é um dos responsáveis por tudo isso, porque faltou com acompanhamento e intervenções do governo.O problema foi gerado, mas o nosso objetivo quanto vereador é encontrar uma saída para aqueles que estão lá dentro”, disse.
O Vereador Rosildo Rodrigues, compara como “terror” o que está acontecendo com as famílias que moram dentro da reserva.
Viemos ouvir do Chefe da reserva explicação sobre os procedimentos que estão acontecendo na reserva, sabemos que essa operação foi determinada no mês de Setembro e não tem prazo para acabar. O que estamos pedindo e que o governo possa oferecer políticas públicas para quem mora lá, antes de qualquer repreensão. Essa reunião foi esclarecedora, como vereador representante do povo, vamos continuar cobrando para que tenha políticas públicas e apoio ao agricultor familiar, as pessoas que nasceram e se criaram dentro da reserva não pode ser tratados igual a outras que nunca moram lá “, destacou.
Participaram também da reunião, o presidente do Poder Legislativo Rogerio Pontes, Vice Presidente, Marquinho Tibúrcio(PSDB), Vereador e Líder da Prefeita na Câmara, Edu Queiroz(PT), 2°Secretário da Mesa Diretora, Rozevete Honorato (PSB), Joelso Pontes (PP), Reinaldo Gadelha, Rosildo Rodrigues(PT), o presidente da Associação de Moradores e Produtores da Reserva Extrativista Chico Mendes (Amopreb), José Maria, e Luiz Carlota morada da Unidade de Conservação na zona rural de Brasileia.
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Com mais de 880 pedidos de refúgio, vice-governadora Mailza cria câmara técnica para reforçar assistência a imigrantes no estado

Vice-governadora Mailza Assis destaca que concurso impacta na qualidade do ensino no Acre. Foto: Alexandre Lima
A vice-governadora do Acre e secretária de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Mailza Assis, por meio da Comissão Intergestores Bipartite do Acre (CIB-AC), aprovou a criação de uma câmara técnica (CT) voltada à análise de custos e à viabilidade de cofinanciamento estadual para o enfrentamento da situação migratória no Acre.
A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira, 15, prevista na Resolução CIB/AC nº 03, de 12 de dezembro de 2025.
“Com a criação da câmara técnica, o governo, em parceria com os municípios, busca fortalecer a resposta institucional ao fenômeno migratório, assegurando planejamento, sustentabilidade financeira e oferta de serviços socioassistenciais adequados à população em situação de migração e refúgio”, explica.
A iniciativa se dá em um contexto de crescimento de demanda por proteção social a pessoas migrantes e refugiadas no estado. Atualmente, o Acre contabiliza 888 pedidos de refúgio, o que reforça a necessidade de planejamento técnico e financeiro, para garantir atendimento adequado na rede socioassistencial.
De acordo com a resolução, a CT terá como principal atribuição realizar estudos e elaborar documentos que apontem os custos envolvidos e a viabilidade de cofinanciamento estadual das ações voltadas à população migrante. O trabalho deverá subsidiar decisões da gestão estadual e pactuações entre Estado e municípios no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (Suas).
Os critérios, prazos, formas de financiamento e demais definições de repasse serão construídos pela CT e apresentados para análise da gestão da SEASDH. Após essa etapa, as propostas serão submetidas à pactuação na própria CIB/AC.
A resolução se fundamenta em marcos legais e normativos da política de assistência social, como a Lei Orgânica da Assistência Social (Loas), a Norma Operacional Básica do Suas e a legislação estadual que organiza o sistema no Acre, garantindo respaldo jurídico à implantação da nova instância técnica.
De acordo com a chefe do Departamento de Gestão do Fundo Estadual de Assistência Social (Feas), Regiane Ferreira, a CT vai entrar em contato com os municípios do Acre que fazem fronteira com outros países, para otimizar suporte e apoio.
“Com a criação da câmara técnica, o Estado vai estudar, com os municípios, a viabilidade de reforçar a quantidade de recursos, bem como direcioná-los prioritariamente para esse fim. Atualmente o estado já passa recursos e a ideia é dar um reforço. Os municípios solicitaram para a gente um recurso maior e não havia como avaliarmos quanto se gasta com esse fim. Será feito um estudo de viabilidade, custos e se o Estado vai ter orçamento. Após a câmara se reunir e discutir tudo isso, com a participação de representantes dos municípios, vai-se chegar a um dividendo comum para suporte”, informa Regiane.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Deputado Tadeu Hassem destaca ações sociais e institucionais na fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem cumpriu agenda na região de fronteira nesta semana, com participação em ações voltadas à mobilidade urbana, inclusão social e fortalecimento de serviços públicos nos municípios de Brasiléia e Epitaciolândia.
Em Brasiléia, foram entregues coletes reflexivos para mototaxistas e capacetes para motoboys por meio do projeto Motociclista Consciente, além de habilitações do programa CNH Social, do Governo do Acre. As iniciativas visam garantir mais segurança no trânsito, inclusão social e oportunidades para trabalhadores que dependem da motocicleta como instrumento de trabalho.
Durante a atividade, o parlamentar parabenizou os mototaxistas do município pela organização da categoria, destacando o trabalho do presidente do sindicato, Manoel Antônio, e reconhecendo a atuação dos profissionais que enfrentam diariamente os desafios do trânsito.
Tadeu Hassem também agradeceu ao governador Gladson Cameli pela execução dos programas, ressaltando que as ações fortalecem a cidadania e impactam diretamente a vida de quem mais precisa.
Ainda na fronteira, o deputado esteve em Epitaciolândia, onde participou da inauguração da nova sede da Defensoria Pública do Estado. A unidade representa um avanço significativo no acesso à Justiça para a população local. O parlamentar fez menção especial à defensora pública-geral, Juliana Cordeiro, pelo trabalho desenvolvido à frente da instituição.
Segundo Tadeu Hassem, o mandato segue à disposição da população, apoiando iniciativas que promovem dignidade, fortalecem políticas públicas e contribuem para o desenvolvimento do Acre.
























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