Cotidiano
Brasil perde para Argentina após brigas no Maracanã e fica em 6º nas Eliminatórias
Seleção Brasileira foi derrotada em casa pela primeira vez na história do torneio
CNN-Brasil
Pela primeira vez na história das Eliminatórias, a Seleção Brasileira foi derrotada em casa. E a quebra de tabu veio logo contra a rival Argentina, por 1 a 0, nesta terça-feira (21), no Maracanã, com direito a “olé”.
O gol argentino foi marcado pelo zagueiro Otamendi, aos 17 minutos do segundo tempo. O jogo começou com 27 minutos de atraso por conta de uma pancadaria generalizada na arquibancada.
O Brasil se despede das Eliminatórias em 2023 na sexta posição, a última que dá vaga direta à Copa do Mundo de 2026, com oito pontos em seis jogos — a Argentina, por exemplo, tem 15 pontos.
Diniz se despede das Eliminatórias
Além disso, Fernando Diniz fez sua última partida como técnico interino da Seleção pelas Eliminatórias com uma marca muito incômoda: o time não vence há quatro jogos, com três derrotas consecutivas.
O próximo compromisso pelas Eliminatórias é apenas em setembro de 2024, contra Equador e Paraguai, quando a CBF espera contar com o italiano Carlo Ancelotti como técnico da Seleção.
Atual campeã do mundo, a Argentina, por sua vez, reassume a liderança das Eliminatórias, com 15 pontos.
Problemas para a sequência
Além das três derrotas consecutivas e a vexaminosa sexta posição na tabela, o próximo treinador da Seleção Brasileira também terá uma dor de cabeça extra quando as Eliminatórias voltarem, em setembro de 2024.
O volante Joelinton foi expulso no segundo tempo contra a Argentina, após menos de dez minutos em campo, e está suspenso. Além dele, Gabriel Jesus e Raphinha receberam o segundo cartão amarelo e também vão perder a partida contra o Equador.
Por outro lado, até setembro, há a chance de Neymar estar totalmente recuperado de sua grave lesão no joelho esquerdo.
Brasil 0 x 1 Argentina
Brasil: Alisson; Emerson Royal, Marquinhos (Nino), Gabriel Magalhães (Joelinton) e Carlos Augusto; André e Bruno Guimarães (Douglas Luiz); Rodrygo, Raphinha (Endrick), Gabriel Jesus e Martinelli (Raphael Veiga). Técnico: Fernando Diniz.
Argentina: Emiliano Martínez; Molina, Cristian Romero, Otamendi e Acuña (Tagliafico); De Paul, Enzo Fernández (Paredes), Mac Allister e Lo Celso (Nico González); Messi (Dí María) e Julián Álvares (Lautaro Martínez). Técnico: Lionel Scaloni.
Gols: Otamendi (17min2ºT) para a Argentina.
Cartões amarelos: Raphinha, Carlos Augusto e Gabriel Jesus (Brasil).
Cartão vermelho: Joelinton (Brasil).
Público: 68.138 presentes.
Renda: R$ 19.989.700,00.
Motivo: 6ª rodada das Eliminatórias para a Copa de 2026.
Data e horário: 21 de novembro de 2023 (terça-feira), às 21h30 (de Brasília).
Local: Maracanã, no Rio.
Árbitro: Piero Maza (Chile).
Auxiliares: Cláudio Urrutia e Miguel Rocha (ambos do Chile).
Árbitro de vídeo: Juan Lara (Chile).
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Adesg e Vasco ficam no empate em confronto preparatório
Adesg e Vasco empataram por 2 a 2 nesta quarta, 31, no Tonicão, em um confronto preparatório para o Campeonato Estadual. Kitinha e Pedro Careca marcaram os gols do Leão enquanto Catatau e Bryan anotaram para o Vasco. Excelente treinamento Para o técnico Rodrigo Deião, o treinamento foi excelente para a Adesg. “Conseguimos fazer um amistoso forte desde o início e foi possível trabalhar bem …
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Fonte: Conteúdo republicado de PHD Esportes
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Supercopa Rei será decidida em Brasília em 1º de fevereiro
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou nesta quarta-feira (31), via rede social, que a Supercopa Rei de 2026 ocorrerá no dia 1° de fevereiro, em Brasília.

A entidade confirmou a cidade novamente como palco da primeira grande decisão da temporada de 2026. A disputa ocorre em jogo único na Arena BRB Mané Garrincha, no centro da capital federal.
A partida será entre Flamengo, campeão do Campeonato Brasileiro de 2025, e Corinthians, campeão da Copa do Brasil, neste ano. A partida abre a temporada de bola de 2026. Ainda segundo a CBF, o estádio estará dividido 50% para cada torcida.
Inicialmente, o confronto estava previsto para 24 de janeiro.
Geralmente, a Supercopa Rei é disputada em estádios de campo neutro na tentativa de garantir a imparcialidade.
Últimos campeões
O Rubro-Negro é o atual campeão da competição. No início de 2025, a equipe dirigida por Filipe Luís venceu o Botafogo por 3 a 1.
Os campeões anteriores foram São Paulo, em 2024; Palmeiras, 2023; e Atlético Mineiro (2022). O Flamengo ainda foi campeão em 2020 e 2021.
Supercopa Rei
Não disputada entre 1992 e 2019, a Supercopa do Brasil foi reativada pela CBF em 2020.
Em 2024, a CBF rebatizou a competição para Supercopa Rei em homenagem a Pelé, o Rei do Futebol, falecido em dezembro de 2022.
A ideia é que o troféu represente a coroa do futebol nacional, sendo disputado pelos dois clubes que dominaram o cenário futebolístico no ano anterior.
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - ESPORTES
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Mailza Assis prepara-se para assumir o governo do Acre em 2026 e pode se tornar a 2ª mulher a comandar o estado
Vice-governadora, que assumiria o cargo em abril com a saída de Gladson Cameli para o Senado, é apontada como candidata oficial à sucessão; perfil reservado e trajetória religiosa e política marcam sua ascensão

Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos nove meses à frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários. Foto: captadas
Poucas horas separam o Acre de 2026, ano em que a vice-governadora Mailza Assis (PP) deve assumir o governo do estado em abril, com a saída de Gladson Cameli para disputar uma vaga no Senado. Com uma trajetória que começou na Assembleia de Deus, passou pela prefeitura de Senador Guiomard (Quinari) e chegou ao Senado antes da vice-governança, Mailza é apontada como candidata oficial do Palácio Rio Branco para as eleições do próximo ano, podendo se tornar a segunda mulher a governar o Acre — após Iolanda Lima, em 1986-87.
De perfil reservado, fala baixa e postura considerada exemplar por aliados, ela teria conquistado a confiança do governador para a sucessão ainda no início do mandato. Conhecida por sua religiosidade e citada por profecias que anteviam sua ascensão, Mailza enfrentará adversários “à altura” em 2026, mas chega fortalecida pela máquina e pela articulação política do grupo no poder. Se confirmada, sua gestão promete “suavizar” o tom do governo, sem abrir mão do rigor administrativo que lhe é atribuído por quem a conhece de perto.
Trajetória incomum:
Nascida no Amazonas, Mailza chegou ao Acre ainda jovem, trabalhou como auxiliar administrativa na Assembleia de Deus e iniciou na política como secretária municipal em Senador Guiomard. Sua ascensão acelerou com a suplência no Senado (2015), titularidade (2019-2022) e eleição como vice-governadora em 2022.
Estilo de gestão:
Descrita como “doce, de fala baixa”, ela promete “suavizar” o governo, mas aliados alertam: “O espaço para erro é quase zero”. Conhecida por rigor administrativo, Mailza terá nove meses à frente do estado para construir sua imagem antes da campanha eleitoral.
Contexto político:
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Seria a segunda mulher a governar o Acre – após Iolanda Lima (1986-1987);
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Tem o apoio aberto de Cameli, que a escolheu como sucessora;
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Enfrentará adversários de peso em 2026, ainda indefinidos.
Fé e projeção:
Em entrevista recente, Mailza revelou ter recebido uma “profecia” sobre seu destino político. Sua trajetória é comparada à da cantora Damares – de origem humilde e ascensão ligada à fé.
Desafios:
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Consolidar liderança em um estado tradicionalmente masculino;
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Administrar a transição sem rupturas com a base de Cameli;
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Equilibrar discurso religioso com políticas de estado.
A partir de janeiro, Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos meses de 2026 frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários.
A trajetória de Mailza Assis reflete uma nova via de ascensão política no Acre: longe dos partidos tradicionais, alicerçada em redes evangélicas, trabalho discreto e lealdade a um grupo político hegemônico. Seu maior teste será governar sem a sombra de Cameli.

A vice-governadora Mailza Assis (PP) em abril de 2026, deve assumir o Governo do Acre com a renúncia de Gladson Cameli, que concorrerá ao Senado, e será a candidata oficial do Palácio Rio Branco à sucessão para o mandato seguinte. Fot: captada


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