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Vídeo: Ônibus escolar com grupo junino pega fogo na AC-40; passageiros escapam por janelas

Veículo da Prefeitura de Senador Guiomard foi completamente destruído por incêndio próximo ao bairro Vila Acre; apenas uma jovem ficou levemente ferida
Um ônibus escolar da Prefeitura de Senador Guiomard foi totalmente destruído por um incêndio na noite deste domingo (6), por volta das 20h, na altura do km 15 da rodovia AC-40, nas proximidades do bairro Vila Acre, no Segundo Distrito de Rio Branco. O veículo transportava integrantes de uma quadrilha junina que retornava de uma apresentação no município de Bujari.
Segundo relatos de testemunhas, as chamas começaram repentinamente na parte traseira do veículo, provocando pânico entre os ocupantes. Muitos precisaram sair pelas janelas para escapar do fogo. Apesar do susto, todos conseguiram deixar o ônibus a tempo. Apenas uma jovem sofreu um ferimento leve no joelho durante a fuga e foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Segundo Distrito, onde recebeu atendimento e passa bem.
O incêndio ocorreu a poucos metros de um posto de combustíveis, o que aumentou significativamente o risco de uma tragédia de maiores proporções. Frentistas do posto acionaram imediatamente o Corpo de Bombeiros, que enviou uma equipe do 2º Batalhão. Ao chegarem, no entanto, os militares encontraram o ônibus já completamente tomado pelas chamas.
A Prefeitura de Senador Guiomard providenciou uma van para levar os participantes do grupo junino de volta com segurança ao município. A Polícia Militar, por meio do Batalhão de Trânsito, isolou a área para a realização da perícia, que deverá apurar as causas do incêndio.
O ônibus fazia parte da frota escolar cedida pelo governo federal para o transporte de estudantes da zona rural. Até o momento, a Prefeitura de Senador Guiomard não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido nem informou se haverá reposição do veículo perdido.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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