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Trio suspeito de matar adolescentes após feira agropecuária tem julgamento marcado

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Júri popular dos três foi marcado para o dia 1° de abril. Adolescentes desapareceram após saírem da Expoacre, em Rio Branco, e foram achados mortos no bairro Taquari.

Trio é acusado de homicídio triplamente qualificado, estupro e ocultação de cadáver — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Por Iryá Rodrigues, G1 AC

O trio suspeito de matar três adolescentes que desapareceram após saírem da Expoacre no dia 5 de agosto de 2018 vai passar por júri popular no dia 1º de abril, na 2ª Vara do Tribunal do Júri, em Rio Branco. A informação foi confirmada pelo advogado de um dos acusados, Silvano Santiago.

Os adolescentes Vitor Vieira de Lima, de 18 anos, Amanda Gomes, de 14, Isabele Silva Lima, de 13, desapareceram no dia 5 de agosto de 2018 e foram achados mortos no bairro Taquari.

Clenilton Araújo de Souza, Francimar Conceição da Silva e Luiz Gonzaga são acusados de homicídio triplamente qualificado, estupro e ocultação de cadáver.

Em junho do ano passado, o trio passou pela segunda audiência de instrução e julgamento. A Justiça informou na época que, das seis testemunhas que seriam ouvidas na segunda audiência, somente uma foi intimada. As demais intimações não foram concluídas porque as pessoas não foram localizadas. Os três réus também foram ouvidos.

A primeira audiência ocorreu no dia 8 de maio de 2019 e não foi concluída por falta de testemunhas. Durante a audiência, o Ministério Público sugeriu que uma das vítimas, a adolescente Amanda Gomes, foi estuprada antes de ser morta. A ossada de Amanda foi achada no dia 23 de agosto de 2018.

Denúncia

A 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco aceitou a denúncia do Ministério Público do estado (MP-AC) contra o trio em janeiro de 2019 e eles viraram réus no processo.

Souza e Silva foram presos no dia 6 de outubro de 2018 e estão no Presídio Francisco D’Oliveira Conde, em Rio Branco. Já Luiz Gonzaga foi preso no dia 13 de março do ano passado, após meses foragido.

Outros dois homens foram presos suspeitos de participação nos crimes. Amauri Sandro foi preso, no dia 31 de outubro de 2018, e Rafael Sidarta Messias, de 18 anos, foi preso no dia 11 de março do ano passado. Eles dois não chegaram a virar réus no processo.

O ciúme teria sido a motivação para a morte dos adolescentes, de acordo com o delegado da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que investigou o caso, Rêmulo Diniz.

Desaparecimento e mortes

Vitor Vieira de Lima, de 18 anos, Amanda Gomes, de 14, Isabele Silva Lima, de 13, desapareceram no dia 5 de agosto de 2018. Lima foi achado dias após o sumiço. De acordo com o delegado, ele foi esfaqueado e atirado dentro de um poço ainda vivo e morreu afogado. Já Isabele foi achada morta em uma área de mata.

No dia 23 de agosto de 2018, os ossos de Amanda foram encontrados pela polícia. A ossada estava em formato de triângulo. Outra particularidade é que faltavam quatro dentes da parte da frente no crânio e havia sinais de que o corpo da vítima tinha sido queimado.

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Tarcísio visita Bolsonaro na Papudinha nesta quinta-feira (29/1)

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Giovana Alves/Metrópoles
Governador Tarcísio de Freitas visita Bolsonaro na Papudinha, em Brasília - Metrópoles

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), visita, nesta quinta-feira (29/1), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no 19º Batalhão da Polícia Militar. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses na Papudinha, em Brasília (DF), por liderar a trama golpista.

A visita, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), levanta a expectativa de que o encontro seja para para tratar do apoio do mandatário paulista à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL), filho 01 do ex-chefe do Planalto, à Presidência da República.

Este é o primeiro encontro entre os dois políticos desde setembro, quando Bolsonaro ainda cumpria prisão domiciliar. A primeira ida de Tarcísio à Papudinha estava prevista para ocorrer na quinta-feira (22/1), mas o mandatário paulista cancelou a visita por motivos familiares.

O governador paulista chegou ao local às 10h56.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Ministra Cármen Lúcia foi quem autorizou operação contra deputado Eduardo Velloso e ex-prefeito Mazinho Serafim por desvio de recursos

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Ministra Cármen Lúcia autorizou ação, que mira suspeita de desvio de R$ 912 mil em contratos de shows em Sena Madureira; alvos têm endereços buscados no Acre e em Brasília

A PF e a Controladoria Geral da União investigam suspeitas de desvios de recursos na ordem de R$ 912 mil, proveniente desse modelo de emenda parlamentar, que permite repasses diretos da União. Foto: captada 

A Operação Draco contra o deputado federal Eduardo Velloso e o ex-prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim. A ação, autorizada pela ministra do STF Cármen Lúcia, investiga suspeitas de desvio de R$ 912 mil de recursos federais por meio de emendas parlamentares do tipo PIX — que permitem repasses diretos da União a municípios.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços de Velloso em Rio Branco e em seu apartamento funcional em Brasília, além de locais ligados a Serafim. Segundo a PF e a Controladoria-Geral da União, o dinheiro foi usado para contratar uma empresa responsável por shows em Sena Madureira, com pagamentos feitos pela Secretaria Municipal de Cultura.

As investigações apontam indícios de associação criminosa, fraude em licitação, corrupção e lavagem de dinheiro. O gabinete do deputado não foi alvo das buscas. A operação ainda está em andamento e pode resultar em novas medidas.

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Homem é preso por maus-tratos após arrastar cachorra amarrada à moto em Vilhena, RO

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Caso viralizou nas redes sociais; animal foi resgatado e encaminhado para atendimento veterinário. Suspeito alegou que “havia ganhado” a cadelinha

As imagens mostram o suspeito puxando a cadelinha pela coleira, que estava amarrada a uma motocicleta, submetendo o animal a sofrimento evidente. Foto: captada

Um homem foi preso em flagrante por maus-tratos a uma cachorra em Vilhena, Rondônia, após um vídeo que o mostra arrastando o animal amarrado a uma motocicleta circular nas redes sociais e gerar grande comoção. Nas imagens, ele puxa a cadelinha pela coleira enquanto ela tenta resistir, situação interrompida quando uma moradora começa a filmar e exige que o animal seja solto.

Acionada, a polícia prendeu o suspeito, que alegou ter “ganhado” a cachorra e estar apenas a levando para casa. Apesar da justificativa, os agentes constataram os maus-tratos. A cadelinha, ainda sem nome, foi resgatada e encaminhada para avaliação veterinária.

Ao perceber que estava sendo filmado, o homem interrompeu a ação e passou a discutir com uma moradora, que pedia insistentemente para que o animal fosse solto. Foto: captada 

O caso segue sob investigação, e o acusado responderá com base na legislação de proteção animal. A repercussão nas redes reacendeu o debate sobre a criminalização dos maus-tratos e a necessidade de fiscalização mais rigorosa.

A polícia compareceu ao local e realizou a prisão em flagrante. Em depoimento, o homem alegou que havia ganhado a cachorra e que estava apenas levando o animal para casa. Foto: captada 

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