Acre
Servidores da saúde fazem manifestação na Aleac por revisão do PCCR

Foto: Whidy Melo/ac24horas
Servidores da saúde estadual fazem uma manifestação na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), na manhã desta terça-feira (18), em Rio Branco. A categoria pede a revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) e denuncia que a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) quebrou acordos de datas para reuniões.
De acordo com a técnica de enfermagem Alesta Costa, presidente do Sindicato dos Profissionais Auxiliares, Técnicos de Enfermagem e Enfermeiros do Acre, apesar da Sesacre ter entrado com pedido judicial para embargar uma greve, os servidores optaram pela manifestação diante da falta de avanço nas exigências
“A Sesacre entrou com o pedido na justiça para embargar a greve do servidor da saúde, que é um direito que o servidor tem. Mas o servidor entendeu que é esse movimento que precisamos fazer, viemos e vamos ficar aqui na Assembleia Legislativa. Vamos conversar ali na plenária, vamos decidir com a categoria o que é que nós vamos fazer a partir de hoje, mas temos proposta pra acamparmos na Sesacre até que o PCCR chegue lá”, disse.
Costa afirmou ainda que a situação dos servidores ficam mais delicadas com a quebra de expectativa de diálogo, já que, segundo ela, encontros com os gestores são adiados e a revisão do PCCR havia sido negociado, mas não foi cumprido. “Como a gente negociou, a gente quer. Ou seja, já deram, acho que dois ou três prazos e não cumpriram. O sindicato foi tolerante, negociou na mesa por dois anos, sentando, negociando, abrindo espaço, aceitando, não aceitando, mas nós chegamos até aqui e, para nossa surpresa, a Sesacre cria uma proposta que não foi negociada”, contou.
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Acre
Ao lado de Gladson, Nicolau entrega títulos e enpossa aprovados no concurso da educação especial no Acre
O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Nicolau Júnior, começou esta sexta-feira, 27, cumprindo agenda ao lado do governador do Acre, Gladson Cameli, na entrega de títulos definitivos, no âmbito do Programa Minha Terra de Papel Passado, em Cruzeiro do Sul, no Vale do Juruá. Além das mais de 300 famílias, o governo do Estado também entregou títulos para igrejas.
“Este é um documento que representa dignidade para as famílias, por garantir a legalização da casa e da terra”, ressaltou Nicolau.
De volta à Rio Branco, o presidente do Poder Legislativo participou de mais um momento histórico para educação do Acre: a posse de todos os aprovados no concurso da pasta, desta vez para educação especial. Com a posse de mais de 740 professores, o governo zera o cadastro de reserva.
“O governador Gladson entra pra história mais uma vez. Primeiro ele realizou o maior concurso da história da educação, contratando mais de 3 mil servidores, entre professores e técnicos administrativos. Agora ela contrata todos os aprovados para os cargos destinados a educação especial. É um marco”, frisou.
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‘Para mim é mais do que um concurso, é a realização de um sonho’, diz professora após ser empossada em Cruzeiro do Sul
A posse de novos professores da rede estadual em Cruzeiro do Sul, no Teatro dos Náuas, marcou, para muitos deles, a realização de um sonho construído ao longo de anos de sala de aula, estudo e dedicação à educação pública. Entre emoção, alívio e sentimento de conquista, histórias pessoais ajudam a traduzir o impacto da efetivação na vida dos profissionais e na rotina das escolas acreanas.
Há aproximadamente 25 anos na educação, sempre em contratos provisórios, a professora Adriana Oliveira de Souza descreve a nomeação como um divisor de águas na trajetória profissional. “Hoje posso dizer que conseguir um contrato efetivo como professora é fundamental para garantir estabilidade profissional, segurança financeira e valorização na carreira, assim como assegurar a qualidade no aprendizado dos alunos. Para mim é mais do que um concurso, é a realização de um sonho”, afirmou. Ela destaca que, com a efetivação, todos os direitos passam a ser assegurados por lei, o que representa mais tranquilidade para trabalhar e melhor qualidade de vida.

A educação especial também ganhou reforço com a chegada de novos professores efetivos. Concursada para o cargo de professora P2 da educação especial, Suelane Ennes Ribeiro relata que a posse coroa um período intenso de preparação. “Foram dias e meses de estudo. Todo mundo quer ter estabilidade financeira, então acabo de conquistar essa estabilidade. Estou muito feliz, minha família muito feliz e sou muito grata a Deus”, disse a professora, que atua há quase sete anos na educação especial.
Para ela, assumir o cargo efetivo significa seguir contribuindo com um público que exige olhar atento, formação específica e continuidade no trabalho pedagógico. A experiência acumulada na área fortalece o vínculo com os estudantes e aumenta a responsabilidade de construir práticas inclusivas nas escolas.

Na mesma cerimônia, a professora Érika Maria do Carmo dos Reis celebrou a posse em um cargo considerado inédito na estrutura da educação estadual: professora da educação especial. Atuando há 11 anos na educação, ela agora passa a integrar o quadro efetivo voltado ao atendimento dos alunos público-alvo da educação especial. “Este concurso ficou para a história. Pela primeira vez, novos servidores assumem um cargo novo da educação estadual do Acre, professor da educação especial”, afirmou.

Para Érika, o concurso demonstra a preocupação do Estado com um público diferenciado e reforça a necessidade de atenção específica a esses estudantes. “Efetivar servidores para cuidar desse público permite uma atenção ainda maior para com os alunos. É uma ação necessária, e o governo do Estado está de parabéns por isso”, ressaltou.
Coordenador-geral da representação da Secretaria de Estado de Educação (SEE) em Cruzeiro do Sul, Aderlan Gomes de Almeida enfatizou o alcance da convocação de professores em todo o Acre. Segundo ele, mais de 2,6 mil docentes foram nomeados e empossados em diversas áreas, o que já se reflete no cotidiano das escolas.
Em Cruzeiro do Sul, Aderlan destaca que, em áreas como geografia, todas as escolas da zona urbana passaram a contar com professores efetivos. “Não temos nenhum professor provisório. Isso é um ganho para a nossa rede, para a escola e para a comunidade escolar”, avaliou. Ele explica que a presença de profissionais efetivos assegura maior continuidade às ações pedagógicas.

Aderlan ressalta que o concurso também reafirma o compromisso do governo do Estado e da SEE com a educação especial. Em Cruzeiro do Sul, mais de 160 novos servidores devem atuar diretamente com o atendimento a estudantes público-alvo da educação especial, ampliando o acompanhamento pedagógico e o suporte às escolas.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE


















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