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Rio Branco estuda decretar emergência ambiental devido à seca do Rio Acre

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A Defesa Civil de Rio Branco confirmou na manhã desta segunda-feira (12) a possibilidade de pedir a decretação de emergência ambiental por conta da seca do Rio Acre. “Temos a possibilidade”, disse Claudio Falcão, chefe da Defesa Civil na capital.

A vazante do Rio Acre vem batendo recordes nos últimos dias. Isso faz com que a Defesa Civil tenha de abastecer regularmente 21 comunidades, especialmente rurais, com água potável. Açudes e poços estão secos e não há outro meio de se obter água de qualidade que não seja pela ação do poder público.

O Rio Acre amanheceu com 1,32 metro de volume de água, mostrando que subiu um pouco devido à chuva que caiu no fim de semana. No entanto, a situação ainda é difícil. “Ainda é muito crítico. Só resolveremos isso em novembro”, prevê Falcão.

O Saerb, que abastece a capital, recomenda economizar água e evitar toda forma de desperdício.

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Prefeito de Rio Branco apresenta projeto “1.001 Dignidades” no Fórum Global Understanding Risk

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, apresentou por via remota, no Fórum Global Understanding Risk, o projeto de moradia popular “1.001 Dignidades”.

O gestor saiu da capital acreana nesta quarta-feira (30), com destino à Florianópolis, onde está ocorrendo o evento, para palestrar sobre os abrigos humanizados, construídos pela prefeitura, com o envolvimento de todos os setores da administração, aos desabrigados pela enchente que castigou Rio Branco no início de 2021. O modelo de abrigos servirá, por sugestão do secretário nacional de Defesa Civil, Alexandre Lucas, de referência para o restante do país.

Em decorrência das fortes chuvas na capital catarinense, o prefeito Tião Bocalom não conseguiu chegar ao seu destino. Mas participou da apresentação por via remota, oportunidade em que, junto ao coordenador da Defesa Civil Municipal, TEN. CEL. Cláudio Falcão, que já se encontrava em Florianópolis, transcorreu sobre os abrigos, que foram idealizados por ele, e que mostraram ser possível passar por um momento tão difícil e sofrido, com dignidade.

O prefeito aproveitou para apresentar, também, o projeto de moradia “1.001 Dignidades”, que visa construir mil e uma moradias populares, para famílias que residem em áreas de risco, alagadiças ou sob esgoto à céu aberto, contemplando, assim, aproximadamente 4.000 pessoas. O gestor entende que tornando possível o sonho da casa própria, levando dignidade às famílias, cada vez menos será necessário a construção de novos abrigos em decorrência das enchentes.

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Prefeitura encerra Novembro Azul no Centro do Idoso

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A Prefeitura de Brasiléia através da secretaria de saúde realizou, na tarde desta quinta,30, o encerramento da Campanha Novembro Azul, no Centro de Convivência do Idoso Andrelino Avelino da Silva.

A secretaria de saúde promoveu, durante todo mês de novembro, diversas atividades alusivas ao mês dedicado à prevenção do câncer de próstata. Palestras, distribuição de material sobre o tema e rodas de conversas, atendimento médico, odontológico, teste rápidos, exame PSA, entre outros serviços em saúde, visando o bem-estar e qualidade de saúde dos homens.

Estiveram na ação de encerramento da campanha o secretário de saúde Francélio Barbosa, coordenador do Novembro Azul Salustiano Costa, coordenadora do centro do idoso, Suellen Araújo e toda equipe da saúde.

O Senhor Manoel Oliveira reside no bairro Eldorado e foi um dos pacientes atendidos durante a Campanha Novembro Azul. De acordo com ele, a consulta na UBS foi muito importante. “Fazia tempo que eu não vinha me consultar, por falta de tempo e também por acomodação mesmo, aí ouvi no rádio falando sobre as consultas para os homens e resolvi participar. Estou feliz porque fui bem atendido, fiz exames e a médica me explicou que eu tenho que vim sempre, acompanhar como está minha saúde”, afirmou Manoel Oliveira.

O Secretário de saúde do município, Francélio Barbosa participou da ação de encerramento e afirmou que o Novembro Azul foi um sucesso. “Encerramos hoje o mês dedicado à saúde dos homens e foi uma campanha muito importante, pois ofertamos tantos atendimentos em todas as unidades dos bairros e zona rural de Brasiléia. Deixo meu agradecimento a cada coordenador das UBS, pelo empenho e dedicação em realizar um trabalho de qualidade e humanizado aos nossos pacientes. E a Prefeita Fernanda Hassem, pelo compromisso com a saúde da população de Brasiléia”, finalizou o secretário.

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Saúde alerta para aumento de casos de meningite no Acre

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A vacinação é a principal forma de prevenir a meningite, que pode levar à morte em até 24 horas ou deixar sequelas graves. No Acre, as taxas de cobertura vacinal contra a enfermidade, principalmente nas modalidades meningocócicas, estão abaixo das recomendadas pelo Ministério da Saúde (MS).

Segundo dados da Secretaria de Saúde (Sesacre), de janeiro até o dia 1º de dezembro foram notificados 67 casos suspeitos da doença com 13 casos confirmados. Entre os óbitos, 1 foi por meningite fúngica e três por meningite viral. A taxa de letalidade encontra-se em 30,7%, representado um aumento de 19,6% em relação a 2021.

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O MS registrou, até o fim de outubro, 5.821 casos e 702 óbitos por meningites de diferentes etiologias – causas – no Brasil. O motivo do avanço é a queda do índice de vacinação no país, principal meio de prevenção, chegando a combater 90% das formas mais graves da doença.

As vacinas contra a meningite bacteriana são consideradas as medidas mais eficazes e seguras para evitar quadros mais graves da doença, que produzem sequelas como amputações, surdez, cicatrizes ou morte. “Uma vez que as crianças e adolescentes deixem de receber a vacina, o agente causador da doença começa a circular, aumentando a sua incidência”, explica Daíla Timbó, responsável pelo Centro de Referências para Imunobiológicos Especiais (Crie) da Sesacre.

Existem imunizantes que protegem contra todos os tipos da doença bacteriana, meningite A, C, W, Y e B. A vacina disponível na rede pública protege contra o tipo C da doença e é ofertada ao público prioritário: crianças menores de cinco anos de idade, adolescentes de 11 e 12 anos e pessoas com comorbidade. A cobertura para a vacina meningocócica C (conjugada) no ano de 2021 foi de 69,81% em crianças. Já de janeiro a setembro de 2022, encontra-se em 67,83%, quando o preconizado pelo MS é 95%.

“Lembramos ainda que não existe vacina contra outros microrganismos causadores de meningites como os fungos, vírus, protozoários e helmintos [vermes parasitas]”, acrescenta Daíla Timbó.

Vacinação é a principal forma de prevenir a meningite, que pode levar à morte em até 24 horas ou deixar sequelas graves. Foto: Odair Leal/Sesacre

O que é a meningite?

A meningite é uma doença grave, que pode levar à morte em até 24 horas. Trata-se de uma inflamação das meninges – membranas que recobrem o cérebro e a medula espinhal. É preciso agir rapidamente desde o início dos primeiros sintomas, pois a patologia pode deixar sequelas consideráveis, como amputações, perda da audição e convulsões.

Sintomas e tratamento

A intensidade dos sinais pode variar de acordo com o agente infeccioso. Segundo a Biblioteca Virtual em Saúde do MS, as meningites provocadas por vírus costumam ser mais brandas, e os sintomas são parecidos com os de gripes e resfriados.

Entre os sinais da forma viral estão dor de cabeça, febre, um pouco de rigidez da nuca, falta de apetite e irritação. O vírus pode ser transmitido pelo contato com a saliva e a secreção respiratória ou por meio de alimentos contaminados e água.

Já as meningites bacterianas são mais graves, e os sintomas aparecem em pouco tempo, incluindo mal-estar, febre alta, vômitos, dor de cabeça forte e no pescoço, dificuldade para encostar o queixo no peito e manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por meio de secreções eliminadas pelo trato respiratório, como espirro ou tosse.

O tratamento da meningite é feito conforme o agente causador da infecção. De modo geral, a abordagem precisa ter início o quanto antes, para aumentar as chances de evitar o desenvolvimento de lesões que podem deixar sequelas permanentes ou, até mesmo, levar à morte.

Não há tratamento para combater o tipo viral, que se resolve sozinho, podendo ser utilizada medicação para aliviar os sintomas, como dor e febre.

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