Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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Prefeitura diz que ponto facultativo não foi oficializado e que nota foi erro de servidora
A publicação da nota teria sido a iniciativa de uma assessora de comunicação, que não teve o nome revelado, sem anuência do prefeito.

A Procuradora Jurídica da prefeitura de Santa Rosa do Purus, Laiza Camilo, procurou a reportagem do ac24horas na manhã desta terça-feira, 18, para esclarecer a polêmica sobre o suposto ponto facultativo dado pela morte de Francisco Horário Thaumaturgo Moura, 31 anos, já condenado por um homicídio e acusado de tráfico de drogas e associação ao tráfico, que morreu após trocar tiros com a polícia no último sábado, dia 15.
De acordo com Laiza, a prefeitura não chegou a decretar oficialmente ponto facultativo pela morte de Horário. A publicação da nota teria sido a iniciativa de uma assessora de comunicação, que não teve o nome revelado, sem anuência do prefeito.
“Como o rapaz que faleceu já foi servidor da prefeitura, a mãe é funcionária pública e o tio é ex-prefeito da cidade, uma das assessoras de imprensa fez uma nota dizendo que seria ponto facultativo. Só que não foi decretado esse ponto facultativo. Por mais que a gente se solidarize com a dor das famílias, ele é um ex-presidiário e jamais seria decretado ponto facultativo. Nem passou pela cabeça do prefeito fazer esse decreto. A servidora cometeu um erro e vai ser punida”, diz a procuradora.
A confusão começou quando uma nota foi divulgada em nome da prefeitura e, além de se solidarizar com a dor da família de Horário, afirmava que em razão de sua morte daria ponto facultativo nos órgãos públicos municipais nessa segunda-feira (17). O fato gerou revolta entre alguns moradores que consideram a homenagem a um criminoso desnecessária.

O prefeito de Santa Rosa do Purus, Assis Moura, que gere no interior do Acre, estava envolto de uma polêmica perante aos moradores. É que na segunda-feira, 17, foi decretado ponto facultativo no serviço público municipal pela morte de um homem.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.
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Prefeitura de Brasiléia analisa projeto de regularização fundiária do Bairro Nazaré
Reunião tratou do avanço do REURB, que garante segurança jurídica a centenas de moradores do núcleo urbano informal
A Prefeitura de Brasiléia realizou, na última quarta-feira (21), um encontro técnico na sede do setor de Tributação, Arrecadação e Fiscalização do município para análise do projeto de Regularização Fundiária Urbana (REURB) do núcleo urbano informal do Bairro Nazaré.
Durante a reunião, foi destacada a importância do avanço no processo de regularização fundiária da área, considerada essencial para garantir segurança jurídica aos moradores e demais envolvidos, além de promover a organização urbana e o acesso a direitos básicos.
Participaram do encontro o gerente de Tributação, Arrecadação e Fiscalização do município, Luciano Augusto; a secretária municipal de Meio Ambiente, Liane Chaves; o economista da Secretaria de Planejamento, Nevisson Tavares; a secretária municipal de Assistência Social, Suly Guimarães; o consultor em Engenharia Civil, Anselmo Ricardo; o representante da Secretaria Municipal de Obras, Jefferson Luis Araújo; a consultora em Arquitetura, Leovânia Moraes; e Felipe Braga, da empresa Braga Consultoria e Serviços LTDA.
Apesar da relevância da iniciativa, a ação teve pouca divulgação institucional, mesmo beneficiando centenas de moradores com a regularização definitiva do bairro, que teve origem a partir de uma ocupação irregular e agora caminha para a legalização fundiária.








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