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Polícia se atrapalha e solta suspeito de matar mulher e jogar em cisterna

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o Tribunal de Justiça voltou a afirmar que a soltura do preso foi irregular, uma vez que ele já respondia por outros crimes.

Rodrigo Duarte Gomes foi solto no último final de semana na Delegacia de Flagrantes de Rio Branco — Foto: Divulgação/Iapen-AC

Por Iryá Rodrigues

Rodrigo Duarte Gomes tinha sido levado para Defla no final de semana após danificar cela de delegacia para fugir novamente, passou por audiência de custódia pelo crime de dano ao patrimônio e juiz decidiu pela liberdade provisória. Porém, polícia não considerou que ele estava cumprindo mandado de prisão temporária pela morte da mulher e o soltou.

A Polícia Civil do Acre se atrapalhou após uma decisão judicial e soltou no último final de semana o preso Rodrigo Duarte Gomes, principal suspeito de matar a jovem Rosiane Martins Cavalcante, de 26 anos.

O suspeito, que cumpria um mandado de prisão temporária pela morte da jovem, tinha sido levado para a Delegacia de Flagrantes de Rio Branco (Defla) depois de danificar, pela segunda vez, uma cela da delegacia da 1ª Regional. Ele passou por uma audiência de custódia pelo crime de dano ao patrimônio, onde o juiz decidiu pela liberdade provisória.

O Ministério Público também se manifestou pela liberdade provisória no caso do crime de dano. No entanto, a polícia soltou o homem sem considerar que ele estava preso temporariamente pelo crime de homicídio.

Ainda segundo a Justiça, a delegacia deveria ter consultado o sistema para checar se o suspeito cumpria alguma outra medida.

Corregedoria vai apurar

O delegado-geral de Polícia do Acre, Josemar Portes, informou que a Corregedoria apura se houve algum tipo de erro por parte da polícia. Ele afirmou ainda que a delegacia tenta pedir a prisão preventiva do suspeito. O delegado não soube informar o dia exato em que o preso foi solto.

“Ele foi flagranteado por dano ao patrimônio, foi levado para a Defla e na audiência de custódia o juiz entendeu que era o caso conceder a liberdade. A prisão temporária a gente está analisando se ainda está em vigor, porque já tem um pedido de preventiva. A Corregedoria está analisando essa soltura, porque o que chegou na delegacia, e isso está sob análise, é um documento do judiciário ordenando a soltura e estamos analisando o que aconteceu para que o judiciário não entrasse no mérito a respeito da prisão temporária, que estava decretada em outro caso”, disse o delegado.

Ainda segundo Portes, a polícia faz novas buscas pelo suspeito, já que, além da prisão temporária que ele cumpria pelo homicídio da jovem, ele também era foragido do Complexo Penitenciário de Rio Branco desde maio deste ano. Naquele mês, ele conseguiu fugir depois de fazer um buraco na parede da cela 16 do pavilhão P, onde oito presos cumpriam pena. Outros dois tentaram fuga, mas, só ele conseguiu deixar a unidade.

Impasse entre Judiciário e Polícia

O Tribunal de Justiça informou que a decisão de liberdade provisória na audiência de custódia foi com relação ao crime de dano ao patrimônio e nada tinha a ver com a prisão temporária pelo crime de homicídio. Ainda segundo a Justiça, a delegacia deveria ter consultado o sistema para checar se o suspeito cumpria alguma outra medida.

A reportagem questionou o motivo do preso ainda estar em uma delegacia e não no presídio e o delegado afirmou que foi feito um pedido de transferência e no último dia 14 de outubro e a Justiça negou.

Sobre a questão da consulta ao sistema, o delegado disse que a responsabilidade de pesquisar o sistema é tanto da Polícia Civil como do Judiciário ao dar uma decisão.

Em nota, o Tribunal de Justiça voltou a afirmar que a soltura do preso foi irregular, uma vez que ele já respondia por outros crimes.

Veja nota na íntegra:

“Sobre o caso que envolve o réu Rodrigo Duarte Gomes, acusado de crime de homicídio, o Poder Judiciário do Acre esclarece:

Rodrigo teve prisão temporária decretada em decisão proferida no dia 16 de setembro, pela juíza Luana Campos, titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri, na ação penal referente ao crime de homicídio.

O réu estava preso e empreendeu fuga, ocasião em que cometeu crime de dano ao patrimônio. Novamente detido pela polícia, a Justiça analisou a legalidade de sua prisão pelo crime de dano, no último dia 17, sábado, em procedimento virtual adotado desde a suspensão das audiências de custódia, que não estão ocorrendo devido a pandemia.

A juíza plantonista, Lílian Deise, realizou o procedimento de análise desta segunda prisão, no qual o Ministério Público Estadual se manifestou pela liberdade provisória. A decisão proferida pela juíza concedeu ao réu o direito de responder ao processo por crime de dano ao patrimônio em liberdade, salvo se o réu não estivesse preso por outro crime.

O réu não deveria ter sido solto, pois estava em vigor o mandado de prisão temporária, expedido em razão de decisão proferida pela 1ª Vara do Tribunal do Júri.

Dessa forma, a soltura realizada pela polícia civil, se deu por ato irregular.”

Fuga de delegacia

Rodrigo Gomes tinha sido recapturado na quarta-feira (14) na Rua Castanheira, no Portal da Amazônia, em Rio Branco, 10 dias após fugir da Divisão Especializada em Investigações Criminais (Deic) depois de fazer um buraco no vaso sanitário da cela junto com outro preso.

Ele foi achado por agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Núcleo Especializado de Captura (Necap).

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Força Tática prende dois e apreende drogas no Vale do Açaí, no bairro Chico Mendes

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Operação resultou na retirada de 52 porções de entorpecentes e dinheiro do ponto apontado como área de tráfico

Uma operação da Força Tática do 3º Batalhão da Polícia Militar resultou na prisão de dois homens e na apreensão de entorpecentes na região conhecida como Vale do Açaí, no bairro Chico Mendes, nesta sexta-feira (13). A área é apontada pelas autoridades como ponto recorrente de comercialização de drogas.

A equipe realizava patrulhamento a pé quando identificou quatro pessoas em atitude suspeita. Ao perceberem a aproximação policial, uma mulher fugiu em uma motocicleta e não foi alcançada. Os três homens que permaneceram no local foram abordados.

Com André Soares, de 23 anos, os policiais encontraram um saco plástico contendo entorpecentes fracionados e dinheiro trocado. Foram apreendidos 49 papelotes de substância semelhante à pasta base de cocaína, totalizando aproximadamente 24 gramas, além de três porções de substância semelhante à maconha do tipo skunk, com cerca de 4 gramas, e dinheiro em espécie.

Segundo a Polícia Militar, André teria confessado que comercializava os entorpecentes no local, informando que vendia cada papelote de pasta base por R$ 10 e cada porção de skunk por R$ 5. Ele relatou ainda que aguardava o retorno de outro indivíduo que teria saído para buscar mais drogas e fugido ao notar a presença policial.

Durante a ocorrência, Luiz Henrique, de 20 anos, também foi abordado. Após consulta aos sistemas de segurança, os militares constataram a existência de um mandado de prisão em aberto contra ele, expedido pela Vara Criminal de Sena Madureira. Conforme a polícia, Luiz afirmou que trabalhava em esquema de “plantão” no ponto de venda, recebendo R$ 80 por turno.

Um terceiro homem, identificado como Alcemir Domiciano, de 28 anos, declarou estar no local para adquirir entorpecentes para consumo próprio.

Ainda de acordo com os policiais, os envolvidos relataram integrar uma facção criminosa conhecida como Comando Vermelho e utilizavam apelidos no meio criminoso.

Ao todo, a ação resultou na apreensão de 52 porções de drogas e R$ 386 em dinheiro. Os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados à Delegacia de Flagrantes (Defla), juntamente com o material apreendido, onde permaneceram à disposição da Justiça.

A Polícia Militar informou que os conduzidos não apresentavam lesões aparentes e que o caso seguirá sob investigação.

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Atuação integrada do Estado garante resgate aéreo de gestante em área isolada de Cruzeiro do Sul

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Uma operação integrada entre o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Acre (CBMAC), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) garantiu, na última sexta-feira, 13, o resgate rápido e seguro de uma gestante em área de difícil acesso no Ramal do Tico, às margens da BR-364, em Cruzeiro do Sul.

Operação integrada entre CBMAC, Samu e Ciopaer demonstra a presença do Estado nas áreas mais isoladas do Acre. Foto: cedida

A paciente apresentava quadro infeccioso, com febre, e encontrava-se em uma região severamente afetada por alagamentos e áreas de risco. Desde a quinta-feira, 12, as equipes já enfrentavam um cenário extremo: a impossibilidade de tráfego por terra.

O CBMAC foi a primeira resposta. Em quadriciclo, a pé e com tentativa de progressão por motonáutica, os bombeiros avançaram onde era possível, superando lama, água e longos deslocamentos. Diante da inviabilidade do resgate terrestre, que poderia durar toda a noite e expor a gestante a riscos adicionais, a equipe realizou a estabilização inicial da paciente, com apoio técnico do Samu, incluindo medicação e acompanhamento profissional.

Bombeiros avançam por área alagada no Ramal do Tico para prestar os primeiros atendimentos à gestante. Foto: cedida

A decisão estratégica foi acionar o Ciopaer para o resgate aeromédico. Em aproximadamente 50 minutos, considerando ida e volta, a aeronave realizou o deslocamento que, por terra, poderia levar quase um dia inteiro. A gestante foi encaminhada ao Hospital do Juruá, onde permanece sob cuidados médicos especializados, dando continuidade ao tratamento da infecção diagnosticada.

Equipe do Samu realiza estabilização da paciente antes do resgate aeromédico. Foto: cedida

Para o comandante do CBMAC, coronel Charles Silva, a ocorrência simboliza o verdadeiro significado da atuação do poder público: “Tivemos uma ocorrência em Cruzeiro do Sul envolvendo uma gestante em uma área rural de acesso extremamente difícil. As condições do ramal eram críticas, mas, mesmo diante dessas limitações, o Estado não se ausentou. Pelo contrário: ele chegou onde precisava chegar. Cada órgão fez exatamente o seu papel, com um único foco: salvar vidas. Quando a situação apertou, o poder público esteve presente, organizado e eficiente, colocando seus melhores profissionais e seus meios à disposição da população. Que orgulho em pertencer a esse grande time!”

A operação reforça a importância da integração institucional como ferramenta de eficiência e humanidade. Em meio às adversidades geográficas da região, a atuação coordenada evitou riscos desnecessários, garantiu atendimento adequado e reafirmou o compromisso do governo do Acre com a proteção da vida, especialmente nas áreas mais afastadas.

Aeronave do Ciopaer garante transporte rápido e seguro até o Hospital do Juruá. Foto: cedida

Mais do que um resgate, a ocorrência tornou-se símbolo de planejamento, cooperação e coragem. No Ramal do Tico, a presença do Estado não foi apenas institucional: foi concreta, estratégica e salvadora.









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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Mounjaro ou Ozempic no Carnaval: o que comer e o que evitar na folia

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Uma mulher segura uma caneta injetora Mounjaro - Agonorexia: saiba o que é e riscos das canetas emagrecedoras - Metrópoles

Se você faz tratamento com tirzepatida ou semaglutida (as populares “canetas emagrecedoras”, como Mounjaro e Wegovy, respectivamente) e vai ao Carnaval, é preciso olhar com cuidado para a alimentação nos dias de festa.

A nutricionista Livia Souza, especialista em emagrecimento, orienta que os pacientes façam pequenas refeições ao longo do dia, priorizando aqueles com mais proteínas, muitas vezes negligenciadas nesse período. A água deve ser calculada em torno de 35 ml por quilo do peso e, se a pessoa sentir muito enjoo, pode tomar chás como o de gengibre.

“No dia que for para o Carnaval, antes de sair de casa, o ideal é tentar ter uma refeição equilibrada do ponto de vista nutricional, com combinação de proteínas, carboidratos e micronutrientes. Traduzindo: feijão, arroz, uma porção de carne ou frango, salada e uma fruta para complementar”, ensina.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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