A atuação firme e integrada das forças de segurança resultou no fim das ameaças direcionadas a agentes públicos da área da saúde no município de Feijó, interior do Acre. A resposta rápida foi coordenada pela Polícia Civil do Acre, que instaurou o pertinente inquérito policial para apurar os fatos.
As ameaças circularam por meio de áudios veiculados em aplicativos de mensagens, nos quais havia menções a possíveis invasões de prédios públicos e até ao suposto rapto do diretor do hospital da cidade. Diante da gravidade do conteúdo, a Polícia Civil deu início imediato às diligências investigativas.
Em curto espaço de tempo, os investigadores conseguiram identificar o autor dos áudios, adotando as medidas legais cabíveis para responsabilização. Paralelamente, houve articulação entre diferentes órgãos de segurança e autoridades locais, o que contribuiu para a suspensão das manifestações e evitou que a situação evoluísse para confrontos ou maiores danos à população.
“Desde o momento em que tomamos conhecimento dos áudios com ameaças a servidores da saúde e a prédios públicos, instauramos imediatamente o inquérito policial e iniciamos as diligências para identificar o responsável. A pronta resposta da Polícia Civil demonstra nosso compromisso com a legalidade, com a ordem pública e com a proteção dos agentes que atuam em serviços essenciais. Não iremos tolerar ameaças que coloquem em risco a integridade de profissionais e da população”, destacou o delegado Dione Lucas.
A autoridade policial também agradeceu o apoio das demais instituições que atuaram para o encerramento da crise, com destaque para o Comando local da Polícia Militar do Acre e para a Polícia Rodoviária Federal, cuja atuação integrada foi fundamental para a manutenção da ordem e da tranquilidade em Feijó.
A Polícia Civil informou que o inquérito seguirá em andamento para a completa elucidação dos fatos e eventual responsabilização criminal do autor.


A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (4) a Operação Intruder Brother, que investiga possível crime de corrupção eleitoral por compra de votos.
À equipe da CBN Rio Branco, o presidente do MBD, deputado Roberto Duarte (MDB), disse que não poderia se posicionar sobre o caso, pois ficou sabendo da notícia pela imprensa, mas que vai aguardar o andamento das investigações e que deve se posicionar novamente ainda nesta sexta.



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