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Para evitar aglomerações, revisão cadastral do Bolsa Família segue suspensa no Acre até setembro
Suspensão atende portaria do Ministério da Cidadania para não expor beneficiários ao risco de se infectarem com o novo coronavírus nos postos de cadastro.

Bolsa Família – Foto: LIDIANNE ANDRADE/MYPHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
A revisão cadastral dos beneficiários do Bolsa Família segue suspensa no Acre até 31 de setembro. A Secretaria de Estado de Assistência Social dos Direitos Humanos e de Políticas Públicas para as Mulheres do Acre (SEASDHM) informou as orientações do Ministério da Cidadania para evitar aglomerações durante a pandemia.
Essa revisão faz parte do Cadastro Único. Além disso, o Ministério da Cidadania determinou que os beneficiários não podem ter o benefício bloqueado nesse período.
A primeira suspensão dos processos de operalização do Bolsa Família e do Cadastro Único ocorreu em março de 2020, início da pandemia. Com o prolongamento da pandemia, o Ministério da Cidadania publicou outra portaria, em 31 de março de 2021, que suspendeu por mais 180 dias a aplicação dos efeitos do não cumprimento das funcionalidades.
É que nos municípios os beneficiários estão prejudicados com a suspensão das aulas presenciais e direcionamento das unidades de saúde para atendimentos dos infectados pelo novo coronavírus. Para não tem aglomeração e não expor os moradores à infecção pela Covid-19 nos postos de recadastramento, essa revisão segue suspensa.
No Acre, cerca de 91.045 famílias são beneficiadas pelo programa do governo federal. “Nenhum chamamento da população para atendimento presencial deve ser feito pelos estados ou municípios, e nenhuma família terá o benefício do programa Bolsa Família bloqueado ou cancelado, em virtude do descumprimento de condicionalidades na saúde e educação”, destacou o secretário interino da SEASDHM, André Crespo.
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Após sucesso de atendimentos, Polícia Civil retorna a escola e amplia emissão gratuita da CIN em Rio Branco
Devido ao sucesso e à grande demanda pelos serviços ofertados na emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), a equipe do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Acre (PCAC) retornou à Escola Estadual Doutor Pimentel Gomes, neste sábado, 14, no bairro São Francisco, em Rio Branco, e realizou mais 50 atendimentos à população. Todos os serviços foram prestados de forma totalmente gratuita, reforçando o compromisso da instituição com o acesso à cidadania.

A primeira ação ocorreu no último dia 7 de fevereiro, durante a programação do Juntos Pelo Acre, quando o Instituto de Identificação contabilizou 108 atendimentos ao público na mesma unidade de ensino. Diante da alta procura e da necessidade da comunidade, a PCAC decidiu promover o retorno da equipe para assegurar que mais pessoas pudessem emitir o novo documento oficial.
O programa Juntos Pelo Acre é coordenado pela vice-governadora Mailza Assis e tem como objetivo levar serviços essenciais diretamente às comunidades, especialmente às regiões com maior vulnerabilidade social. A iniciativa integra diversos órgãos estaduais, promovendo cidadania, inclusão social e acesso facilitado a direitos básicos, como documentação civil, atendimentos de saúde e orientações jurídicas, fortalecendo a presença do Estado junto à população.

O diretor do Instituto de Identificação, Júnior César, destacou a importância da ação. “A grande procura demonstra o quanto a população precisa desse serviço. Nosso compromisso é garantir que todos tenham acesso à Carteira de Identidade Nacional, um documento fundamental para o exercício pleno da cidadania. Retornar à escola foi uma forma de atender essa demanda e assegurar que ninguém ficasse sem o documento”, afirmou.
Já o delegado-geral da PCAC, Dr. José Henrique Maciel, ressaltou o papel social da instituição. “A Polícia Civil também exerce uma função cidadã. Ao levarmos a emissão gratuita da CIN às comunidades, estamos promovendo dignidade, inclusão e fortalecendo a política pública de acesso à documentação básica para todos os acreanos”, enfatizou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Mulher é assassinada 12 horas após ter medida protetiva contra marido

Uma mulher foi assassinada na sexta-feira (13/2), poucas horas após denunciar o companheiro por violência doméstica, na cidade de Ipirá, no Centro-Norte da Bahia.
Liliane Bastos Azevedo, de 25 anos, foi esfaqueada pelo marido, Aroldo Cintra Aragão, por volta das 14h, cerca de 12 horas depois de ter sido agredida e ameaçada ao se recusar a manter relações sexuais com ele.
Durante a madrugada, Liliane registrou boletim de ocorrência por violência doméstica no site da Delegacia Virtual e solicitou medida protetiva de urgência, prevista na Lei Maria da Penha.
Leia reportagem completa no Correio.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Câmara Criminal mantém condenação de agricultor por homicídio na Transacreana
Por maioria, desembargadores rejeitam recurso da defesa e confirmam pena de mais de 18 anos em regime fechado


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