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Palácio Rio Branco reabre após revitalização: “Uma história de luta e emancipação”

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Prédio histórico recebeu melhorias de acessibilidade e preserva elementos da identidade cultural acreana, como exposições indígenas e referências aos seringueiros

“A gente busca fazer as adaptações sem ferir as estruturas conceituais, garantindo aquilo que é necessário para acessibilidade”, explicou Kinpara. Foto: captada 

A entrega do Palácio Rio Branco, na manhã desta sexta-feira (20), após obras de revitalização, marcou a reabertura de um dos principais patrimônios históricos do Acre, com destaque para a preservação da identidade cultural e a inclusão de melhorias de acessibilidade.

Durante a solenidade, o presidente da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), Minoru Kinpara, afirmou que o prédio vai além de sua estrutura física e representa a trajetória histórica do povo acreano. Segundo ele, o espaço simboliza “uma história de luta, de emancipação e de organização”, construída ao longo dos anos.

Kinpara ressaltou que o Palácio Rio Branco carrega elementos que refletem a identidade regional, como exposições indígenas e referências aos seringueiros, além de influências arquitetônicas europeias. “Aqui nós temos aquilo que de mais moderno tinha na Europa, mesclado com aquilo que a gente tem na região”, afirmou.

O presidente da FEM também relembrou o longo processo de construção do prédio, que levou cerca de 20 anos para ser concluído, iniciado na gestão de Carneiro e finalizado por Guiomard Santos. Para ele, a recuperação do espaço representa respeito à história e à cultura local. “Quando a gente recupera um espaço desse, demonstra o nosso respeito e admiração pelo nosso povo”, disse.

Acessibilidade

Outro ponto destacado foi a adequação do prédio às normas de acessibilidade. Mesmo sendo um patrimônio tombado, o local recebeu intervenções para garantir inclusão, como a instalação de rampas e elevadores. “A gente busca fazer as adaptações sem ferir as estruturas conceituais, garantindo aquilo que é necessário para acessibilidade”, explicou Kinpara.

“Aqui nós temos aquilo que de mais moderno tinha na Europa, mesclado com aquilo que a gente tem na região”, afirmou. Foto: captada 

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Esquecimento em idosos: quando é normal e quando pode ser sinal de alerta

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Especialista orienta famílias a diferenciar falhas comuns da idade de possíveis sinais de demência

Esquecer nomes, compromissos ou onde deixou objetos pode ser algo comum com o avanço da idade. No entanto, é preciso atenção para identificar quando essas falhas deixam de ser naturais e passam a indicar um problema de saúde.

De acordo com a médica pós-graduada e especializada em Geriatria e docente da Afya Cruzeiro do Sul, Aline Diniz, o envelhecimento pode trazer mudanças na memória, mas sem comprometer a autonomia do idoso. “Com o passar dos anos, é comum a pessoa demorar mais para lembrar de um nome ou esquecer onde colocou objetos. O importante é que, depois de um tempo, ela consiga lembrar sozinha ou reorganizar a situação”, explica.

Diferença entre esquecimento comum e demência

A principal distinção entre o esquecimento natural e doenças como o Alzheimer está no impacto na rotina. Enquanto falhas pontuais não interferem significativamente na vida diária, a demência provoca prejuízos progressivos. “No esquecimento normal, a pessoa pode até esquecer um compromisso, mas depois lembra ou consegue refazer os passos. Já na demência, ela esquece acontecimentos recentes com frequência, repete várias vezes a mesma história e pode ter dificuldade para realizar tarefas simples”, destaca a médica.

Segundo a especialista, nesses casos, o idoso pode inclusive se perder em locais conhecidos e perder a capacidade de cuidar da própria vida de forma independente.

Alguns comportamentos devem acender um sinal de atenção. Entre eles estão a desorientação em ambientes familiares, dificuldade para lidar com dinheiro, esquecimento frequente de medicamentos e confusão com datas e horários.

Mudanças de comportamento também merecem cuidado. “A pessoa pode ficar mais irritada, desconfiada, mais isolada ou perder o interesse por atividades que antes gostava. Essas alterações podem estar relacionadas a mudanças no funcionamento do cérebro”, alerta Aline Diniz.

Outro ponto importante é a repetição constante de perguntas. “Quando a pessoa faz a mesma pergunta várias vezes ao dia, com poucos minutos de intervalo, isso pode indicar que ela não lembra que já recebeu a resposta. Se for frequente, merece avaliação”, acrescenta.

Quando procurar ajuda médica

A orientação é buscar avaliação profissional assim que os sinais começarem a interferir na rotina ou gerarem preocupação na família e no próprio idoso. “O momento ideal é quando o esquecimento começa a atrapalhar a vida diária ou quando há mudanças importantes de comportamento. Quanto mais cedo for feita a avaliação, melhores são as possibilidades de intervenção”, afirma.

A médica ressalta que nem todo quadro de perda de memória está relacionado à demência. Em alguns casos, pode haver causas tratáveis, como depressão, deficiência de vitaminas ou alterações hormonais.

O diagnóstico das demências é clínico e leva em consideração o histórico do paciente, exame físico e testes cognitivos. Exames laboratoriais e de imagem também podem ser solicitados para descartar outras causas. “Não existe um único exame que confirme o Alzheimer. O diagnóstico é feito com base na avaliação médica completa e em testes de memória e atenção, além de exames complementares”, explica.

Erros comuns das famílias

Um dos principais equívocos, segundo a especialista, é considerar o problema como algo “normal da idade” e não buscar ajuda médica. Esse atraso pode comprometer o tratamento e a qualidade de vida do paciente. “Muitas famílias acabam ignorando os sinais ou achando que é apenas coisa da idade. Com isso, o paciente pode chegar a estágios mais avançados sem diagnóstico”, alerta.

Outro erro frequente é lidar com a situação de forma inadequada, com cobranças ou correções agressivas. “Brigar ou confrontar o idoso pode piorar o quadro. O ideal é acolher e buscar orientação profissional”, orienta.

Embora muitas demências não tenham cura, o acompanhamento médico pode ajudar a controlar sintomas e retardar a progressão da doença, além de melhorar a qualidade de vida do paciente. “Quanto antes a avaliação for feita, melhores são as chances de controlar os sintomas e garantir mais qualidade de vida para o idoso”, conclui a geriatra.

Afya Amazônia
A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado do Acre conta com uma instituição de graduação (Afya Cruzeiro do Sul). Tem ainda onze escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Pará (4), Rondônia (2) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com 4 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM), Palmas (TO) e Porto Velho (RO).

Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em http://www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

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Eterno Texas Ranger: Morre Chuck Norris, lenda dos filmes de ação, aos 86 anos

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A morte de Chuck Norris foi confirmada nas redes sociais pela família

dos maiores nomes do cinema de ação, além de ter trilhado um vitorioso caminho nas artes marciais. A morte foi confirmada nas redes sociais pela família e teria acontecido na quinta-feira (19/3). O ator tinha 86 anos.

Em postagem nas redes sociais, a família comunicou a morte dele e fez uma homenagem que contempla toda a carreira do artista.

“Para o mundo, ele era um artista marcial, ator e um símbolo de força. Para nós, ele era um marido dedicado, um pai e avô amoroso, um irmão incrível e o coração da nossa família”, afirmaram.

Os familiares ainda afirmaram que estão muito tristes, mas que estavam profundamente “gratos pela vida que ele viveu” e “pelos momentos inesquecíveis” que puderam compartilhar com ele.

Carreira marcante no cinema e nas artes marciais

Chuck Norris era conhecido como um dos maiores nomes do cinema de ação e construiu uma carreira marcada por disciplina, carisma e protagonismo em produções que atravessaram décadas e conquistaram fãs ao redor do mundo.

Antes da fama em Hollywood, ele trilhou um caminho nas artes marciais: foi campeão de caratê e fundador de um estilo próprio de luta, ganhando notoriedade nos Estados Unidos ainda nos anos 1960.

As habilidades dele o levaram ao cinema, com papéis que exploravam exatamente essa presença física e técnica.

Entre os papéis mais marcantes da carreira estão as produções Chuck Norris: O Homem da Lei (1993), Cordell Walker (1993–2001), O Voo do Dragão (1972), Invasão U.S.A. (1985) e Os Mercenários 2 (2012). O último trabalho dele nas telonas foi em 2024, quando estrelou o filme Agent Recon.

Artista estava internado

Na quarta-feira (18/3), Chuck Norris foi levado a um hospital na ilha de Kauai, no Havaí, após sofrer uma emergência médica. Segundo informou o TMZ, o artista passou mal de forma repentina.

De acordo com fontes do portal norte-americano, Chuck Norris estava de bom humor e fazendo piadas pouco antes de ser levado ao hospital.

Veja o comunicado da morte:

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Ozempic: fim da patente gera enxurrada de pedidos para novos remédios

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Pessoa aplicando insulina com um dispositivo semelhante a uma caneta, sentada. A imagem retrata o autocuidado do diabetes, a rotina e hábitos saudáveis. Metrópoles

Termina nesta sexta-feira (20/3), no Brasil, a exclusividade da semaglutida pela indústria farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, fabricante do Ozempic e do Wegovy, ambas canetas emagrecedoras com a mesma substância, em diferentes concentrações. A medida permitirá que outras empresas desenvolvam remédios com a substância.

Com a queda da patente da semaglutida, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já recebeu 17 pedidos para a produção de semaglutida. Oito deles estão em análise (sete de medicamentos sintéticos e um de droga biológica, como são as canetas de Ozempic e Wegovy). Nove outros aguardam o início da análise.

A semaglutida é um medicamento análogo ao receptor GLP-1. Ela imita e potencializa o efeito de um hormônio natural produzido pelo intestino. Com isso, tira a fome, retarda o esvaziamento do estômago e auxilia na regulação da glicose.


Tratamento para diabetes e emagrecimento

  • A popularidade desses medicamentos cresceu rapidamente nos últimos anos. Inicialmente desenvolvidos para o controle do diabetes, eles passaram a ser amplamente utilizados no tratamento da obesidade após estudos demonstrarem redução significativa do peso corporal em muitos pacientes.
  • O medicamento atua no organismo de forma semelhante ao hormônio GLP-1, que regula a glicemia e aumenta a saciedade. O remédio é recomendado para tratamento de adultos com diabetes tipo 2, obesidade e sobrepeso.
  • Os preços ainda refletem esse cenário de menor concorrência e podem variar entre cerca de R$ 825 e R$ 1.699 por mês, dependendo da dose e da indicação.

Movimentação de mercado

A expectativa é que haja três autorizações da Anvisa por semestre. Os pedidos em fase mais avançada são dos laboratórios Ávita Care e EMS. Analistas do mercado consideram possível lançamentos em julho e, com isso, espera-se uma diminuição do preço entre 30% e 40%.

A própria Novo Nordisk e sua concorrente a americana Eli Lilly, fabricante do Mounjaro (tirzepatida), cuja patente não caiu, têm reduzido seus preços no que os especialistas veem como uma resposta à movimentação do mercado.

A Novo reduziu seus preços em até 29,6%, em algumas dosagens. Já o Mounjaro, cujo preço pode beirar os R$ 3 mil, nas doses mais elevadas, tem descontos em programas do laboratório.

Apesar disso, o fim da patente pode facilitar a incorporação do medicamento ao SUS, ao reduzir o custo unitário e melhorar a relação custo-efetividade, um dos principais critério da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

Há discussões e consultas públicas em andamento sobre o uso da semaglutida no tratamento de obesidade e diabetes pelo SUS. A inclusão no sistema público, no entanto, depende de análises de eficácia, segurança, custo-benefício e impacto orçamentário.

O mais notável e generalizado efeito adverso das canetas é o custo muito alto — passa facilmente de R$ 1 mil mensais. O preço inviabiliza ou não permite a continuidade do uso para a maioria das pessoas que precisam do medicamento. Médicos dizem que muita gente que para de usar o faz porque não consegue mais pagar.

Ciclo natural

Procurada pelo Metrópoles, a Novo Nordisk afirmou que o fim da patente faz parte do ciclo natural de qualquer inovação farmacêutica e que a companhia já se preparava para esse novo cenário.

“O encerramento de uma patente é uma etapa natural no ciclo de vida de qualquer inovação. A empresa está preparada para atuar com solidez neste novo contexto”, informou a companhia.

Segundo a farmacêutica, a estratégia continuará baseada em investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos tratamentos para doenças crônicas.

“A inovação segue sendo um dos pilares centrais da companhia, com um portfólio de medicamentos transformadores e um pipeline robusto que pode gerar novos avanços no cuidado de doenças crônicas graves”, diz o comunicado.

A empresa também destacou que o Brasil segue como um mercado estratégico. A fábrica da companhia em Montes Claros, no estado de Minas Gerais, responde por cerca de 25% da produção mundial de insulinas da Novo Nordisk e deve ampliar a produção nacional de medicamentos injetáveis nos próximos anos.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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