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Moradores reclamam da falta de água do Depasa nos bairros da cidade de Assis Brasil
Moradores de bairros da pequena cidade de Assis Brasil, localizada no extremo norte do Acre na tríplice fronteira, estão reclamando da falta de abastecimento de água em suas casas a cerca de 17 dias, tornando praticamente insustentável no período do verão amazonense.
Se aproveitando da situação, algumas pessoas perceberam que podem lucrar com a escassez, levando águas em caixa d’água encima de caminhonetes e cobrando cerca de R$ 40 reais por alguns litros. Não foi possível conversar com alguém da direção do Depasa na Capital, para saber quando seria sanada essa deficiência.
Ainda nesta quinta-feira, dia 13, o site oficial do Estado, publicou uma nota falando que o governado quer resolver esses tipos de problemas e que está entre as prioridades e irá resolver o problema.
Fala ainda que o atual sistema está defasado, “…opera por gravidade (água transportada pela força da gravidade apenas, sem bombeamento), técnica que há muito deixou de atender à necessidade da população, hoje estimada em seis mil habitantes”, escreveram. Neste meio tempo, os moradores reclamam que esse trabalho foi prometido a cerca de um ano.
No decorre do dia desta quinta-feira, moradores gravaram um morador levando água para uma das casas, e no meio, uma senhora de aproximadamente 90 anos, ajuda levando um balde cheio para dentro de casa.
Comentam que o homem que teria buscado água na estação, teria se envolvendo em uma pequena discursão com um funcionário do Depasa. Segundo o governo, a situação ainda irá perdurar por cerca de 40 dias, até instalar o novo sistema de bombas, o que não alegrou muito os moradores e pedem que disponibilizem ao menos, um carro pipa para abastecer as residências.
Veja o que o governo publicou no site oficial.
Novo sistema vai resolver problemas de abastecimento de água em Assis Brasil
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COMUNICADO IMPORTANTE – TRANS ACREANA
COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS
A Trans Acreana informa que, devido aos recentes aumentos no preço do combustível, impactados também por fatores e oscilações do cenário internacional, serão realizados ajustes operacionais em algumas linhas.
A partir do dia 18 de março, passam a vigorar os seguintes horários:
Rio Branco x Bujari
06:00 • 07:00 • 09:30 • 11:30 • 13:50 • 17:30 • 19:30
Bujari x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:00 • 10:40 • 12:50 • 15:40 • 18:30
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Rio Branco x Senador Guiomard
06:00 • 07:00 • 09:30 • 12:00 • 14:10 • 17:30 • 19:30
Senador Guiomard x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:30 • 11:00 • 13:10 • 16:00 • 18:30
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Rio Branco x Porto Acre
08:00 • 18:30
Porto Acre x Rio Branco
06:00 • 17:00
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Cruzeiro do Sul x Mâncio Lima
08:00 • 11:30 • 14:30 • 17:00
Mâncio Lima x Cruzeiro do Sul
05:30 • 09:00 • 13:30 • 16:00
As alterações visam manter a continuidade dos serviços e o atendimento aos passageiros.
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MPAC apura irregularidades no Fundo da Criança e do Adolescente em Epitaciolândia
Procedimento acompanha falhas na gestão e busca garantir regularização e aplicação correta de recursos destinados à infância
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Governo do Acre confirma caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia
Paciente suspeito já era alvo de especulações; autoridades de saúde iniciam monitoramento e rastreamento de contatos
O Governo do Acre confirmou, na manhã desta terça-feira (17), um caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada por meio de comunicado oficial da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), após dias de especulações nas cidades acreanas e em Cobija, no lado boliviano.
Inicialmente, havia informações desencontradas sobre o paciente, incluindo a possibilidade de se tratar de um acadêmico de medicina. Também circulavam rumores de que o caso estaria sendo acompanhado fora do Brasil, o que gerou incertezas entre moradores da região.
A Mpox é uma doença viral, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados de pessoas infectadas.
Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, ínguas, dores no corpo e sensação de fraqueza. O quadro clínico costuma durar entre duas e quatro semanas, e o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas.
Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. Autoridades sanitárias de São Paulo e de Cobija também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.
A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos foram mobilizadas para acompanhar o caso e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, incluindo o monitoramento e orientação de pessoas que tiveram contato com o paciente.
Segundo dados atualizados, o Brasil segue monitorando casos da doença em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo, sem registro de óbitos até o momento.





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