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Hytalo Santos se pronuncia pela primeira vez: “Sempre agi dentro da lei”

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O influenciador digital Hytalo Santos se manifestou pela primeira vez desde que passou a ser investigado por suposta adultização de menores em vídeos publicados nas redes sociais. Em nota enviada à CNN na manhã desta quinta-feira (14), ele afirmou que “sempre agiu dentro da lei” e negou qualquer tipo de exploração de crianças ou adolescentes.

O caso ganhou repercussão após o influenciador Felca publicar um vídeo com denúncias sobre festas e conteúdos envolvendo adolescentes. O material viralizou, gerando repercussão nacional e levando o Ministério Público da Paraíba a pedir medidas judiciais.

A Justiça determinou a suspensão de todos os perfis de Hytalo nas redes sociais, proibiu qualquer contato dele com menores citados nas investigações e ordenou a desmonetização dos conteúdos. Dias depois, autorizou mandados de busca e apreensão na casa do influenciador, resultando na retirada de celulares, computadores, câmeras e outros dispositivos para análise pericial.

Segundo apuração da CNN, as investigações ocorrem em duas frentes: uma cível, conduzida pelo Ministério Público, e outra criminal, sob responsabilidade da Polícia Civil. Ambas apuram possível violação ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Na nota, Hytalo afirma que todo o conteúdo com menores foi gravado com autorização legal e acompanhamento dos responsáveis, e que está à disposição das autoridades para esclarecimentos.

O caso segue em apuração

Confira, na íntegra, a nota enviada pela defesa do influenciador:

“Repudio categoricamente qualquer acusação de exploração de menores. Minha trajetória pessoal e profissional sempre foi guiada pelo compromisso inabalável com a proteção de crianças e adolescentes.

Esclareço que jamais me ocultei ou obstruí investigações. Estou em viagem a São Paulo há mais de um mês e permaneço, desde o início, à disposição das autoridades para todo e qualquer esclarecimento, confiando que a verdade prevalecerá sobre qualquer tentativa de distorção.

Reafirmo minha integridade e indignação diante de falsas acusações. Não aceitarei que minha imagem e meu trabalho sejam manchados por narrativas infundadas, e seguirei defendendo, com firmeza, a verdade e os valores que sempre nortearam minha vida.

Todos os esclarecimentos necessários à Justiça serão prestados nos autos do processo.”

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Mega-Sena 2976 acumula e prêmio principal sobe para R$ 130 milhões

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Lotérica e jogos da Mega-Sena

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2976 da Mega-Sena, sorteado na noite desta terça-feira (24/2), e o prêmio principal acumulou para R$ 130 milhões.

A Mega-Sena desta terça-feira teve os seguintes números sorteados: 07 – 21 – 10 – 43 – 09 – 28.

Em todo país, 136 apostas bateram na trave e acertaram cinco dezenas. Os sortudos vão levar prêmios a partir de R$ 27 mil.

Quase 9 mil pessoas acertaram a quadra e vão levar prêmios de R$ 681.

O próximo sorteio da Mega-Sena está marcado para quinta-feira (26/2). As apostas podem ser feitas em casas lotéricas e pelos canais oficiais da Caixa Econômica Federal até as 20h de quinta.

Como apostar na Mega-Sena

Para jogar, é preciso escolher de seis a 15 dezenas por cartela. O jogo simples da Mega-Sena, com seis números, custa R$ 6 e oferece uma chance em 50.063.860 de ganhar o prêmio principal. Com 15 números, a probabilidade aumenta para 1 em 10.003 por cartela.

As apostas podem ser feitas online, para maiores de 18 anos, ou presencialmente em casas lotéricas e agências da Caixa, até às 20h do dia do sorteio. O cadastro online exige registro no site oficial, cartão de crédito e confirmação por e-mail.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Risco fitossanitário: Brasil suspende cacau de país africano; entenda

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Nicola Micheletti/Gettyimages
Imagem mostra vários frutos de cacau - Metrópoles

O Brasil suspendeu importações de amêndoas fermentadas e secas de cacau da Costa do Marfim. O despacho, assinado pelo ministro da Agricultura e Pecuária substituto, Irajá Lacerda, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), desta terça-feira (24/2).

Segundo a publicação, a suspensão é imediata e temporária. A medida foi tomada devido à triangulação comercial que o país africano estaria fazendo com o produto, misturando grãos de outros países à mercadoria importada pelo Brasil.

De acordo com o ministro, a prática representa risco fitossanitário, “decorrente do elevado fluxo de grãos de países vizinhos para o território marfinense, o que possibilita a mistura de amêndoas nas cargas destinadas ao Brasil”, afirmou na decisão.

A suspensão da importação será mantida até manifestação formal da Costa do Marfim sobre a situação, bem como a apresentação de garantias de que os envios originários daquele país não apresentam risco de conter amêndoas de cacau produzidas em países vizinhos, “cujo status fitossanitário é desconhecido e cuja exportação ao Brasil não é autorizada”.

A decisão foi recebida como um avanço pelo governo da Bahia, que vem articulando com a Comissão do Cacau um conjunto de medidas junto ao governo federal para proteger a competitividade e a segurança do cacau baiano.

“Nosso trabalho continua ouvindo os produtores e construindo bases sólidas no curto, médio e longo prazo para garantir competitividade, segurança fitossanitária e sustentabilidade econômica ao cacau baiano”, afirmou o secretário da Agricultura da Bahia, Pablo Barrozo.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Senadores vão a Mendonça para pedir apoio em oitiva de Vorcaro na CAE

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Kevin Lima/Metrópoles
Senadores da CAE falam à imprensa após agenda com ministro do STF André Mendonça.

Parlamentares da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado se reuniram nesta terça-feira (24/2) com o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), para pedir apoio e auxílio logístico para o depoimento do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ao colegiado.

O grupo, liderado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), indicou que Mendonça colocou à disposição “toda a estrutura da Polícia Federal” para fazer o transporte de Daniel Vorcaro a Brasília e para manter o banqueiro sob custódia.

Na última semana, o ministro André Mendonça, que é o novo relator do caso Master no STF, entendeu que Vorcaro poderia escolher participar ou não da audiência. Além disso, também decidiu que o banqueiro não poderia viajar a Brasília em um avião particular — como defendia a defesa do dono do Banco Master.

Investigado por fraude financeira, Daniel Vorcaro foi preso em 17 de novembro durante uma operação da Polícia Federal que mirou o Master. Ele foi transferido para prisão domiciliar quase duas semanas depois. Por causa disso, cabe ao STF decidir se ele pode ou não deixar a sua residência.

“O ministro colocou à disposição toda a infraestrutura com absoluta discrição, com todo o respeito, com uso da estrutura para transporte do advogado de defesa para que a comissão possa fazer a audiência com o Vorcaro”, disse o senador Eduardo Braga (MDB-AM), que participou da agenda com André Mendonça.

Segundo Braga, o ministro do STF está aguardando apenas uma comunicação oficial da CAE sobre a intenção de ouvir Daniel Vorcaro para que ele possa deliberar a respeito das condições do depoimento.

O presidente da CAE, Renan Calheiros (MDB-AL), decidiu reagendar para a próxima terça-feira (3/3) o depoimento de Vorcaro ao colegiado. A expectativa é de que a oitiva seja presencial.

Inicialmente, o depoimento estava agendado para esta terça. Representantes do banqueiro pediram, contudo, que a oitiva fosse adiada ou flexibilizada. Ao Metrópoles, Renan Calheiros afirmou que Vorcaro tem “sinalizado que quer e vai depor”.

“Ele [André Mendonça] está disposto a disponibilizar toda a estrutura da PF para fazer o transporte de forma voluntária do senhor Vorcaro”, afirmou Eduardo Braga.

Crise de liquidez

O Banco Master está no centro da apuração da PF. Investigadores apontam que a instituição de Daniel Vorcaro pode ter movimentado cerca de R$ 12 bilhões com a emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) irregulares.

No mesmo dia da prisão de Vocaro, o Banco Central decidiu colocar o Banco Master sob administração especial e decretar a liquidação extrajudicial da empresa.

A autoridade monetária argumentou que a medida foi motivada pela grave crise de liquidez e pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição. À época, o BC também afirmou que o Master violou normas que regem a atividade das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional.

Segundo Renan Calheiros, no encontro desta terça, os membros da comissão também pediram informações do caso.

“Requisitamos algumas informações, falamos no depoimento da próxima semana do Daniel Vorcaro e discutimos aspectos do que seria o transporte, a custódia e outras coisas mais”, declarou.

A CAE pretende discutir a atuação de órgãos e as discussões institucionais que levaram à liquidação do banco. Renan Calheiros disse que o depoimento de Vorcaro é necessário para o bom funcionamento de um grupo de trabalho da comissão que acompanha os desdobramentos do caso Master.

“Para que os trabalhos da comissão sejam produtivos, defendi isso publicamente, acho que deveríamos começar as fases de depoimento ouvindo o Vorcaro”, disse.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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