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Gladson anuncia convocação de todos os policiais à disposição para enfrentamento à violência

Governador Gladson Cameli anunciou convocação de todos os policiais militares à disposição para fortalecimento do combate à violência Foto: Diego Gurgel/Secom
O governador pregou que o momento pede a união da sociedade e das instituições para superar esta crise vivenciada na Segurança Pública. Cameli esclareceu que não tem medido esforços para reestruturar as forças policiais acreanas e criar um ambiente favorável no que diz respeito a execução de políticas públicas para geração de emprego e renda. Cameli deixou claro que o apoio da população é fundamental para o Acre neste momento.
“Estamos tendo a humildade de reconhecer que existe um problema e estamos pedindo o apoio de todos. Não vamos ficar de braços cruzados esperando que este problema se agrave e estou fazendo o que posso, que é a reestruturação das nossas polícias, estamos preparando um pacote de obras para que possa gerar emprego e renda e, consequentemente, isso ajudará a melhorar os índices de segurança. O que eu quero é chamar a atenção da sociedade para juntos vencer esse mal”, pontuou o governador.
Gladson reforça pedido de ajuda ao governo federal e manda duro recado à criminalidade
Questionado sobre sua postura diante do atual cenário, Gladson foi enfático ao dizer que os criminosos serão tratados com o rigor da lei e que as forças policiais terão todo o apoio jurídico para combater à violência. Favorável ao endurecimento do Código Penal brasileiro, Cameli falou não aceitar que a população conviva com o medo constante e que a campanha “Acre pela Vida” chega para fortalecer as ações no combate à violência.
“Bandido tem que ser tratado como bandido e arcar com as suas consequências, e as pessoas de bem têm que ter o direito de ir e de vir assegurados. Nossos policiais não podem ser punidos por cumprir seu dever e como governador, vou passar a segurança jurídica necessária para que eles possam enfrentar a criminalidade. Eles não podem ter medo de agir por conta das nossas leis e eu não vou esperar o Congresso Nacional acordar para fazer as reformas no nosso Código Penal, que precisa ser atualizado”, frisou.

Gladson levará as principais demandas e pedirá mais apoio ao governo federal para enfrentar à criminalidade Foto: Diego Gurgel/Secom
“Não podemos permitir o que está acontecendo e eu não vou me curvar para essa situação. Não quero mais ver famílias apavoradas e esta campanha “Acre pela Vida” não será apenas para tirarmos fotos. Essa campanha tem que ir no coração de cada um de nós e peço a todos que abracem esta causa. Não estou jogando a responsabilidade em ninguém e tenho assumido esse desafio como chefe de Estado, mas não dá para aceitar que politizem este assunto”, completou.
O governador explicou que o governo federal está ciente da situação e já sinalizou que vai ajudar o Estado. Nesta segunda-feira, 10, Cameli levará as principais demandas debatidas na reunião com membros das instituições envolvidas na campanha “Acre pela Vida”.
“Na próxima terça-feira, será montado o gabinete de situação exclusivamente para o Acre e nos garantiram todo o apoio e já estou indo para Brasília novamente para que após o término dessa reunião, que eles estão sabendo que está acontecendo agora, vamos levar as principais prioridades para que o governo federal comece a agir imediatamente. É uma situação que não podemos esperar mais esperar”, declarou.
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Justiça pronuncia três pessoas a júri pela morte de jovem de 21 anos após abordagem policial em Cruzeiro do Sul
João Vitor foi morto em suposta retaliação por ter ajudado a imobilizar suspeito; vídeo de chamada foi usado como prova pela acusação

A Polícia Civil confirmou na terça-feira (27) que 15 pessoas já foram presas na investigação e, ao todo, mais de 17 pessoas participaram do homicídio. Foto: captada
Três pessoas foram pronunciadas a júri popular pela morte de João Vitor da Silva Borges, de 21 anos, ocorrida em 8 de março de 2025 em Cruzeiro do Sul, no Acre. A decisão da 1ª Vara Criminal do município determinou que os acusados respondam por homicídio qualificado.
Segundo a investigação, o crime foi motivado por uma abordagem policial um mês antes, quando João Vitor ajudou a imobilizar um homem durante ação da PM no Centro da cidade. Imagens do episódio teriam causado revolta em uma facção criminosa, que teria ordenado sua execução. O jovem foi levado por uma amiga até o bairro Cohab, onde foi julgado via videochamada por integrantes da organização e morto.
O corpo foi encontrado três dias depois às margens do Rio Juruá. Os três réus seguem presos, e a decisão abre prazo para recursos do MP e das defesas. O caso expõe a atuação de facções no interior do estado e o uso de meios digitais para coordenar crimes.
Mãe Maria Verônica se prepara para o júri
A auxiliar de serviços gerais Maria Verônica Borges da Silva, mãe de João Vitor, disse que se prepara psicologicamente para participar do júri popular. Após quase um ano, Maria Verônica contou que pensa no filho diariamente e espera que os suspeitos sejam condenados.

João Vitor desapareceu no dia 8 de março de 2025, após sair de casa sem avisar para onde ia, em Cruzeiro do Sul. O corpo foi encontrado três dias depois as margens do Rio Juruá. Foto: captada
O corpo do jovem foi localizado durante a Operação Oráculo, conduzida pela Polícia Militar com o objetivo de esclarecer o paradeiro da vítima. Devido ao avançado estado de decomposição, o corpo foi encaminhado diretamente do Instituto Médico Legal para o Cemitério Jardim da Paz, sem passar pelo necrotério.
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Governo apoia criação da Associação de Indústrias do Parque Industrial de Rio Branco
Ampliar as melhorias necessárias, fortalecer o trabalho institucional e criar uma governança conjunta com maior eficiência. Foi com esses objetivos que o governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), apoiou a criação da Associação de Indústrias do Parque Industrial (Aipi) de Rio Branco. O ato de fundação da nova entidade foi realizado na tarde de terça-feira, 27, na sede da Cooperativa dos Extrativistas do Acre (Cooperacre) na capital.
O espaço é um dos principais polos produtivos do estado, com cerca de 42 indústrias em operação. Juntas, as empresas são responsáveis pela geração de cerca de mil empregos diretos. Além do apoio dado no processo de criação da Aipi, o Estado também prestou consultorias que auxiliaram na construção do estatuto da instituição e outras questões legais. A proposta é melhorar a gestão do espaço e otimizar as políticas públicas, além de criar um ambiente mais organizado e eficiente.

Titular da Seict, Assurbanípal Mesquita destacou que a associação fortalecerá a capacidade de planejamento e execução de ações. “Esse modelo consolida uma parceria estratégica, criando instrumentos públicos e privados para fortalecer a gestão do nosso parque. É um avanço importante na forma como o poder público e a iniciativa privada dialogam. Quando há organização e união, o associativismo cria bases para ampliar mais a geração de emprego e renda”.
Nomeado presidente da Aipi, o empresário Carlos Rocha ressaltou que o apoio institucional do governo foi decisivo para a criação da entidade. Ele destacou que a presença do Estado confere legitimidade e incentiva a adesão de novos empresários. “Quando o governo participa, a associação ganha força e credibilidade. Ela está nascendo com 11 filiados. Mas vamos potencializar e chamar outras empresas do parque para que possamos alcançar a totalidade”, disse.

Já Manuel Monteiro, superintendente da Cooperacre e associado da nova instituição, destacou que o associativismo é uma ferramenta para enfrentar desafios comuns. Segundo ele, a organização coletiva permite buscar soluções conjuntas para demandas recorrentes. “A união ajuda a organizar reivindicações e a dialogar de forma mais eficiente com o poder público. Isso é vantajoso, coletivamente, por dar mais força às reivindicações. Teremos muitas boas conquistas”.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Ação rápida da Polícia Civil liberta motorista refém e recupera produtos furtados em Cruzeiro do Sul
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Núcleo Especializado de Investigação de Crimes Patrimoniais (Nepatri), em Cruzeiro do Sul, realizou uma ação rápida na madrugada de terça-feira, 28, que resultou na libertação de um motorista de aplicativo mantido como refém, além da recuperação integral de diversos produtos furtados de um estabelecimento comercial no município.

Diante da situação flagrancial, um oficial investigador de polícia realizou intervenção imediata e tentou abordar os suspeitos. Ao perceberem a presença policial, os criminosos empreenderam fuga utilizando um veículo, dando início a um acompanhamento tático por parte da equipe, seguindo rigorosamente os protocolos operacionais para cessar a ação criminosa.
Durante a fuga, os suspeitos perderam o controle do veículo e colidiram contra um muro nas proximidades do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), na Avenida Boulevard Thaumaturgo. Ainda na tentativa de evasão, um dos criminosos, armado, efetuou um disparo de arma de fogo, ocasião em que o policial civil revidou a injusta agressão, agindo dentro dos limites da legalidade e da legítima defesa.

Apesar da resistência armada, os criminosos conseguiram fugir antes da chegada das demais equipes. No local, os policiais recuperaram todos os produtos subtraídos do estabelecimento comercial, bem como o veículo pertencente à vítima, além de confirmar a libertação do motorista de aplicativo, que foi localizado em segurança.
A ocorrência contou ainda com a apreensão das armas utilizadas no crime, incluindo arma de fogo, arma branca e outros instrumentos empregados na ação delituosa. A Polícia Militar foi acionada para prestar apoio, e todo o material foi encaminhado à Delegacia-Geral de Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis. O caso segue sob investigação para identificação e responsabilização dos envolvidos.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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