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Galho de Castanheira cai e mata quatro pessoas em Sena Madureira
Uma tragédia foi registrada na noite de sábado, 5, no Ramal do Cassirian, em Sena Madureira. Um galho de castanheira se desprendeu e matou quatro pessoas. Todos jovens. A fatalidade aconteceu próximo à cachoeira do Purus. No local, ocorria uma reunião. Parte da árvore caiu sobre a pessoas que estavam próximas.
As vítimas sofreram traumatismo craniano, conforme informou o jornalista Aldejane Pinto. Todos foram encaminhados ao necrotério do Hospital João Câncio Fernandes. Além dos quatro jovens, há o registro de mais vítimas não fatais no desastre. Elas também foram encaminhadas à Unidade Hospitalar.
Aldejane Pinto relatou que “a queda da ‘galhada’ teria sido motivada por outra árvore atingida por incêndio anteriormente. Familiares aguardavam a liberação dos corpos para o velório na madrugada deste domingo nas dependências do hospital de Sena Madureira”.
As vítimas
Três vítimas fatais tiveram os nomes divulgados. São eles: Lucas da Silva Quenderé, 23 anos; Airton Cabral da Silva, 17 anos; Mateus da Silva Matos, 17 anos. A quarta vítima não teve o nome revelado.
“Por volta das 19h30min do dia 05 de Setembro, recebemos uma ligação de um morador do ramal do km 25 da BR-364, sentido Sena/Rio Branco, Ramal do Cassirian, próximo à localidade do senhor João da Onça, aproximadamente 16 km entrando no ramal. O fato foi que durante uma reunião de amigos na localidade, reunião essa que acontecia ao lado de uma árvore de médio porte, e que essa árvore estava com seu tronco queimando há algum tempo, de repente, essa árvore veio a cair, atingindo as pessoas que estavam próximo. Atingindo ao todo 8 pessoas, sendo que 03 foram a óbito no local”, diz trecho do boletim de ocorrência relatado pelos bombeiros.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL



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