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Forças de segurança interceptam barco e apreendem quase 250 kg de skunk no rio Juruá

Carga foi abandonada por criminosos que fugiram para a mata após cerco aéreo e fluvial montado por GOE/PM e Gefron
Uma operação integrada das forças de segurança do Acre resultou na apreensão de 248 quilos de skunk – droga derivada da maconha e de alta potência – na região do Juruá, nesta segunda-feira (10). O entorpecente era transportado em uma embarcação pelo rio Juruá, com destino ao município de Cruzeiro do Sul.
Segundo informações das equipes envolvidas, o setor de inteligência identificou previamente a movimentação suspeita do barco, que navegava havia dias pela região, possivelmente transportando drogas oriundas do Peru.
O cerco foi montado pelo Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Militar, que se preparou para interceptar a embarcação pelo rio, enquanto o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) reforçou a ação com apoio aéreo, utilizando helicóptero para monitoramento e bloqueio de rota.

Ao perceberem a aproximação policial, os suspeitos aportaram às margens do rio e fugiram para a mata, abandonando o barco e a carga. Com o apoio do helicóptero, os agentes localizaram o carregamento, que foi apreendido e levado ao comando militar em Cruzeiro do Sul para pesagem e registro da ocorrência.
A apreensão representa um dos maiores impactos recentes ao tráfico na região, segundo as autoridades, causando significativo prejuízo que pode passe de dois milhões de reais às organizações criminosas.
Buscas seguem em andamento na área de selva na tentativa de localizar os envolvidos. O caso foi formalizado e segue sob investigação das forças de segurança.
Veja vídeo.
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COMUNICADO IMPORTANTE – TRANS ACREANA
COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS
A Trans Acreana informa que, devido aos recentes aumentos no preço do combustível, impactados também por fatores e oscilações do cenário internacional, serão realizados ajustes operacionais em algumas linhas.
A partir do dia 18 de março, passam a vigorar os seguintes horários:
Rio Branco x Bujari
06:00 • 07:00 • 09:30 • 11:30 • 13:50 • 17:30 • 19:30
Bujari x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:00 • 10:40 • 12:50 • 15:40 • 18:30
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Rio Branco x Senador Guiomard
06:00 • 07:00 • 09:30 • 12:00 • 14:10 • 17:30 • 19:30
Senador Guiomard x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:30 • 11:00 • 13:10 • 16:00 • 18:30
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Rio Branco x Porto Acre
08:00 • 18:30
Porto Acre x Rio Branco
06:00 • 17:00
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Cruzeiro do Sul x Mâncio Lima
08:00 • 11:30 • 14:30 • 17:00
Mâncio Lima x Cruzeiro do Sul
05:30 • 09:00 • 13:30 • 16:00
As alterações visam manter a continuidade dos serviços e o atendimento aos passageiros.
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MPAC apura irregularidades no Fundo da Criança e do Adolescente em Epitaciolândia
Procedimento acompanha falhas na gestão e busca garantir regularização e aplicação correta de recursos destinados à infância
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Governo do Acre confirma caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia
Paciente suspeito já era alvo de especulações; autoridades de saúde iniciam monitoramento e rastreamento de contatos
O Governo do Acre confirmou, na manhã desta terça-feira (17), um caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada por meio de comunicado oficial da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), após dias de especulações nas cidades acreanas e em Cobija, no lado boliviano.
Inicialmente, havia informações desencontradas sobre o paciente, incluindo a possibilidade de se tratar de um acadêmico de medicina. Também circulavam rumores de que o caso estaria sendo acompanhado fora do Brasil, o que gerou incertezas entre moradores da região.
A Mpox é uma doença viral, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados de pessoas infectadas.
Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, ínguas, dores no corpo e sensação de fraqueza. O quadro clínico costuma durar entre duas e quatro semanas, e o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas.
Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. Autoridades sanitárias de São Paulo e de Cobija também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.
A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos foram mobilizadas para acompanhar o caso e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, incluindo o monitoramento e orientação de pessoas que tiveram contato com o paciente.
Segundo dados atualizados, o Brasil segue monitorando casos da doença em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo, sem registro de óbitos até o momento.




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