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Com queda na taxa de desemprego no Acre, governador destaca ações integradas para o desenvolvimento do estado
O estudo também aponta que o nível de ocupação no estado é de 49,7%, o que significa que, de cada 100 pessoas em idade de trabalhar, cerca de 50 estão efetivamente ocupadas

Sine é um dos meios para contratação de pessoas com carteira assinada em Rio Branco. Foto: cedida
A taxa de desocupação no Acre apresentou uma queda significativa, passando de 8,2% para 7,3% em um determinado período. Esse recuo, apontado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua do IBGE, divulgada nesta sexta-feira, 15, indica uma melhoria no mercado de trabalho local, com mais pessoas conseguindo se inserir em atividades econômicas formais ou informais.
Embora o índice ainda reflita desafios estruturais, a redução aponta para uma tendência positiva na geração de empregos e na recuperação da economia estadual.
De acordo com o levantamento realizado no segundo trimestre deste ano, o estado do Acre possui cerca de 653 mil pessoas em idade de trabalhar, ou seja, indivíduos com 14 anos ou mais, conforme definição do IBGE. Desse total, 350 mil fazem parte da força de trabalho. O grupo inclui pessoas ocupadas (que estão trabalhando) e desocupadas (que estão buscando emprego).
Detalhes do mercado
Já 302 mil pessoas estão fora da força de trabalho, o que significa que não estão trabalhando nem procurando emprego, por motivos diversos, como estudo, aposentadoria, cuidados com a família ou desmotivação.
Entre os que estão ocupados, 324 mil pessoas exercem alguma atividade profissional. Desse grupo, 146 mil trabalham no setor privado, sendo que 85 mil têm carteira assinada, o que garante direitos trabalhistas formais, como férias, 13º salário e FGTS.
Outros 70 mil estão empregados no setor público, incluindo servidores municipais, estaduais e federais. Além disso, 151 mil pessoas atuam de forma informal, ou seja, sem registro em carteira ou vínculo
empregatício formal, o que inclui trabalhadores por conta própria, sem CNPJ, e empregados domésticos sem contrato.
O estudo também aponta que o nível de ocupação no estado é de 49,7%, o que significa que, de cada 100 pessoas em idade de trabalhar, cerca de 50 estão efetivamente ocupadas. Esse indicador é importante para avaliar o dinamismo do mercado de trabalho e o grau de inserção da população na economia.
Esforço conjunto
Para o governador Gladson Camelí, o Acre tem avançado com responsabilidade e compromisso na geração de emprego e renda para a população, e os resultados colhidos são fruto de um esforço conjunto.
“Pelo fortalecimento do setor privado, que tem recebido incentivos e apoio para crescer, os chamamentos públicos que realizamos, seja por meio de concursos, processos seletivos simplificados ou contratação de serviços terceirizados, nosso governo tem trabalhado incansavelmente para garantir que mais acreanos tenham oportunidades dignas de trabalho. E isso só é possível porque estamos construindo as bases para uma verdadeira autonomia econômica, investindo em setores estratégicos como agricultura, indústria, comércio, turismo e tecnologia”, pontuou.
O chefe do Executivo também disse acreditar que o desenvolvimento do Acre passa pela valorização de quem vive aqui. “É por isso que cada ação nossa tem como foco melhorar a vida das pessoas, gerar oportunidades e preparar o estado para um futuro mais justo e sustentável”, finalizou.

Governador Gladson Camelí destacou a importância de esforço conjunto no desenvolvimento do estado. Foto: Diego Gurgel/Secom
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Homem é morto a golpes de facão durante bebedeira na zona rural de Guajará (AM)
Vítima morreu no local antes de receber socorro; motivação do crime ainda é desconhecida
Rômulo Silva da Costa, de 36 anos, foi morto na tarde desta segunda-feira (23) durante uma bebedeira na zona rural do município de Guajará, no interior do Amazonas.
Segundo informações preliminares, Rômulo — filho de um morador da comunidade Gama conhecido como “Surubim” — foi atingido por vários golpes de facão. Ele sofreu múltiplas perfurações, perdeu grande quantidade de sangue e morreu ainda no local, antes de qualquer atendimento médico.
Após o crime, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cruzeiro do Sul, onde passou por exames periciais. Em seguida, foi liberado para os familiares realizarem o velório e sepultamento.
As circunstâncias e a motivação do homicídio ainda não foram esclarecidas. O caso está sob investigação das autoridades competentes.
Até o momento, não há confirmação sobre suspeitos identificados ou prisões relacionadas ao crime.
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Estatuto dos Cães e Gatos prevê penas para quem maltratar animais
A proposta define regras sobre tutela responsável, proíbe práticas como abandono e mutilação e amplia punições para maus-tratos

A proposta define regras sobre tutela responsável, proíbe práticas como abandono e mutilação e amplia punições para maus-tratos. Foto: captada
O projeto de lei (PL 6.191/2025), que institui o Estatuto dos Cães e Gatos, estabelece pena de seis meses a dez anos de reclusão para quem matar ou torturar cães ou gatos. O texto já foi aprovado por unanimidade na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado e está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
O estatuto, que foi elaborado com a participação de entidades de defesa dos animais e especialistas em direito animal, está estruturado em 12 capítulos e 60 artigos. A proposta define regras sobre tutela responsável, proíbe práticas como abandono e mutilação e amplia punições para maus-tratos.
Ao tratar da importância da proposta, nesta segunda-feira (23) o relator do PL, senador Paulo Paim (PT-RS), citou o episódio recente de violência contra um cão em Florianópolis (SC), que, segundo ele, gerou repercussão nacional e internacional. O senador questionou a influência de conteúdos violentos sobre jovens e defendeu resposta firme do Estado.
“O Estatuto dos Cães e Gatos é um passo fundamental para assegurar direitos essenciais a esses seres que dependem muito de nós. Enfatizo a importância de se estabelecer direitos fundamentais à vida, integridade, o bem-estar dos nossos amigos de quatro patas e, além disso, a obrigação dos Poderes sobre os mesmos”, disse.
Veja algumas propostas incluídas no texto:
- Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres voltados à proteção, bem-estar, saúde e convivência harmoniosa de cães e gatos com os seres humanos, nos âmbitos familiar e comunitário.
- Estabelece um marco regulatório abrangente para o tratamento digno e responsável dos cães e gatos.
- Proíbe abandono, agressões, mutilações estéticas, uso em rinhas, restrição injustificada de liberdade, uso em testes com sofrimento.
- Proíbe confinamento inadequado, comercialização clandestina e negação de acesso à água e comida para animais em áreas comuns.
- Traz o conceito de “animais comunitários”, que são cães e gatos em situação de rua com vínculos de dependência com a comunidade.
- Prevê a “custódia responsável”, compromisso legal e ético de garantir o bem-estar do animal.
- A adoção responsável exige que o adotante tenha mais de 18 anos, com condições adequadas e sem antecedentes por maus-tratos.
- Adoções devem atender aos interesses do animal, principalmente em casos de trauma ou abandono.
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PRF: quase 44% das mortes nas estradas envolvem veículos de carga
Os dados foram apresentados em evento na cidade de Aracaju (SE) no encerramento da operação

Os números mostraram ainda um aumento de 8,54% nos acidentes de trânsito graves durante os dias de folia. A maioria das vítimas estava em automóveis e motocicletas. Foto: captada
No balanço da Operação Rodovida, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou, nesta segunda-feira (23), que das 1.172 mortes nas estradas federais brasileiras registradas nos últimos 66 dias, um total de 514 vítimas esteve em acidentes que envolveram veículos de carga. O número representou 43,93% do total.

Os acidentes com esse tipo de veículo totalizaram 3.149 casos. Eles representam 23,81% do total de sinistros nas estradas. Os dados foram apresentados em evento na cidade de Aracaju (SE) no encerramento da operação.
A Operação Rodovida começou em 18 de dezembro do ano passado e durou até o último domingo (22).
A corporação afirmou que, dentre esses acidentes com veículos de carga, as colisões frontais foram as que mais resultaram em mortes, com 288 no total (o maior número).
Mortes no carnaval
Durante o período carnavalesco, pelo menos 130 pessoas morreram nas estradas. Segundo a corporação, foi o carnaval mais violento da década.
Os números mostraram ainda um aumento de 8,54% nos acidentes de trânsito graves durante os dias de folia. A maioria das vítimas estava em automóveis e motocicletas.
Alta velocidade
Durante toda a Operação Rodovida, ao menos 1,2 milhão de veículos dos mais diferentes tipos apresentaram excesso de velocidade. Outros números que trouxeram preocupação à corporação foram de 58,7 mil ultrapassagens irregulares e 11,1 mil motoristas embriagados ao volante.
Segundo a PRF, a proposta da operação foi de fazer a segurança nos períodos de maior movimentação nas estradas, o que incluiu as férias escolares e as operações Natal, Ano Novo e Carnaval.
Celular ao volante
Segundo ainda a corporação, foram flagrados também 9,6 mil condutores utilizando o celular enquanto dirigiam. Além disso, 54,5 mil pessoas não usaram o cinto de segurança ou a “cadeirinha” para crianças até quatro anos de idade.
Entre os ocupantes de motocicletas, 10,3 mil pessoas não usaram o capacete. Entre os motoristas profissionais (de ônibus ou caminhão, por exemplo), 17,1 mil não respeitaram a Lei do Descanso (que estabelece ao menos 11 horas de pausa em um dia).



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