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Clínicas do Acre podem ter vacina contra Covid a partir de junho

O imunizante Covaxin é de um instituto da Índia (Foto: Reuters)
A Tribuna
Segundo informações da Associação, o processo para a compra de 5 milhões de doses da vacina indiana Covaxin pelas clínicas privadas brasileiras está “muito bem encaminhado” e a aquisição será feita assim que sair registro definitivo do imunizante no Brasil, que deve acontecer até final de fevereiro.
Uma das clínicas procuradas confirmou a expectativa, ressaltando que todas as negociações estão sendo feitas diretamente pela ABCVAC.
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A Associação destaca que o objetivo das clínicas privadas não é competir com o SUS, mas complementar a oferta.
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“Somos favoráveis a toda e qualquer possibilidade de aumentar o número de pessoas vacinadas no Brasil, desde que cumpridas as regras sanitárias vigentes e desde que o planejamento de vacinação no setor público não seja prejudicado”, pontuou Geraldo Barbosa, presidente da ABCVAC.
Leia a nota na íntegra:
Sobre as notícias recém publicadas a respeito da possível aquisição de doses da a vacina contra a Covid19 por empresas privadas não enquadradas como estabelecimento de saúde, a ABCVAC (Associação Brasileira de Clínicas de Vacina) explica que nem ela – como representante do setor privado de clínicas – nem suas clínicas associadas até o momento estão envolvidas nessa negociação, portanto, não temos comentários a fazer sobre a possibilidade desta transação.
Ressaltamos que a Legislação vigente permite apenas que estabelecimentos de saúde – clínicas de vacinação privadas, hospitais e farmácias – com requisitos mínimos para o funcionamento dos serviços, podem realizar a atividade de vacinação humana, para garantir a segurança do ato vacinal.
Somos favoráveis a toda e qualquer possibilidade de aumentar o número de pessoas vacinadas no Brasil, desde que cumpridas as regras sanitárias vigentes e desde que o planejamento de vacinação no setor público não seja prejudicado.
Dessa forma, nossas associadas estão sempre a disposição para colaborar com todas as esferas da sociedade.
Diretoria ABCVAC
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Líder de facção que ordenou fuga e atentado em presídio na BA é preso

A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) prendeu, neste domingo (18/1), Tiago da Silva Rocha, o “Tiba”, apontado como líder da facção criminosa responsável pela fuga em massa do presídio de Eunápolis (BA) em dezembro de 2024 e pela tentativa de assassinato do diretor do complexo, Jorge Magno Alves, em maio de 2025.
O criminoso foi preso na cidade de Ilha Grande, Rio de Janeiro. Com ele, foi apreendida uma pistola 9 mm.
De acordo com as investigações, Tiba exercia a função de gerente logístico da facção, sendo responsável por coordenar o envio de drogas, armas e outros materiais ilícitos para Eunápolis e região, além de organizar rotas, distribuição e pagamento de comparsas envolvidos no esquema criminoso.
A operação contou com trabalho do Ministério Público da Bahia (MPBA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da Polícia Civil do Rio de Janeiro e da Bahia.
Fuga
Em dezembro de 2024, dezesseis presos fugiram de um presídio de Eunápolis depois que um grupo armado invadiu a cadeia e trocou tiros com agentes de segurança às 23h. Os presos estavam em duas celas, que foram abertas pelos bandidos.
A invasão do presídio foi feita por oito homens, que tinham como objetivo resgatar Edinaldo Pereira Souza, o “Dada”, apontado como chefe da facção criminosa Primeiro Comando de Eunápolis (PCE). Além dele, 15 detentos, membros da mesma organização, foram soltos.
Atentado
Já em maio de 2025, por volta das 17h40 nas proximidades da penitenciária de Eunápolis, criminosos efetuaram diversos disparos com armamento de grosso calibre contra o veículo habitualmente utilizado pelo gestor do presídio, Jorge Magno Alves.
Na ocasião, o carro estava ocupado apenas pelo motorista da unidade prisional, que foi baleado, mas sobreviveu ao atentado.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Acidente mata criança e fere outras 3. Nenhuma viajava na cadeirinha

Reprodução/NSC Total
Uma criança morreu em um acidente no interior de Passos Maia, no Oeste de Santa Catarina, no fim da tarde desse sábado (17/1), na SC-154. A colisão envolveu dois veículos, um carro e um caminhão. Além da criança morta, um homem e uma mulher foram encontrados nas presos nas ferragens e foram encaminhados para o hospital, a mulher em estado grave.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para atender o caso, e ao chegar constatou que outras três crianças já haviam sido encaminhadas ao hospital por populares. Elas tinham 1, 3 e 6 anos, e não estavam em cadeirinhas no momento da batida.
Leia a íntegra no NSC Total, parceiro do Metrópoles.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Rio Branco se aproxima da média histórica de chuvas para janeiro com risco de mais temporais
Capital acumulou 91,4% da média mensal; previsão para próxima semana indica chuvas intensas e elevação do nível do Rio Acre

O Acre deverá enfrentar condições atmosféricas altamente favoráveis à ocorrência de chuvas intensas, com acumulados pontuais que podem ultrapassar 80 milímetros. Foto: arquivo
As chuvas persistentes das últimas semanas deixaram Rio Branco muito próxima de atingir a média histórica de precipitação para janeiro, com 261,4 milímetros registrados até a tarde de sexta-feira (16) – o equivalente a 91,4% da média mensal de 286,1 mm. O acumulado elevado é resultado de um período prolongado de instabilidade atmosférica, com eventos frequentes de chuvas fortes, trovoadas e ventania.
A situação exige atenção redobrada, já que a previsão indica condições favoráveis a chuvas intensas entre segunda (19) e quinta-feira (22), com acumulados pontuais que podem ultrapassar 80 mm. Paralelamente, o Rio Acre já está acima da cota de transbordo, atingindo 14,39 metros às 16h45 na tarde deste sábado, 17, em Rio Branco, segundo dados da plataforma De Olho no Rio, da Prefeitura da capital.
Caso a previsão se confirme, a capital deve superar a média histórica de janeiro, elevando os riscos de alagamentos urbanos, transbordamento de igarapés e impactos em comunidades ribeirinhas.

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