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Carol Lekker: conheça a acreana que incendeia a nova temporada de A Fazenda

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Modelo e digital influencer, natural de Rio Branco, ela é apontada como uma das apostas para o reality show da Record TV que começa em breve

A acreana Carol Lekker uma das figuras a acompanhar na disputa pelo prêmio milionário. Foto: captada 

Carol Lekker, 27, está na primeira formação da roça da atual temporada de A Fazenda. Indicada pela fazendeira da semana, Rayane Figliuzzi – atual namorada do cantor Belo -, a modelo também foi impedida de disputar a prova do fazendeiro pela cantora Gabily. Os episódios ocorreram na última terça-feira, 23, mesmo dia em que ela foi confirmada como participante oficial do reality, após receber 92,7% de aprovação do público.

A acreana está entre os nomes da nova temporada do reality show “A Fazenda”, da Record TV. Natural de Rio Branco, a modelo e digital influencer é conhecida por seu conteúdo de humor e estilo de vida nas redes sociais, onde acumula milhares de seguidores.

A participação de Carol coloca o Acre mais uma vez no mapa dos grandes realities nacionais. Em suas redes sociais, ela expressou animação com a oportunidade:

“Um misto de emotions, mas pronto para representar o Norte com muita garra”, publicou.

Inicialmente escalada como “infiltrada”, novidade desta edição, Carol conquistou vaga definitiva no elenco do programa rural da Record. Sua presença marca o retorno do Acre ao reality, quatro anos após Raíssa Barbosa, que integrou o elenco da temporada vencida por Jojo Todynho, em 2020. Ambas participaram do concurso Miss Bumbum, categoria que passou a ter espaço recorrente no programa desde a entrada de Andressa Urach, em 2013.

Os episódios ocorreram na última terça-feira, 23, mesmo dia em que ela foi confirmada como participante oficial do reality, após receber 92,7% de aprovação do público. Foto: captada 

Origem

Embora algumas fontes indiquem Juiz de Fora (MG) como cidade natal da peoa, sua trajetória está fortemente associada ao Acre, estado que representou ao vencer o Miss Bumbum Brasil em 2022. A ligação com o estado se consolidou como parte relevante de sua identidade pública.

Sobre a participante:

  • Nome: Carol Lekker

  • Idade: 27 anos

  • Cidade Natal: Rio Branco, Acre

  • Profissão: Modelo e Digital Influencer

  • Característica: Conhecida pelo humor e por postagens sobre estilo de vida.

Polêmicas na internet

Antes do confinamento, Carol acumulava feitos e polêmicas que a tornaram figura conhecida nas redes sociais. Foi capa da Playboy África, atuou como rainha de bateria em escolas de samba e viralizou ao divulgar a chamada “dieta do sexo” como método de emagrecimento.

Sua trajetória está fortemente associada ao Acre, estado que representou ao vencer o Miss Bumbum Brasil em 2022. Foto: captada 

Em entrevista à revista francesa Malvie, em 2022, revelou que presta serviços de teste de infidelidade nas redes sociais, contratada por mulheres que desejam testar seus parceiros. Segundo ela, cobra até US$ 2 mil por trabalho e já faturou cerca de US$ 10 mil com a atividade.

Carol também se posicionou publicamente a favor do presidente Lula nas últimas eleições, o que gerou repercussão entre seus seguidores.

Inicialmente escalada como “infiltrada”, novidade desta edição, Carol conquistou vaga definitiva no elenco do programa rural da Record. Foto: captada 

Queridinha do público

Na sede do programa, a modelo tem se destacado pelo temperamento firme. Recentemente, protagonizou discussão com Rayane Figliuzzi, episódio que movimentou as redes e ampliou sua visibilidade entre os telespectadores.

Com trajetória marcada por ousadia e carisma, Carol Lekker desponta como uma das figuras centrais da temporada, reacendendo o protagonismo acreano no principal reality rural da televisão brasileira.

Em entrevista à revista francesa Malvie, em 2022, revelou que presta serviços de teste de infidelidade nas redes sociais. Foto: captada 

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Análise: EUA perdem aviões e domínio militar sobre o Irã é questionado

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Dois caças abatidos evidenciam limites do poder americano na região e riscos da guerra assimétrica

A guerra no Irã, que já enfrentava resistência entre os americanos, entrou em uma fase mais delicada após a notícia de que um caça dos EUA foi derrubado em território iraniano.

Ainda há muitas incógnitas, especialmente sobre a situação dos dois tripulantes. A CNN apurou que um deles foi resgatado e recebe atendimento médico, mas o destino do outro permanece desconhecido.

Pouco depois, o Irã atingiu uma segunda aeronave de combate americana na sexta-feira (3). O piloto conseguiu levar o avião para fora do território iraniano antes de ejetar e foi posteriormente resgatado, segundo um oficial dos EUA.

Apesar disso, esses episódios não colocam o Irã em pé de igualdade militar com os Estados Unidos. As baixas americanas seguem limitadas, sem mortes conhecidas nas últimas três semanas. Ainda assim, o caso evidencia os riscos da guerra assimétrica, cujos custos o público americano já questiona.

Os incidentes também colocam em xeque as declarações da administração Trump sobre o “controle absoluto” do espaço aéreo iraniano, questionando a imagem de invulnerabilidade que vinha sendo divulgada.

O presidente Donald Trump e o secretário de Defesa Pete Hegseth haviam afirmado que EUA e Israel tinham liberdade total para voar pelo Irã, retratando Teerã como incapaz de reagir.

Em coletiva de 4 de março, Hegseth disse que o domínio do espaço aéreo estava “a poucos dias de se concretizar”:

“Em poucos dias, as duas forças aéreas mais poderosas do mundo terão controle total do espaço aéreo iraniano”, disse, classificando-o como “incontestável”. “O Irã não poderá fazer nada”, completou.

Nas semanas seguintes, Trump reforçou essa ideia: “Temos aviões voando sobre Teerã e outras partes do país; eles não podem fazer nada”, disse em 24 de março. Ele afirmou que os EUA poderiam atacar usinas e que o Irã não teria capacidade de reagir.

O presidente chegou a afirmar que o Irã não possuía “marinha”, “forças armadas”, “força aérea” ou “sistemas antiaéreos” — chegando a declarar: “Seus radares foram 100% destruídos. Somos imparáveis como força militar.”

No entanto, estamos falando de apenas dois aviões abatidos em meio a milhares de aeronaves. A administração admitiu que poderiam ocorrer incidentes, incluindo perdas humanas. Hegseth já havia reconhecido que “alguns drones podem passar ou tragédias acontecerem”.

Mesmo assim, o discurso oficial sobre o domínio militar era absoluto, com termos como “controle total” e “espaço aéreo incontestável”, sugerindo que o Irã sequer teria armamento para reagir.

Este episódio é mais um exemplo de exagero por parte de Trump e de seus aliados sobre supostos sucessos militares.

Após os ataques a instalações nucleares iranianas em junho passado, Trump chegou a afirmar que o programa nuclear havia sido “obliterado” — o que não correspondia às avaliações de inteligência americana. Meses depois, o país voltou a ser retratado como ameaça nuclear iminente.

Logo após o início da guerra, Trump chegou a culpar o Irã por um ataque a uma escola primária, que investigações preliminares indicam ter sido causado por ação americana.

Recentemente, a CNN apurou que a destruição de lançadores de mísseis iranianos, apontada por Trump, foi fortemente exagerada. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica ainda mantém cerca de metade de sua capacidade.

O problema político é que o sucesso militar americano deveria ser o principal trunfo da administração. Mas os americanos demonstram pouca confiança na missão: os objetivos mudam constantemente e os custos econômicos — como o fechamento do Estreito de Ormuz e a alta nos preços de combustíveis — geram insatisfação.

Hegseth chegou a criticar a mídia por “não reconhecer os sucessos militares da campanha”: “Isso é o que a ‘fake news’ não mostra. Tomamos controle do espaço aéreo e das vias navegáveis do Irã sem tropas no solo.”

Um mês depois, o Estreito de Ormuz continua como exceção crucial, e o controle do espaço aéreo iraniano e o suposto fim do programa de mísseis não parecem tão absolutos quanto anunciado.

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Tribos iranianas disparam contra helicópteros dos EUA

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Ataques ocorrem durante busca por membro da tripulação de caça abatido sobre o Irã

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Irã permite passagem de navios com bens essenciais pelo Estreito de Ormuz

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Autorização abrange embarcações com produtos essenciais, em meio a controle reforçado da rota estratégica; Iraque terá trânsito liberado sem restrições

O Irã anunciou que permitirá a passagem de navios com “bens essenciais” pelo Estreito de Ormuz, atualmente bloqueado, informou a agência estatal Tasnim. Ainda não está claro quais produtos serão considerados essenciais nem se embarcações de países considerados hostis continuarão impedidas de transitar pela rota.

Em documento enviado ao chefe da Organização de Portos e Assuntos Marítimos, Houman Fathi, o vice de desenvolvimento comercial do órgão afirmou que a permissão vale para “navios que transportam bens essenciais – principalmente alimentos básicos e insumos para criação de animais – pelo Estreito de Ormuz”.

O funcionário destacou que a medida vale para navios que se dirigem a portos iranianos ou que já operam na região.“As autoridades competentes devem tomar as providências necessárias, seguindo os protocolos estabelecidos, para garantir a travessia dessas embarcações”, acrescentou.

Além disso, uma lista das embarcações autorizadas a atravessar a rota será “enviada para coordenação”, informou Ghazali.

O comando militar conjunto Khatam al-Anbiya do Irã afirmou que o Iraque estará livre de quaisquer restrições de trânsito pelo Estreito de Ormuz, sinalizando tratamento preferencial para Bagdá, segundo a mídia iraniana neste sábado (4).

Ainda neste sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar intensificar ações contra Teerã caso o país não consiga fechar um acordo ou liberar o Estreito de Ormuz.

“Lembram quando dei ao Irã dez dias para FAZER UM ACORDO ou ABRIR O ESTREITO DE ORMUZ? O tempo está se esgotando — 48 horas antes de todo o inferno se abater sobre eles. Glória a Deus!”, publicou Trump na rede social Truth Social.

*Com informações da Reuters e da CNN

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