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Campanha Cerol Mata ganha reforço com novo termo de cooperação assinado durante o 2º Festival de Pipas do Acre

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O 2º Festival de Pipas do Acre, realizado no sábado, 19 de julho, na Arena Race, em Rio Branco, consolidou-se como uma importante ação de lazer com responsabilidade, reunindo famílias, crianças e autoridades em torno da conscientização e segurança no uso de pipas. O evento foi promovido pela Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC), por meio do 3º Batalhão, em parceria com o Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e diversas instituições públicas.

Durante o festival, foi assinado o 1º Termo Aditivo ao Termo de Cooperação Técnica nº 04/2023, que amplia as ações integradas de prevenção, educação e repressão ao uso e comercialização de cerol, linha chilena e materiais cortantes no estado. O acordo reúne esforços entre o Procon, Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), Secretaria de Estado de Esportes (SEEL), Energisa, Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) e a Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Seme).

Assinatura do 1º Termo Aditivo ao Termo de Cooperação Técnica nº 04/2023 entre Procon, Polícia Militar e demais instituições parceiras para reforçar e ampliar as ações da campanha Cerol Mata no Acre. Foto: cedida

A iniciativa reforça a campanha Cerol Mata, conduzida de forma contínua pelo Procon, com ações educativas e fiscalizações em estabelecimentos comerciais. Durante o evento, a equipe do instituto distribuiu materiais informativos, orientou o público e apoiou atividades lúdicas com foco no consumo seguro e responsável.

A presidente do Procon, Alana Albuquerque, destacou o fortalecimento institucional: “O termo assinado representa o compromisso contínuo das instituições com a segurança da população. Nosso trabalho vai além do festival e permanece nas ruas, nas escolas e nos comércios, com ações educativas e de fiscalização para proteger vidas”.

Crianças participando do 2º Festival de Pipas do Acre, realizado na Arena Race, em um ambiente seguro e supervisionado. Foto: cedida

A presidente do Procon, Alana Albuquerque, destacou o fortalecimento institucional: “O termo assinado representa o compromisso contínuo das instituições com a segurança da população. Nosso trabalho vai além do festival e permanece nas ruas, nas escolas e nos comércios, com ações educativas e de fiscalização para proteger vidas”.

A comandante-geral da Polícia Militar do Acre, coronel Marta Renata, reforçou o papel da PM na promoção da segurança social: “Nosso dever é garantir que a comunidade tenha acesso ao lazer de forma segura. O uso de cerol coloca vidas em risco, e ações como esta são fundamentais para transformar a cultura e promover responsabilidade desde cedo”.

A comandante do 3º BPM, tenente-coronel Cristiane Silva, também enfatizou o valor da iniciativa: “Mais do que um festival, esse é um movimento de consciência. Trouxemos oficinas, kits de pipa segura e um espaço para que as famílias aproveitem com tranquilidade, respeitando a vida e o próximo”.

Adultos também marcaram presença no 2º Festival de Pipas do Acre, reforçando que soltar pipa é uma atividade de lazer para todas as idades. Foto: cedida

O presidente da Associação de Pipeiros do Acre, Aldecino Fernandes da Silva, celebrou o resgate da atividade como forma de cultura e lazer: “Soltar pipa é muito mais do que uma brincadeira, é um momento de união familiar. Durante muito tempo essa prática foi marginalizada, mas hoje mostramos que é possível brincar com responsabilidade”.

Mesmo com o encerramento do festival, a campanha Cerol Mata segue ativa em todo o estado. O Procon mantém a fiscalização em estabelecimentos comerciais, atuando para coibir a venda de produtos proibidos e promover o consumo seguro. A população pode contribuir denunciando irregularidades pelos números 151 (Procon) e 190 (PMAC) ou presencialmente, nas unidades do Procon.

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Investigação da Polícia Civil resulta em prisão e apreensão de fuzil na fronteira

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A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral de Brasiléia, realizou na tarde da última quarta-feira, 4, uma operação que resultou na prisão em flagrante de R.S.C., de 27 anos, suspeito de integrar organização criminosa e de manter armas de fogo em situação ilegal. A ação é resultado de investigações que vinham sendo conduzidas na região de fronteira para combater o avanço de grupos criminosos e a circulação de armamento pesado.

Denúncia leva Polícia Civil a prender suspeito e apreender armamento pesado em Brasiléia. Foto: cedida

A ofensiva policial teve início após denúncia anônima indicando a localização de um fuzil ligado a uma liderança criminosa. Após monitoramento do local, os investigadores encontraram a arma escondida em uma residência no bairro Francisco José Moreira, onde também foram apreendidas munições de diversos calibres, incluindo 9mm, 7,62 e cartuchos calibre 12, além de munições de elastômero.

Com a confirmação do material apreendido, as equipes deram continuidade às diligências e localizaram o suspeito trafegando pela BR-317, onde foi interceptado e abordado. Durante a revista, os policiais encontraram com R.S.C. um revólver calibre .38 municiado e um aparelho celular, que também será analisado no curso da investigação.

De acordo com o delegado Erick Maciel, a operação demonstra o trabalho firme da Polícia Civil no enfrentamento ao crime organizado. “Essa prisão é fruto de investigação qualificada e de uma resposta rápida às denúncias da população. Nosso objetivo é retirar de circulação armas que alimentam a violência e enfraquecer a estrutura das organizações criminosas que atuam na região”, destacou.

O suspeito foi autuado por participação em organização criminosa e porte ilegal de arma de fogo, permanecendo à disposição da Justiça na Comarca de Brasiléia. Todo o material apreendido foi encaminhado para perícia técnica, que irá verificar as condições das armas e se houve uso recente em ações criminosas.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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DHPP prende suspeito com arma e drogas durante operação no bairro Belo Jardim

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Mandados de busca tinham como foco apurar ao menos seis atentados a tiros registrados no 2º Distrito de Rio Branco

Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão em diferentes endereços do bairro Belo Jardim, na quarta-feira (4), investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) efetuaram uma prisão em flagrante. A operação teve como objetivo reunir informações para esclarecer pelo menos seis atentados a tiros ocorridos no 2º Distrito de Rio Branco.

Em uma das residências alvos da ação, os policiais prenderam José Álisson de Lima, apontado como integrante de facção criminosa. Com ele, foram apreendidos um revólver Taurus calibre .38 municiado, cerca de um quilo de entorpecente e dinheiro, supostamente proveniente do tráfico de drogas.

Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde foi autuado por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. Ainda nesta quinta-feira, José Álisson deve passar por audiência de custódia no Fórum Criminal da capital.

De acordo com o delegado Leonardo Ribeiro, da DHPP, a ação policial tinha como foco principal o cumprimento dos mandados de busca para obtenção de provas relacionadas aos atentados registrados na região, que envolveram sequestros de motoristas de aplicativo e deixaram várias pessoas baleadas.

“Na verdade, ele não estava sendo investigado nos casos dos atentados. No entanto, como estava na casa de um suspeito, doravante seu nome fará parte da lista. Inclusive, a arma apreendida com ele deverá passar por perícia”, explicou o delegado.

A Polícia Civil segue com as investigações para identificar todos os envolvidos nos crimes registrados no 2º Distrito de Rio Branco.

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Parque Wildy Viana abriga 39 famílias atingidas pela cheia do Rio Acre em Rio Branco

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Espaço também mantém abrigo exclusivo para pets resgatados e reúne ações integradas de assistência social, saúde e segurança

Foto: Kennedy Santos/ac24horas

O Parque de Exposições Wildy Viana, no Segundo Distrito de Rio Branco, segue funcionando como um dos principais pontos de acolhimento para famílias afetadas pela cheia do Rio Acre. Atualmente, o local abriga 39 famílias, totalizando 115 pessoas, além de contar com uma estrutura separada para receber animais domésticos resgatados das áreas alagadas.

As informações foram detalhadas por Edmilson Balbino da Silva, representante da Defesa Civil Municipal, durante acompanhamento da estrutura montada no parque. Segundo ele, além do atendimento às famílias desalojadas, o município organizou um espaço específico para acolhimento de pets. “Estamos hoje aqui já abrigando os alagados e nessa demanda também temos o abrigo de pets”, afirmou.

De acordo com Balbino, 26 animais estão atualmente sob os cuidados da equipe de zoonoses, com acompanhamento diário. “Temos hoje 26 animais sob os cuidados da nossa zoonose. Tem vacinação e a ação diária necessária pra todos eles”, disse.

Além do alojamento, o parque oferece alimentação três vezes ao dia, atendimento de saúde, assistência social e reforço na segurança, com a instalação de um ponto de apoio da Polícia Militar dentro da área do abrigo.

Ao avaliar a atuação do município, Balbino destacou que a estrutura envolve o trabalho conjunto de diversas secretarias. “Hoje a gente faz a avaliação perfeita, muito produtiva, porque a gente tem um envolvimento de várias secretarias”, declarou. Ele ressaltou ainda que a prioridade da gestão municipal é garantir dignidade às famílias acolhidas. “É uma preocupação do prefeito trazer o melhor e dar dignidade para os nossos alagados”, completou.

Segundo a Defesa Civil, moradores de vários bairros já precisaram ser encaminhados ao abrigo, incluindo Seis de Agosto, Baixada da Habitasa, Ayrton Senna e Taquari, além de outras regiões mais baixas da capital, tradicionalmente as primeiras a serem atingidas quando o rio se aproxima da cota de transbordo.

Entre as famílias acolhidas está a dona de casa Bianca, moradora do bairro Ayrton Senna, que está no parque há quatro dias com os filhos. Ela relatou já ter enfrentado cheias em outros anos e avaliou de forma positiva a assistência recebida no abrigo.

A permanência da estrutura no Parque Wildy Viana dependerá do comportamento do rio nos próximos dias. Embora o nível já esteja abaixo da cota de transbordo, Balbino alertou para o risco de novas oscilações provocadas pelas chuvas e pela influência das cabeceiras. “O rio permanece em oscilação, dependendo do fator biométrico, da chuva, das cabeceiras”, explicou, destacando que chuvas em regiões como Brasiléia acabam refletindo diretamente em Rio Branco. “Toda essa água passa por aqui”, afirmou.

Caso haja uma trégua nas chuvas, a Defesa Civil trabalha com a expectativa de aguardar cerca de 11 dias antes de iniciar a avaliação para o retorno seguro das famílias às suas residências.

Outro ponto destacado foi a separação do abrigo destinado aos animais, mantido distante da área das famílias, como medida de segurança. “A gente mantém essa dinâmica de cuidar dos animais em um local separado, pra que evite agressões de animal em criança”, concluiu.

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